
Toda segunda, às 18:18
TIRINHA DA SEMANA

Pra começar bem sua semana! Compartilha com quem precisa ler isso hoje.

Recado rápido, turma: sabe o iBest, aquele prêmio da internet do Brasil? Papai aqui tá concorrendo, Graças a D’us e a vocês! E olha, chegar até aqui já é vitória, mas você sabe que eu sou competitivo, né? Então se esse email te ajuda de alguma forma, retribui com um cliquezinho. Leva 30 segundos e faz o maior bem pra mim.
ps: tem um presentinho no final desse e-mail em comemoraçãoooo!
O lado cruel de ser talentoso.

Turma, a vida inteira falaram pra mim que talento era um presente divino. Um dom, uma bênção, uma coisa que Deus te dá de graça e pronto, você tá abençoado pra sempre. Mas outro dia, vendo esses jogadores tão molecões brilhando na Copa do Mundo, eu cheguei numa conclusão bem diferente, e ela não sai da minha cabeça desde então.
Talento não é presente, rapaziada, talento é empréstimo. É como se Deus te desse um crédito na forma de dom, um adiantamento, e a vida, essa que não dá mole pra ninguém, vai cobrar esse crédito de volta com juros todo santo dia. E não é uma cobrança gentil, não. É juros alto, é cobrança pesada, é a expectativa do mundo inteiro sentada nas suas costas. Quanto maior o talento que D’us te emprestou, maior a dívida que a vida vai te cobrar pra você provar que era digno daquele dom.
E isso não vale só dentro de campo, viu. Pensa no Napoleão Bonaparte. O gênio militar dele, aquela cabeça estrategista fora da curva, não valia rigorosamente nada até 1793, quando ele era só um capitão de artilharia de 24 anos, desconhecido, engolido pela multidão. Foi no cerco de Toulon que ele finalmente teve a chance de provar do que era feito, botou o gênio na mesa, virou o jogo pra França e saiu de lá promovido a general. Repara na lógica: até aquele momento, ele estava devendo aquele gênio pro mundo, carregando um crédito que ainda não tinha quitado. Só virou Napoleão de verdade quando pagou a primeira parcela mostrando serviço.
Ou pensa no Mozart, que é um caso ainda mais brutal. O cara compunha música desde os 5 anos de idade, virou gênio reconhecido antes mesmo de virar gente, antes de ter idade pra entender o tamanho do que carregava. E sabe o que isso significa na prática? Que dele só se esperava obra-prima. Cada composição que ele sentava pra escrever já nascia devendo um sucesso, já vinha ao mundo com a obrigação de ser genial. E o pior: quando ele entregava o sucesso e quitava aquela parcela, a conta zerava por um segundo e no segundo seguinte já começava a correr juros da próxima. Sempre devendo, sempre tendo que provar de novo, nunca em paz.
Agora volta comigo pros molecões da Copa, porque é a mesma coisa. Cada um desses caras nasceu com um crédito gigantesco na conta, um talento que Deus emprestou fora do comum. E a vida inteira deles, a carreira inteira, vai ser dedicada a pagar essa conta. Jogo a jogo, título atrás de título, cobrança atrás de cobrança. Não existe folga, não existe "já provei o suficiente, agora posso relaxar". A dívida do talento é implacável assim.
Quando eu era moleque, sabe qual era o meu sonho? Ser jogador de futebol e fazer o gol da final da Copa do Mundo. Aquele gol, no último minuto, estádio explodindo. E olha que curioso: o meu filho hoje sonha exatamente com a mesma coisa. E é aí que eu paro pra pensar na coragem absurda que precisa ter pra entrar num campo daquele, com um estádio lotado, milhões e milhões de pessoas assistindo no mundo inteiro, a expectativa de um país inteiro pesando nas suas costas. É muita expectativa, é muita pressão, é muito tudo pra um ser humano só carregar, ainda mais sendo tão jovem.
Porque o talento é foda, não tem como negar. É um barato danado, porque ele te faz diferente de todo mundo, te abre portas, te traz prestígio, visibilidade, dinheiro, admiração…
Mas é impossível pra mim não olhar pro outro lado da moeda e refletir que o talento também é um fardo, um fardo pesado que esses caras, ainda molecões, carregam nas costas sem nem sempre ter escolhido carregar. É uma dívida que a vida cobra cedo, muito cedo, e que só para de ser cobrada em dois momentos: quando você finalmente entrega tudo que devia, ou quando você desiste no meio do caminho. E tudo que fica entre esses dois pontos, todo talento que não foi até o fim, a sociedade cruelmente chama de fracasso.
E é justamente por causa dessa reflexão que eu escolhi educar os meus filhos de um jeito específico, e faço questão de compartilhar isso com você porque acho que pode mudar a forma como você lida com quem você ama. Eu não educo os meus filhos cobrando resultado, eu educo cobrando esforço.
Foi mal numa prova mas se esforçou de verdade? Tá valendo, tô orgulhoso. Tá triste porque tentou uma parada e não conseguiu, mas se dedicou de corpo e alma? Tá valendo do mesmo jeito. O combinado que eu e a Anny temos com eles é claro como água: a gente jamais, em hipótese nenhuma, vai cobrar vitória ou sucesso. A gente vai cobrar o esforço que eles fizeram na tentativa de conquistar aquilo que querem.
Porque no fim das contas é isso, e serve pra você, pro seu filho, pra sua vida e pro seu negócio: entre o crédito que a vida te empresta lá no começo e o pagamento que ela vai te cobrar lá na frente, a única coisa que está de verdade sob o seu controle, a única coisa que depende só de você e de mais ninguém, é o esforço. Não é a vitória, nunca foi a vitória. A vitória depende de mil fatores que fogem das suas mãos. O esforço, esse sim, é só seu, e é por ele que vale a pena ser cobrado.
Pensa nisso com carinho.
Fui!
A rede bilionária que começou num quiosque de 12m².

Dois amigos de adolescência resolveram empreender juntos e, num certo momento, se viram tocando sete restaurantes ao mesmo tempo. Parece história de sucesso, mas era o oposto: enquanto os sete restaurantes funcionavam, na casa de cada um deles a companhia ameaçava cortar a luz e o gás, e não sobrava dinheiro nem pra pagar a escola dos filhos. Eles literalmente vendiam almoço pra pagar o jantar.
Só que dessa lama toda nasceu uma das maiores redes de comida do Brasil, e o que segurou os dois de pé nos anos mais escuros não foi produto, não foi estratégia, foi justamente a coisa que quase todo mundo diz pra você nunca fazer.
Eduardo Ourivio e Mário Chady são amigos desde a adolescência, e empreenderam juntos pela primeira vez ainda garotos, aos 15 anos, montando um negocinho de customizar calça com as costureiras das mães deles. Não deu em nada, mas plantou a semente. Anos depois, em 1992, o Eduardo convenceu o Mário a largar a empresa que ele tinha pra abrirem juntos um restaurante no Rio, o Guilhermina Café.
O lugar era charmoso, virou sucesso rápido, mas os dois eram inexperientes na gestão e aquilo virou uma bagunça, com fila na porta, quarenta minutos de espera por um prato e confusão na hora de fechar a conta. Mesmo com esse perrengue todo, em vez de recuar, eles foram abrindo mais e mais negócios até acumular sete restaurantes ao mesmo tempo. E aí a conta não fechou. Os dois foram à falência, e chegaram a esconder isso até dos próprios sócios de tão difícil que era a situação.
No meio desse buraco, o Eduardo foi visitar um amigo em Miami, e esse amigo mostrou uma operação que abriu a cabeça dele: no café da manhã, o cliente escolhia os ingredientes num balcão e o cozinheiro montava o omelete na hora, na frente da pessoa. E o amigo estava começando a fazer a mesma coisa na hora do almoço, só que com massa. O Eduardo olhou aquilo e entendeu que ali tinha uma sacada enorme, porque juntava a rapidez do fast food com a experiência de um restaurante de verdade.
Voltou pro Brasil animado, e com o pouquíssimo dinheiro que ainda restava, os dois montaram um quiosque de apenas 12 metros quadrados no segundo andar de uma praça de alimentação, no mesmo espaço onde antes ficavam os restaurantes que quebraram. O nome desse quiosque, inspirado numa cidadezinha da Itália, era Spoleto.

E deu tão certo, mas tão certo, que os dois tomaram uma decisão corajosa: venderam e fecharam todas as outras operações que ainda tinham pra focar tudo naquele quiosque. Perceberam também que o modelo era fácil de copiar, então precisavam crescer rápido antes que aparecesse concorrente, e apostaram em franquias, num tempo em que quase ninguém no Brasil sabia direito o que era isso. Em dois anos já eram 14 lojas, e o número não parou mais de dobrar.
Mas a sacada mais genial deles, a que separa um negócio bom de um negócio brilhante, está na operação por trás das lojas. Cerca de 90% de tudo que um franqueado do Spoleto vende é produzido numa fábrica própria do grupo. Para se ao ler isso: eles ganham dinheiro de duas formas ao mesmo tempo com a mesma loja.
Ganham a porcentagem que todo franqueado paga pela marca, e ainda ganham vendendo o molho, a massa e os ingredientes pra essa mesma loja usar. Sem contar que, controlando a fábrica, eles garantem que o prato tenha a mesma qualidade seja no Rio, seja em qualquer canto do país.
Hoje o Grupo Trigo, que é a empresa que o Eduardo e o Mário construíram, fatura mais de 2 bilhões de reais por ano, tem centenas de lojas e administra várias marcas conhecidas, incluindo a operação da Domino's no Brasil.
E aqui vai o conselho que eu tiro de tudo isso. Repara que o Eduardo e o Mário passaram por falência, por dívida, por luz cortada, por sonho virando pesadelo, e o que sustentou os dois não foi produto nem estratégia, foi a sociedade e a relação que construíram ao longo do tempo. Foi ter, do lado, alguém em quem confiar de olhos fechados quando a única certeza era a próxima conta pra pagar.
Repara que o que salvou o Eduardo e o Mário não foi um curso, não foi uma fórmula, foi ter gente do lado. Foi olhar pro lado num dia de aperto e ver alguém que estava vivendo a mesma coisa, que entendia o peso, que topava segurar a barra junto. E essa é uma das coisas mais raras e mais valiosas que existem pra quem toca um negócio, porque empreender é, na maioria dos dias, uma jornada solitária. Você decide sozinho, erra sozinho, perde o sono sozinho, e do lado de fora quase ninguém entende de verdade o que é carregar uma empresa nas costas.
Lá dentro da minha comunidade, o Manual de Donos, tem dono de padaria conversando com dono de indústria, tem gente faturando 50 mil por mês trocando ideia com gente faturando 50 milhões, tem o cara que tá começando aprendendo com o erro de quem já quebrou três vezes e se levantou. E funciona por um motivo simples: ali ninguém tá competindo, todo mundo tá ajudando. É a lógica mais antiga do mundo, aquela do "quando eu te ajudo, eu também cresço", só que reunindo empresários do país inteiro num lugar só.


A verdade é que os seus melhores conselhos vêm de outro dono que já passou exatamente pela dor que você tá passando agora e te conta, de igual pra igual, o que ele faria diferente. Se você sente que carrega o seu negócio sozinho e queria ter gente de verdade do seu lado pra trocar, aprender e crescer junto, é isso que te espera do outro lado.
🎨 Como dar uma repaginada completa na identidade visual da sua marca em minutos

Você está validando um negócio ou tem uma marca que já funciona, mas a identidade visual está datada, sem padrão, cada material com uma cor, uma fonte diferente e você ainda não tem orçamento pra contratar um estúdio de design profissional?
Existe uma ferramenta chamada Claude Design que pega a sua marca atual e devolve um sistema de identidade visual completo em minutos: cores, tipografia, botões, cards, um site novo e até templates de PowerPoint, tudo combinando, pronto pra usar.
🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Peça pra IA Descrever Como Sua Marca Deveria Ser
→ Tire um print do seu site atual.
→ Jogue o print numa IA (usei o ChatGPT, mas pode ser a sua preferida) com este pedido: "Olha esse site. Me escreve um resumo de como essa marca poderia ficar melhor: que cores combinam, que tipo de letra usar, qual o tom (mais sério? mais descontraído?), pra quem ela fala. Mantém o que já funciona, só deixa mais bonito e profissional. Escreve curto, num parágrafo só."
→ A IA vai devolver um textinho tipo: "Marca moderna e acolhedora para donos de pequenos negócios. Cores em tons de verde e cinza, letra limpa e fácil de ler, tom próximo e direto, sem formalidade exagerada." É esse resumo que você vai usar no próximo passo.
→ Dica importante: peça pra IA melhorar sua marca, não inventar uma nova do zero. Você quer que ela fique melhor, não irreconhecível a ponto de ninguém te reconhecer.
Passo 2: Monte o Sistema no Claude Design
→ Acesse claude.ai/design e clique na aba "Design systems" (sistemas de design).
→ Crie um novo sistema e preencha:
No primeiro campo, coloque o nome do seu site.
No último campo, cole aquele resumo da marca que a IA escreveu no Passo 1.
Faça upload do logo e das fotos que quiser que o Claude use.
→ Aperte pra gerar. O Claude diz que leva 5 minutos, mas na prática pode levar 10 a 15.
Passo 3: Revise e Exporte
→ Quando terminar, não pare na primeira tela bonita. Abra e veja tudo que o Claude criou.
→ Ele entrega: paleta de cores completa (principal, destaque, neutros), regras de espaçamento, botões, cards, campos, um site novo e templates de slides.
→ Clique em "Share" (compartilhar) e exporte o que ficou bom pra usar de verdade.
DICA DE OURO: Depois de gerar o sistema, você pode mandar direto pro Claude Code (a ferramenta que transforma design em site funcional de verdade) ou transformar tudo num "kit de marca" em PDF pra entregar pra sua equipe ou pro designer que for finalizar o trabalho. Assim você chega no profissional com o caminho meio andado, não do zero.
O Claude Design não substitui um designer profissional pra construir uma identidade de marca sólida e definitiva, mas pra validar uma direção visual rápido, ter um ponto de partida decente ou organizar uma marca bagunçada antes de investir no profissional, resolve muito bem.
O gerente ficou maluco, turma!
Ó, e já que a gente tá em clima de festa por causa do iBest, o gerente aqui ficou maluco: liberei o Manual de Donos inteiro pra você entrar, xeretar, e ainda sair de lá com uma aula completa de graça.
Toda semana eu te conto da comunidade, das aulas, mas conversa é conversa, né? Então resolvi parar de descrever e te deixar entrar. Funciona assim ó:

Você entra no acesso.manualdedonos.com, xereta tudo que quiser, escolhe uma aula que te interessa, coloca teu email, confirma um codigozinho pra provar que é você mesmo e pronto, aquela aula é tua, de graça. Vai ser por minha conta.
Você vai poder ver o que rola lá no meu quintal, sentir o que é estar do lado de dono que fatura 50 mil trocando ideia com dono que fatura 50 milhões. Melhor do que qualquer coisa que eu escreva é você assistir e sentir na pele o tamanho do que tem lá dentro. Deixa a aula falar por mim.
Se depois você achar que não muda nada no seu negócio, fecha a aba e segue sua vida, sem ressentimento nenhum. Mas eu aposto que não vai ser isso que vai acontecer.
Chega de eu te descrever, vai lá sentir com o teu próprio olho.
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

