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Cuidado com o sucesso.

(Anteriormente: Business of Brands)
QUOTE DA SEMANA
![]() | ❝ Num mundo que muda rápido, a única estratégia com garantia de fracasso é não assumir riscos. Mark Zuckerberg |
Hoje em 8 minutos:
💸 O fracasso vai te obrigar a mudar.
👤 Todo negócio tem clientes. Poucos têm fãs.
🤖 Crie ou melhore sites em minutos utilizando a inteligência artificial
📰 Movimentos de mercado que você não pode ignorar essa semana.
🧰 Ferramentas de donos: conhecimento prático pra você usar no seu negócio.
O que funcionou ontem não funciona amanhã.

Galera, o que eu vou falar hoje vale pro seu negócio. Mas vale muito mais pra sua carreira, pro seu relacionamento, pra sua vida.
Isso aqui é um padrão de comportamento humano que acontece com todo mundo que começa a ficar bom em alguma coisa.
O problema da vaidade e do sucesso não acontece quando você erra. Acontece quando você acerta, porque aí você fica tão convicto do que funciona que para de prestar atenção em tudo que pode estar mudando ao redor.
Deixa eu explicar o mecanismo, porque isso é mais traiçoeiro do que parece.
Quando você descobre que uma coisa funciona, uma estratégia que bombou no negócio, uma habilidade que te abriu portas na carreira, um jeito de se relacionar que as pessoas admiram, o seu cérebro faz uma coisa muito natural: ele diz "repete isso".
E você repete. Funciona de novo. Você repete mais. Investe tempo nisso, cria hábito, vai ficando cada vez melhor naquilo.
Até aqui, tudo ótimo. O problema é o que você para de fazer enquanto fica cada vez melhor no que já funciona.
Você para de testar coisas novas. Para de se desafiar fora da zona de conforto. Para de ouvir os sinais que a vida tá dando, afinal, pra que mexer no que tá funcionando? Parece loucura, né?
E aí o mundo muda. Devagar, devagar e de repente, brutal.
Um pesquisador americano chamado James G. March passou décadas estudando como empresas e pessoas aprendem e tomam decisão, e ele mostrou, com dados e modelos concretos, que todo mundo vive num conflito permanente entre duas coisas.
A primeira é ficar cada vez melhor no que já funciona, o que dá resultado agora, é previsível e paga as contas. A segunda é ir atrás do que pode funcionar amanhã, o que é incerto, caro, lento e vai dar resultado só lá na frente, se der.
O problema, meus amigos, é que o curto prazo paga mais rápido que o longo prazo, e aí todo sistema, empresa, pessoa, carreira, vai naturalmente ficando cada vez mais especializado no que já dá certo e vai deixando de se renovar.
March mostrou que isso transforma as pessoas mais talentosas e as empresas mais bem-sucedidas em máquinas perfeitamente ajustadas pra um mundo que deixou de existir.
É como se você ficasse muito, muito bom em digitar com dois dedos. Rápido pra caramba nesses dois dedos. Aí todo mundo começa a usar voz e IA. Mas você continua digitando com dois dedos, cada vez mais veloz, num mundo que não tá mais esperando velocidade de digitação.
Eu vi isso acontecer com marcas que eu admirei muito, com executivos brilhantes, com empreendedores que criaram negócios incríveis, e que foram ficando pra trás não por falta de talento ou de dinheiro, mas por excesso de comprometimento com o que um dia funcionou bem demais.
A grande lição aqui é a seguinte: a pessoa mais perigosamente vulnerável não é aquela que tá passando sufoco. É a que tá indo muito bem e parou de questionar por quê.
E aí eu te pergunto, meu caro: o que você tá explorando hoje, de diferente, de novo, de incerto, que vai garantir que você ainda seja relevante, feliz e crescendo daqui a cinco anos? Ou você tá tão ocupado sendo bom no que já funciona que nem fez essa pergunta?

Esse é o mecanismo mais traiçoeiro que existe, porque ele se disfarça de inteligência. Você não para de explorar por preguiça. Para porque está funcionando. E tudo ao redor confirma que você está certo.
O fracasso te obriga a mudar. O sucesso te convida a ficar onde está.
No dia 14, às 20h, eu abro ao vivo o que aprendi sobre como continuar se movendo quando tudo grita pra você ficar parado. Vou mostrar o que eu precisei aprender na prática para não virar a máquina que March descreveu, perfeita para um mundo que deixou de existir.
18 anos construindo a Reserva me ensinaram uma coisa que nenhum curso de negócios ensina.
De graça. Ao vivo. Dia 14.
Pensa bem nisso. Amo vocês, Fui!
Você tem clientes ou tem fãs?

Todo negócio tem clientes. Poucos têm fãs. E a distância entre um e outro não é sorte. Não é o produto mais bonito. Não é o preço mais barato. É o nível de experiência que você entrega em cada contato que essa pessoa tem com a sua marca.
Passei 18 anos obcecado com uma pergunta: o que faz um cliente sair da loja, pegar o celular ainda na calçada e ligar pro melhor amigo pra contar? Não porque ganhou desconto. Só porque foi tão bom que ele não conseguiu guardar pra ele.
A resposta virou um dos pilares da Reserva. E hoje eu vou te mostrar a pirâmide que a gente usou pra pensar nisso, do básico que qualquer empresa deveria entregar até o nível que transforma cliente em fã, fã em comunidade e comunidade no ativo mais valioso que um negócio pode ter. Bora.
Deixa eu explicar.

Degrau 1 — Sobrevivência
Esse é o básico. Atendimento decente, produto que funciona, preço justo, loja que não parece depósito.
Parece pouco. Mas você ficaria surpreso com quantas empresas nem isso entregam direito.
A Reserva começou aqui. Camiseta boa, loja organizada na Rua Oscar Freire, vendedor que sabia o nome de cada peça. Era o mínimo, mas era o mínimo bem feito, todo dia, sem exceção.
O problema do degrau de baixo é que ele não cria fã. Ele cria cliente satisfeito. E cliente satisfeito vai embora quando aparece algo mais barato ou mais conveniente, porque satisfação não é lealdade. Nunca foi, meus amigos.
Degrau 2 — Sucesso
Aqui as coisas ficam mais interessantes.
Você começa a entender o problema do cliente de verdade, não o que ele pede, mas o que ele precisa. Você liga depois da venda pra saber se ficou bom. Você está onde ele está, seja na loja física, no site, no WhatsApp. E você começa a criar motivo pra ele voltar.
Quando chegamos nesse degrau na Reserva, a gente percebeu uma coisa que mudou tudo: cliente que volta gasta em média 67% a mais do que cliente novo e custa cinco vezes menos pra conquistar. Cinco vezes menos, gente.
Parece óbvio. Mas a maioria das empresas gasta 90% da energia tentando trazer gente nova e esquece completamente de cuidar de quem já está dentro. É como encher uma banheira sem tampar o ralo. Você trabalha, trabalha, trabalha, e a água some.
Degrau 3 — Transformação
Esse é o degrau que muda tudo. E é o mais difícil de explicar, porque não está no produto e não está no preço; está na sensação que o cliente tem quando interage com a sua marca.
Transformação é quando o cliente sai diferente do que entrou. Não só com uma sacola na mão, mas com uma história pra contar, com a certeza de que foi tratado como pessoa e com a sensação de que aquela empresa se importou de verdade com ele. Isso não é pouca coisa.
Na Reserva, a gente chamava isso de encantar. E tinha um manual inteiro só sobre isso. Isso é cultura, meus caros.
A grande lição que a pirâmide ensina é simples: todo mundo consegue entregar o básico. Poucos conseguem entregar o extraordinário. E o extraordinário não precisa de mais dinheiro, precisa de mais intenção.
A diferença entre uma empresa que as pessoas usam e uma empresa que as pessoas amam não está no produto. Está em como as pessoas se sentem depois de cada contato com ela.
Você sabe em qual degrau o seu negócio está hoje? E mais importante: você sabe em qual degrau o seu cliente acha que está?
Às vezes esses dois números são bem diferentes, e essa diferença é o lugar onde você deve começar a trabalhar amanhã.
🎨 Como fazer a IA reformular seu site inteiro em minutos
Seu site funciona, mas o design está ultrapassado, o layout confuso ou precisa repaginar, mas não tem tempo nem grana para contratar designer?
O Stitch, a nova ferramenta do Google, pega print do seu site e gera novo design completo e moderno, você só escolhe o que melhorar e a IA refaz tudo.

🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Capture Seu Site
→ Entre no site e tire print da página inteira.
→ Anote o que quer mudar: layout, cores, espaçamento, botões.
Passo 2: Entre no Google Stitch
→ Acesse o Google Stitch e faça upload da captura de tela.
→ Escreva no chat: "Melhore o layout desta página para que o usuário encontre o conteúdo mais rápido. Torne o conteúdo mais acessível e reduza o espaço vazio."
→ Ou seja mais específico: "Deixe o botão de compra maior e em destaque, organize o menu de forma mais clara, use cores mais modernas."
Passo 3: Gere as Variações
→ Clique em "Gerar" > "Variações" > "Gerar Variações".
→ O Stitch vai criar várias versões novas do seu site.
→ Escolha a que ficou melhor e exporte para o Figma (se você usar) ou baixe o código.
Passo 4: Implemente
→ Se baixou o código, você pode usar direto no seu site.
→ Ou repita o processo em outras páginas do site.
Clique em "Exportar" > "AI Studio" para criar um protótipo funcional usando a ferramenta Vibe do Google, você testa como ficou antes de colocar no ar.
O Google Stitch não substitui um designer profissional para projetos complexos, mas para melhorias rápidas, testes de layout e reformulação de sites básicos resolve muito bem.
E você para de adiar a reforma do site por meses.
Fui!
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Galera, deixa eu contar o que aconteceu aqui.
A gente lançou o movimento #CabeçaDeDono e a internet parou.
Não é força de expressão, não. Eu tô falando de pessoas com mentalidade real de dono. Empreendedores e líderes que pegaram o movimento, postaram no próprio perfil e espalharam a nossa causa. Você deve ter visto por aí.
E sabe o que foi mais sinistro nessa história toda?
A gente usou o Lovable pra construir o site do movimento em tempo recorde. Pra quem não conhece: o Lovable é uma ferramenta que te permite criar aplicações e sites funcionais usando inteligência artificial, sem precisar saber programar. Você descreve o que quer, a IA constrói. É muito, muito, muito foda.
E o que a gente fez com isso? Criamos uma experiência onde qualquer pessoa pode entrar no site, gerar a própria arte do movimento #CabeçaDeDono e postar nas redes sociais. Personalizado. Com a sua cara. Em minutos.
Isso não é pouca coisa, meus amigos.
Agora é a sua vez. Entra no site, coloca a sua foto, gera a sua arte e posta nas redes com #CabeçaDeDono.
É só clicar no botão abaixo. É de graça.
Depois me conta o que você achou?

A maior empresa de rede sociais do mundo agora tem um modelo que entende como seu cérebro vai reagir a qualquer coisa que você vê, ouve ou lê. Disseram que é pra "avançar o entendimento de como a gente pensa e desenvolver tratamentos médicos". Qualquer pesquisador pode usar.
O modelo foi treinado com dados de exames de cérebro de mais de 700 voluntários assistindo vídeos, ouvindo podcasts e lendo textos.
Vale acompanhar de perto. Conhecimento sobre como o cérebro funciona é neutro. O que fazem com esse conhecimento não é.
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SOBRE MIM
Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
O Email do Rony é a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobreviver? Pensa nisso.
Um abraço,

SUA VEZ
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