
FRASE DA SEMANA

O que você tentaria fazer se soubesse que não ia falhar?
Leia isso antes que seja tarde

Turma, imagina você abrindo o jornal numa manhã qualquer, tomando seu café, e de repente dando de cara com uma notícia sobre a sua própria morte, a manchete anunciando pro mundo inteiro que você morreu. Só que tem um detalhe: você tá vivo, lendo aquilo, de pijama, com a xícara na mão.
Isso aconteceu de verdade com um dos homens mais importantes da história, e o que ele fez depois de ler o próprio obituário mudou o mundo pra sempre e pode mudar a forma como você enxerga a sua própria vida.
O nome dele era Alfred Nobel. Talvez você nunca tenha parado pra pensar em quem foi esse cara, mas o sobrenome dele você conhece de sobra, e eu já vou chegar lá. O Alfred era um químico e inventor sueco, e a grande invenção da vida dele foi a dinamite (isso mesmo, o explosivo). Ele ganhou uma fortuna descomunal com isso, era dono de mais de 90 fábricas de explosivos espalhadas pela Europa, um império construído em cima de coisas que explodem. Um homem riquíssimo, poderoso, conhecido no mundo todo.
Em 1888, o irmão dele, o Ludvig, morreu na França. E aí aconteceu a confusão que mudaria tudo. Um jornal francês, na pressa e no descuido, se atrapalhou com os nomes e publicou o obituário errado. Em vez de noticiar a morte do Ludvig, noticiou a morte do Alfred, que estava vivíssimo. E não foi um obituário qualquer, foi um dos mais cruéis que já se escreveu sobre alguém. Segundo a versão que ficou famosa e é contada até hoje mundo afora, a manchete dizia algo como "o mercador da morte está morto", e o texto completava dizendo que ali tinha morrido o homem que ficou rico descobrindo maneiras de m@tar mais pessoas, mais rápido, do que nunca antes na história.

Agora para tudo e imagina de verdade a cena. Você, vivo, lendo com os próprios olhos que o mundo te considera um mercador da morte. Que o resumo da sua existência inteira, o legado que você vai deixar quando de fato morrer, é esse: o cara que enriqueceu ajudando a humanidade a se m@tar melhor. O Alfred ficou destruído, e dá pra entender perfeitamente por quê. Porque aquela mentira sobre a morte dele revelou uma verdade que ele nunca tinha encarado de frente: era exatamente assim que o mundo enxergava ele, aquele era o legado real que ele estava construindo, dia após dia, sem perceber. A morte falsa obrigou ele a encarar a vida verdadeira.
E aqui vem a parte mais linda dessa história, a virada que faz dela uma das minhas favoritas de todos os tempos. A maioria das pessoas, diante de um trauma desses, ia se afundar em amargura, ia processar o jornal, ia passar o resto da vida remoendo aquilo. O Alfred fez o oposto. Ele entendeu que tinha recebido um presente raríssimo, que quase nenhum ser humano recebe: a chance de ler o próprio obituário ainda em vida, e portanto a chance de reescrever ele antes que virasse definitivo. Ele percebeu que a manchete que sairia no futuro, a de verdade, ainda não estava escrita em pedra. E que dava tempo de mudar.
Então ele tomou uma decisão que ecoa até hoje. No testamento, resolveu doar a imensa maioria de toda a sua fortuna, algo em torno de 94% de tudo que tinha, pra criar uma fundação. E sabe pra que servia essa fundação, sabe o que ele criou com o dinheiro que ganhou fabricando explosivos? O Prêmio Nobel. Isso mesmo, turma, aquele que é até hoje o maior reconhecimento que a humanidade dá pra quem mais contribui com a ciência, a literatura e, olha a ironia mais linda de todas, a paz. O homem chamado de mercador da morte transformou o próprio nome no símbolo máximo do que a humanidade produz de mais nobre. Ele pegou aquilo que poderia ter sido a maior vergonha da vida dele e virou do avesso, transformou em legado eterno.
O que poderia ter sido motivo de trauma pro resto da vida virou, pra ele, a oportunidade de redirecionar conscientemente o legado que deixaria pro mundo. E é justamente por causa dessa história que eu fiz um exercício comigo mesmo que mudou a minha forma de tomar decisões, e eu quero muito propor que você faça o mesmo, agora, ainda hoje.
Pega um papel e uma caneta, ou abre as notas do celular, e responde com honestidade brutal a seguinte pergunta: se acontecesse com você o mesmo que aconteceu com o Nobel, se saísse hoje no jornal a notícia da sua morte, que manchete seria essa? Como as pessoas resumiriam a sua vida em uma frase, com base em quem você é e no que você faz hoje? E a pergunta que mais importa: essa é a manchete que você gostaria que fosse? Se a resposta for não, então escreve embaixo qual manchete você gostaria que saísse. Como você quer, de verdade, ser lembrado.
E aí vem a parte prática, que é onde a mágica acontece. Depois de escrever a manchete que você deseja, você usa ela como bússola pra montar um plano concreto de correção de rota. No meu caso, quando fiz esse exercício, eu escrevi que gostaria de ser lembrado como um excelente marido, um excelente pai, um excelente filho e um excelente amigo. E com base nesses objetivos, eu listei um plano tático, com alguns pontos que viraram regras inegociáveis da minha vida, coisas que eu preciso fazer e proteger todos os dias pra que aquela manchete se torne realidade. Isso virou o meu manual de vida pessoal, o documento que me lembra, nos dias corridos, do que realmente importa.
Porque a real é essa: se D’us quiser, você não vai ter o azar nem a sorte estranha de ler o seu próprio obituário publicado por engano num jornal. Mas você não precisa esperar por isso. Você pode simular, agora mesmo, o processo pelo qual o Nobel passou por acidente, e usar essa simulação pra corrigir a rota enquanto ainda dá tempo.
A diferença entre o Alfred Nobel e a maioria das pessoas não é que ele leu o próprio obituário, é que ele fez alguma coisa a respeito depois de ler.
A manchete da sua vida ainda tá sendo escrita, todo dia, por cada decisão que você toma. E a caneta, essa, tá na sua mão.
Pensa nisso com carinho.
Fui!
A jogada que o concorrente não conseguia nem enxergar.
Parece loucura quando você lê assim, mas é exatamente isso que aconteceu, e a sacada por trás dessa história é uma das mais poderosas que existem pra qualquer dono. O nome dele é Flávio Passos, mineiro de Belo Horizonte, e tudo começou com um drama pessoal bem pesado.

Aos 15 anos, o Flávio era semi-obeso, asmático, tomava remédio pra tudo e já tinha gordura no fígado, tudo por conta de uma alimentação baseada em ultraprocessado e açúcar. Naquela idade em que a gente devia estar transbordando energia, ele estava desmoronando por dentro.
Até que leu uma frase que mudou a vida dele pra sempre: faça do seu alimento o seu remédio. Levou aquilo tão a sério que mudou completamente a alimentação, perdeu peso, ficou saudável, e ficou tão obcecado pelo assunto que foi estudar gastronomia saudável na Califórnia. Só que tem um detalhe nessa história que quase ninguém repara: a formação acadêmica original dele era publicidade.
Com esse olho de publicitário, ele enxergou no mercado de alimentação saudável brasileiro um problema que passava despercebido por todo mundo. As pessoas até queriam comer bem, mas ninguém fazia comida saudável parecer desejável, faltava vontade, faltava alguém contar aquela história de um jeito que fizesse a pessoa querer aquilo pra vida dela. O setor inteiro vendia produto natural com cara de sacrifício, de remédio amargo, de coisa que você engole porque precisa e não porque quer.
Então ele fez uma parada que ninguém naquele mercado fazia nem pensava em fazer. Pegou o manual do marketing digital, aquele mesmo de lançamento de curso online, com aula gratuita, sequência de conteúdo e construção de audiência, e aplicou pra vender comida saudável. Criou a Puravida em 2015 junto com o Adrian Franciscono, e antes de vender qualquer produto, focou em educar as pessoas. Aula gratuita, vídeo, podcast, palestra online, conteúdo e mais conteúdo, construindo uma legião de gente que entendia de verdade por que aquele alimento importava e o que ele fazia no corpo delas.

Quanto mais o cliente aprendia sobre nutrição, mais ele comprava o produto. Sem empurrar, sem encher a paciência de ninguém com propaganda, só gerando conhecimento de verdade que despertava a vontade de comprar naturalmente. Presta atenção na inversão que ele fez aqui, porque é a chave de tudo: na maioria das empresas o conteúdo serve pra divulgar o produto, e na Puravida o conteúdo virou o próprio negócio, com o produto vindo depois como consequência lógica de alguém que aprendeu, entendeu e agora quer aplicar aquilo na vida. E olha que estamos falando de mais de dez anos atrás, muito antes de todo mundo começar a falar em marketing de conteúdo e autoridade.
Deu tão certo que em 2021 a Puravida faturou cerca de 295 milhões de reais, crescendo 42% em relação ao ano anterior, com mais de 200 produtos e quase 400 funcionários. Em maio de 2022, a Nestlé, maior empresa de nutrição do mundo, chegou e comprou 100% da operação. O valor nunca foi revelado, mas o Flávio e o Adrian continuaram tocando o negócio como executivos dentro da multinacional.

Misturar conceitos de mercados diferentes é uma das formas mais poderosas de diferenciação que existe, e quase ninguém faz. A maioria dos empreendedores olha pro lado, copia o que o vizinho está fazendo, e aí fica todo mundo igualzinho, brigando no preço, sem conseguir se destacar de jeito nenhum.
A Universidade de St. Gallen estudou 250 modelos de negócio bem-sucedidos ao longo de 25 anos e chegou numa conclusão que muda a cabeça de qualquer dono: mais de 90% das inovações que realmente mudaram o jogo não foram inventadas do zero, foram recombinações de padrões que já funcionavam em outras indústrias. A Amazon não domina por ter mais produto. O Flávio não vendeu comida saudável melhor que os outros. Todos eles pegaram uma lógica que funcionava em outro lugar e trouxeram pro próprio contexto.
Foi exatamente esse o tema de uma das aulas que a gente escreveu lá dentro do Manual de Donos, a comunidade onde eu e meus sócios dividimos isso toda semana com milhares de donos do país inteiro, do cara que fatura 50 mil por mês ao que fatura 50 milhões, onde eu abro o Triângulo Mágico, que é um jeito simples de enxergar qualquer negócio em quatro perguntas: pra quem você vende, o que você entrega de valor, como você opera e de onde vem o seu lucro.
Se você trabalha muito, tem um produto bom e mesmo assim sente que o negócio patina, o problema provavelmente não está no seu produto… então fica a pergunta pra você levar pra semana: qual mercado, completamente diferente do seu, tem uma jogada que ninguém no seu setor nunca teve coragem de testar?
🎤 Como criar relatórios e mandar pra sua equipe só falando, sem digitar nada

Você está no carro, andando na rua ou com as mãos ocupadas, e lembra que precisa montar aquele relatório e mandar pra equipe, mas teria que sentar, abrir o computador e digitar tudo, então deixa pra depois e acaba esquecendo?
Existe uma forma de fazer isso só falando: você conversa com o ChatGPT por voz, ele monta o relatório em PDF e ainda escreve a mensagem pra mandar pra equipe, tudo sem você tocar no teclado.
🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Abra a Chamada de Voz
→ Abra o aplicativo do ChatGPT no celular e crie um projeto novo.
→ Toque no ícone de chamada de voz (parece um fone ou um microfone) pra começar a conversar falando.
→ Conecte o ChatGPT com onde ficam seus dados e ferramentas de trabalho (email, arquivos, etc.) pra ele conseguir puxar as informações.
Passo 2: Ensine o Formato Uma Vez
→ Fale pro ChatGPT: "Organiza uma estrutura pra eu fazer relatórios: primeiro você escreve em texto simples e depois transforma em PDF."
→ Isso deixa o processo pronto pra repetir sempre do mesmo jeito.
Passo 3: Peça o Relatório Falando
→ Diga qual relatório você quer e o que precisa ter nele.
→ Experimente falar: "Cria um rascunho de [nome do relatório] usando só [a fonte de dados que você aprovou] e inclui [os campos obrigatórios: ex. vendas do mês, metas, comparação]."
→ O ChatGPT monta o rascunho enquanto você fala.
Passo 4: Revise, Finalize e Mande
→ Peça pra ele tirar o que não interessa: "tira essa parte", "resume aquele trecho".
→ Quando estiver bom, fale: "gera o PDF final, salva na pasta de entregáveis e escreve a mensagem pra eu mandar pra equipe."
→ Pronto: relatório em PDF + mensagem escrita, tudo sem digitar.
DICA DE OURO:
Depois de montar um tipo de relatório uma vez, peça pro ChatGPT transformar aquilo numa habilidade reutilizável (ele guarda o modelo e o passo a passo). Aí toda vez que precisar do mesmo relatório com dados novos, é só falar "roda o relatório de vendas com os números dessa semana" e ele faz na hora.
O ChatGPT não substitui a sua análise sobre o que os números realmente significam, mas pra montar o relatório, formatar e escrever a mensagem de envio sem você parar tudo pra digitar resolve muito bem.
E você aproveita aqueles momentos mortos (trânsito, caminhada, fila) pra adiantar trabalho que antes só dava pra fazer sentado na frente do computador.
Semana passada eu abri, pela primeira vez pro público, uma das aulas que a gente faz toda semana lá dentro do Manual de Donos, com o Augusto Lins, um dos fundadores da Stone. Quem foi sentiu na pele o tamanho daquilo, e eu nem vou tentar descrever aqui.

Mas deixa eu te contar uma coisa que pouca gente sabe: essa não foi a primeira aula boa que a gente teve lá dentro, foi a décima.
A Renata Vichi já abriu o manual da Kopenhagen;
o Bernardinho já contou como ser um bom líder de verdade;
a Nat Beauty já explicou como escalar serviço e transformar commodity em diferencial;
e o Guilherme Benchimol já abriu o manual de escala que usou pra construir a XP;
Já são 10 aulas com empreendedores f@das que construíram empresas de verdade, gente que já passou pelo que você tá passando agora, e toda semana, sem exceção, tem uma live nova com um empreendedor referência no país. A aula fica gravada, e vem com material completo pra você aplicar no seu negócio já no dia seguinte, sem guardar informação pra usar “um dia”.

E se você entrar essa semana, ainda dá tempo de assistir a gravação inteira dessa aula (e de todas as outras) com o Augusto Lins, e descobrir os principais conselhos de cada fase que a Stone passou, desde quando era só uma ideia brigando contra bancão grande, chato e difícil de mercado tradicional, até virar gigante. E o interessante é que, mesmo sendo um mercado bem específico, os conselhos valem pra qualquer segmento que você tenha.
PRA FECHAR
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Tem 2 vagas abertas, tá tudo explicado aqui.
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

