FRASE DA SEMANA

❝

As pessoas vão esquecer o que você disse. Vão esquecer o que você fez. Mas nunca vão esquecer como você fez elas se sentirem.

FALA RONY

As 6 leis que me fizeram vender feito louco.

Turma, presta atenção aqui em mim que essa é muito foda. Antes de qualquer outra coisa na vida, eu sou vendedor, sempre fui. E se eu pudesse resumir pra você tudo que eu aprendi em quase 20 anos sobre como vender muito, mas muito mais no seu negócio, eu colocaria em seis leis simples. Não são dicas, são leis, daquelas que funcionam quase sem exceção. Senta que eu vou te passar uma por uma.

A primeira lei é: venda o tempo todo e seja intencional na venda. Vender é muito parecido com futebol. Você pode firular tanto, mas tanto, a ponto de perder a bola no meio do drible, ou você pode simplesmente chegar na frente do gol e chutar. Tem muito mais vendedor procrastinador, com vergonha de ligar pro cliente, do que você imagina.

Gente que passa o dia inteiro “se preparando pra vender”, organizando planilha, estudando o cliente, montando estratégia, e no fim do dia não vendeu nada, porque não tirou o bumbum da cadeira.

❝

Se esse é o seu caso, deixa eu simplificar a sua vida: 20 contatos por dia, todo dia. Liga, visita, manda mensagem, aparece, faz qualquer coisa que seja uma tentativa real de venda, menos passar o dia planejando a bendita da venda que nunca acontece.

E eu já sei o que você vai me dizer: “ah, Rony, mas assim o cliente vai me achar chato”. Você tá redondamente enganado. Óbvio que de vez em quando um ou outro vai te achar chato, faz parte. Mas em quase 20 anos empreendendo, sempre teve muito mais gente feliz em receber a minha ligação do que gente me achando inconveniente. Grava isso: quem não é visto, não é lembrado.

A segunda lei é entender que vender é, antes de tudo, resolver o problema das pessoas. Por isso o melhor vendedor do mundo não é aquele que fala sem parar, que despeja características do produto na cabeça do cliente sem respirar. Esse, inclusive, é o chato de verdade.

O melhor vendedor é aquele que se coloca como um mentor na relação, alguém que quer genuinamente ajudar, e que sabe perguntar as coisas certas. Quando você pergunta bem e escuta de verdade, o próprio cliente vai te dizer, sem nem perceber, exatamente o que ele precisa e como o seu produto resolve a vida dele. Aí a venda deixa de ser empurração e vira uma consequência lógica da conversa.

A terceira lei é sobre o que realmente move as pessoas na hora de comprar. No fundo, as pessoas compram basicamente três coisas: mais dinheiro, mais aprovação dos outros, ou mais paz de espírito. Se você tentar vender qualquer coisa que não se conecte com um desses três desejos profundos, você vai falhar feio.

❝

Então para e pensa: o que você vende faz a pessoa ganhar ou economizar dinheiro? Faz ela ser mais admirada e aprovada pelos outros? Ou traz mais tranquilidade e paz pra vida dela? Amarra o seu discurso de venda num desses três, e tudo muda.

A quarta lei é uma das minhas favoritas, e vou explicar com uma imagem simples. As pessoas compram aspirina sempre, e vitamina só às vezes. Calma, valente, calma, que eu sei que você não vende remédio, é uma figura de linguagem pra desenhar uma verdade importante.

A aspirina é a solução pra uma dor que a pessoa já está sentindo agora, uma dor latejando que ela precisa resolver imediatamente. A vitamina é o preventivo, aquilo que seria bom pro futuro mas não dói hoje. E as pessoas estão sempre muito mais dispostas a abrir a carteira pra matar uma dor que incomoda agora do que pra prevenir um problema que talvez venha lá na frente.

❝

Então, cabeça de dono: sempre que possível, venda aspirina, não vitamina. Descubra qual é a dor urgente do seu cliente e posicione o seu produto como o alívio imediato dela.

A quinta lei entra em cena quando o cliente precisa escolher entre o seu produto e o de um concorrente muito parecido. Nessa hora, quando os dois são praticamente iguais em qualidade e preço, pode ter certeza de uma coisa: a pessoa vai comprar do vendedor de quem ela gosta mais. Simples assim.

Por isso, entrega, entrega, entrega, porque as pessoas devolvem. A maior parte da humanidade é formada por gente boa, eu tenho convicção disso. Então, se você ajuda as pessoas de verdade, de forma consistente e autêntica, elas vão te devolver isso em forma de lealdade, de fidelidade e de compra.

❝

Faça o bem, seja autêntico e constante, e as pessoas vão achar um jeito de comprar alguma coisa de você, nem que seja só pra retribuir o carinho.

A sexta e última lei é a que mais dói no ego de muita gente: ninguém liga pra sua meta, meu caro. Ninguém. O cliente não perde um segundo de sono pensando se você vai bater o seu objetivo do mês.

Sabe com o que ele se importa de verdade? Com o problema dele, aquele que você pode resolver. E é justamente por isso que vender tem que ser o foco absoluto do negócio, porque vender nada mais é do que resolver o problema das pessoas em escala. Então, para de reclamar de tudo, tira o bumbum da cadeira e vai pra rua vender. Porque neste país quem não cresce desaparece, e quem não resolve o problema das pessoas não vende.

Escuta o que o papai tá te falando: tem bilhões de reais circulando na economia agora mesmo, esperando você entender essas seis leis, parar de enrolar e ir pra rua colocar a mão na massa.

❝

Venda não é a parte chata do negócio que você empurra pra depois. Venda é o coração que mantém tudo vivo. Quanto antes você fizer as pazes com isso, mais rápido o seu negócio vai decolar.

Pensa nisso com carinho.

Fui!

Daqui a uma semana, você vai ter aplicado alguma dessas seis leis?

Ou elas vão ficar no email?

Pra quem quer aplicar, eu dei uma aula inteira de vendas no Manual de Donos, a minha escola de negócios, com as minhas 4 formas de vender. É só pra aluno.

Do lado dela tem aulas de gestão, de marca, com os maiores empresários do Brasil, cada uma com a ferramenta pra resolver, com o passo a passo.

É assim com tudo por lá: apareceu um problema de vendas, gestão ou marca, você abre a caixa de ferramentas e encontra aulas com quem já resolveu e como resolveu.

RAIO-X DE NEGÓCIO

O manual que ensinou o mundo a vender sem parecer que está vendendo.

Quase ninguém conhece o nome Edward Bernays, mas ele mudou a vida de praticamente todo mundo que está lendo esse e-mail. Americano, filho de imigrantes austríacos e sobrinho do Sigmund Freud, o pai da psicanálise, ele já usava cem anos atrás o que hoje a gente acha que é invenção da era das redes sociais: entender a cabeça das pessoas pra mudar o comportamento delas.

❝

Na minha opinião, uma das mentes mais geniais e mais perigosas que o mundo dos negócios já produziu.

Em 1923 ele escreveu o primeiro livro da história sobre relações públicas, a área que cuida da imagem de uma empresa e do que as pessoas falam dela, e no mesmo ano deu o primeiro curso universitário sobre o assunto.

❝

A tese era simples e perigosa: quem quer mudar a cabeça das pessoas cria os fatos que viram notícia, em vez de comprar espaço no jornal.

Se você olhar pro mundo em que a gente vive hoje, com influenciador, especialista, estudo patrocinado e tendência que aparece do nada, qualquer semelhança não é mera coincidência. Foi esse senhor que inventou o jogo, e o método inteiro cabia num princípio só: fazer alguém em quem o cliente confia falar do assunto, de preferência sem citar a marca.

Diferente dos outros casos que eu trago aqui, o Bernays tinha praticamente um princípio só, e aplicava em tudo. Em vez de vender direto pro cliente, ele fazia alguém em quem o cliente confia falar sobre o assunto, de preferência sem falar da marca. E eu vou te mostrar isso com três exemplos que parecem roteiro de filme.

A primeira é a do bacon. Nos anos 20, a Beech-Nut, uma empresa que vendia bacon, não conseguia vender por um motivo cultural: o americano tomava um café da manhã leve, café, torrada e suco, e ninguém comia carne de manhã. Em vez de defender o sabor do produto, o Bernays perguntou a um médico respeitado se um café da manhã reforçado era mais saudável que um leve, ouviu que sim e pediu que ele fizesse a mesma pergunta por carta a cinco mil colegas.

Cerca de quatro mil e quinhentos concordaram, os jornais do país inteiro publicaram que milhares de médicos recomendavam um café da manhã reforçado, e ovos com bacon viraram o exemplo perfeito disso. O nome da marca não apareceu uma vez sequer, e o bacon virou o café da manhã oficial dos Estados Unidos.

A segunda aconteceu em 1934, com a Lucky Strike, uma marca de cigarro cujas vendas pras mulheres andavam de lado por um motivo inacreditável: a embalagem era verde, e as mulheres achavam que verde não combinava com as roupas da época. A empresa se recusou a trocar a cor, porque tinha um estoque gigantesco, então o Bernays resolveu mudar a moda.

Ele organizou no Waldorf-Astoria, um dos hotéis mais chiques de Nova York, um baile beneficente chamado Baile Verde, onde as mulheres mais importantes da alta sociedade só entravam vestidas de verde e a renda ia pra caridade. Ninguém naquele salão sabia que o evento era bancado por uma marca de cigarro.

Ao mesmo tempo, o escritório dele plantou com estilistas, lojas de departamento, editoras de moda e fabricantes de tecido a ideia de que o verde seria a cor da estação, com direito a almoço de moda com cardápio todo verde e palestra de psicólogo sobre o efeito da cor na cabeça das pessoas. O verde virou a cor de 1934, a embalagem continuou igualzinha e as vendas subiram.

A terceira é minha favorita. As editoras americanas contrataram o Bernays pra vender mais livros, e o danado foi conversar com os arquitetos mais importantes do país pra sugerir que as casas fossem projetadas com estante embutida na parede, como forma de estimular a leitura. Onde tem estante, vai ter livro: ninguém compra uma casa com uma estante enorme e deixa ela vazia. Ele criou na casa das pessoas um espaço que só livro podia preencher.

❝

O Bernays nunca perguntava como vender o produto do cliente dele, perguntava que mundo precisava existir pra que aquele produto se vendesse sozinho, e construía esse mundo peça por peça, usando as pessoas em quem o público já confiava.

Essa história tem um lado sombrio que precisa ser dito: a mesma técnica que fez mais gente ler fez mais gente fumar, inclusive transformando o cigarro em símbolo de liberdade feminina numa outra campanha famosa dele.

❝

O conselho que fica: troque a pergunta “como vendo mais o meu produto?” por “que mundo precisa existir pra que ele seja procurado?”.

Pensa em quem o seu cliente já escuta, o médico, o personal, o contador, o arquiteto, a professora, e no que essas pessoas teriam que acreditar e recomendar pra que o seu produto virasse a escolha óbvia.

Muitas vezes o caminho mais curto até o cliente passa por alguém que nem cliente seu é. Só usa isso pra construir coisa boa, porque o mesmo poder que cria um hábito saudável cria um vício, e o seu nome fica pendurado em qualquer um dos dois.

TRUQUES DE IA

🤝 Como começar a usar o Claude Cowork: a IA que faz o trabalho completo pra você

Você já usa IA pra tirar dúvida ou escrever um texto, mas sente que ela poderia fazer MUITO mais, pegar seus arquivos, organizar, analisar e entregar o trabalho pronto, como um funcionário faria?

É exatamente isso que o Claude Cowork faz. E a melhor forma de aprender é com um exercício de treino, usando arquivos de mentirinha, pra você pegar o jeito sem risco nenhum, antes de soltar nos seus dados de verdade.

O que ele resolve de verdade:

→ Vira bagunça em relatório: joga 5 anotações soltas de reunião e peça um resumo organizado da semana. Ele lê tudo e monta.

→ Escreve o que vem depois: "a partir dessas notas, escreve o email de follow-up pro cliente." Ele entende o contexto e redige.

→ Organiza arquivos: aquela pasta com 200 documentos sem nome? Ele renomeia, separa por tipo e organiza.

→ Cruza informação: pega sua planilha de vendas + anotações + relatório e te diz onde tem conflito, o que está faltando, o que não bate.

A diferença pro chat normal: no chat você pergunta e ele responde. No Cowork você DELEGA e ele entrega o trabalho feito.

🤖 Como fazer e começar a usar:

Passo 1: Treine Antes com Coisa de Mentira

→ Na primeira vez, NÃO use seus dados reais. Pegue arquivos de treino ou invente 3 anotações bagunçadas de um projeto.

→ Assim você pega o jeito sem medo de estragar nada importante.

Passo 2: Entregue os Arquivos e Peça o Plano

→ Suba os arquivos e peça pra ele listar o que recebeu, pra confirmar que está vendo tudo.

→ Antes de deixar ele trabalhar, peça o PLANO: "Lê esses arquivos, me diz o que encontrou (datas, tarefas, quem é responsável, o que falta ou se contradiz) e me propõe o que vai entregar. Só cria o resultado depois que eu aprovar, e não mexe nos originais."

Passo 3: Aprove e Receba o Trabalho Pronto

→ Gostou do plano? Aprove e deixe ele montar o resultado (o relatório, o email, o que for).

→ Confira contra os arquivos originais, veja se ele não inventou nenhuma data ou nome.

→ Ajuste pedindo em português: "deixa o email mais curto", "coloca a data certa primeiro".

Passo 4: Solte no Trabalho de Verdade

→ Pegou o jeito no treino? Agora use no real: relatório semanal, resumo de documentos, organização de arquivos.

→ Dá até pra agendar: ele roda sozinho toda segunda de manhã e já deixa o trabalho pronto esperando você.

❝

DICA DE OURO: O Cowork age com o acesso que VOCÊ der, então, no começo, segure as rédeas como faria com um funcionário no primeiro dia:

→ Deixe ele PEDIR autorização antes de cada passo, até você confiar.

→ Sempre peça pra salvar o resultado como arquivo NOVO, deixando o original intocado.

→ Se for conectar ao Google Drive ou outro app, ligue só o que a tarefa precisa.

→ Faça cópia de segurança antes de soltar em dados importantes.

Depois me conta se funcionou?

Fui!

O que você leu hoje é só um pedaço.

Um pedaço do que eu estudo toda semana e do que aprendi em quase 20 anos empreendendo e estudando os melhores negócios lá fora.

Agora imagina ter isso completo, toda semana: aulas de negócios e de IA comigo e com os maiores empresários do Brasil, gente que passou pelas mesmas dificuldades que você e te mostra, passo a passo, como resolveu.

Esse é o Manual de Donos, a minha caixa de ferramentas pro empreendedor brasileiro:

  • Educação: quem construiu te ensinando a construir. Toda terça-feira tem aula com os maiores empresários do Brasil, gente como o Guilherme Benchimol, Flávio Augusto, Renato Vichi… cada aula chega com o passo a passo pra aplicar na sua empresa

  • IA: o sistema pronto, instalado com um clique. Você não precisa entender nada de tecnologia pra usar: assista a aula da semana de inteligência artificial, use +15 agentes, cola na sua operação e ele começa a trabalhar no mesmo dia

  • Comunidade: É uma rede de mais de 6 mil donos de negócio, de todo segmento, fazendo negócio entre si. Você entra pra aprender e ainda pode sair com cliente novo.

Encontre o passo a passo para resolver os problemas do seu negócio com quem já fez acontecer, toda semana:

PRA FECHAR

🎯 Qual é a trava do seu negócio? Clique aqui e responda o meu diagnóstico gratuito. Em 5 minutos, você ganha o mapa do dono, uma nota de 0 a 100, e a tarefa da semana pra você destravar seu negócio.

🎟️ Mais de 2 milhões de pessoas assinam e leem essa newsletter todas as semanas. Se você tem um negócio e deseja comunicar sua marca para nossos leitores é só falar com o nosso time clicando aqui.

📱Se você ainda não me segue no Instagram, clica aqui e vem comigo.

SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

SUA VEZ

O que achou da edição de hoje?

Escolhe uma das opções abaixo e, se quiser contar o motivo, melhor ainda:

Login or Subscribe to participate

Continue lendo

View more
caret-right