
FRASE DA SEMANA

Viver preocupado com o que os outros pensam é o estilo de vida mais egoísta que existe, porque a sua única preocupação é com você mesmo.
Você tá com medo do quê?

Turma, outro dia me fizeram uma pergunta que me obrigou a parar e pensar de verdade. Perguntaram qual foi o medo que eu destravei que mais gerou valor pra minha vida e pros meus negócios, e eu respondi na hora, de bate pronto, sem a menor dúvida: o medo de passar vergonha. Foi o medo que, no dia em que eu aprendi a lidar com ele, mais mudou a minha trajetória, tanto lá dentro da empresa quanto aqui fora, na vida mesmo.
O medo da vergonha é uma prisão, e é uma das piores que existem porque quase ninguém percebe que tá preso nela, você não vê a grade, mas ela te trava em tudo. Quando eu olho pra trás, eu consigo contar um monte de oportunidades que eu perdi não por falta de capacidade, não por falta de recurso, mas simplesmente pelo medo de parecer idiota, de falar uma bobagem, de ser rejeitado, de ouvir um não na frente dos outros. E eu tenho quase certeza de que você, aí do outro lado lendo isso, também já deixou passar coisas importantes pelo mesmo motivo. Todo mundo já, é humano demais.
E é justamente por isso que eu tô aqui escrevendo pra você, porque eu preciso te contar uma coisa que talvez te liberte um pouco. Eu já fui vaiado no palco, na frente de um monte de gente. Eu já fui cancelado na internet, com todo mundo me apontando o dedo. Já riram da minha cara em reunião, daquele jeito que faz você querer sumir do mundo. Eu já me fantasiei das coisas mais malucas que você pode imaginar pra vender o meu sonho pras pessoas, pra fazer a marca acontecer.
E olha, eu sei que quando as coisas acabam dando certo lá na frente, parece que sempre foi assim, parece que foi tudo lindo e planejado. Mas a verdade verdadeira é que duvidaram de mim muito mais vezes do que acreditaram. E eu não escondo isso, pelo contrário, faço questão de contar, porque foi justamente atravessar essas vergonhas todas que me trouxe até aqui.
Então escuta bem o que eu vou te dizer, com o coração: tira essa vergonha da cara. Porque no dia em que você larga o medo da vergonha, você ganha praticamente um superpoder, e eu não tô exagerando. Quem não tem medo de passar vergonha corre riscos que a esmagadora maioria das pessoas não corre de jeito nenhum. Faz aquela ligação que os outros não fazem, manda aquela mensagem que os outros não mandam, sobe naquele palco que os outros fogem. Propõe aquela ideia diferente que os outros engolem por medo de parecer bobo e insiste quando quase todo mundo já teria desistido e ido pra casa.
É esse conjunto de pequenas coragens diárias que, somadas ao longo dos anos, constrói uma vida e um negócio fora da curva.
E aqui eu quero que você preste atenção, porque isso vale pros dois lados da sua vida, o pessoal e o profissional, e são inseparáveis. Na sua vida pessoal, o medo da vergonha é o que te impede de chamar a pessoa pra sair, de tentar a coisa nova, de assumir quem você é de verdade, de se expor num relacionamento, de recomeçar depois de uma queda com todo mundo olhando. E nos seus negócios, é exatamente o mesmo medo, só que com outra roupa. É o que te impede de apresentar a proposta ousada, de cobrar o preço justo pelo seu trabalho, de defender a sua ideia numa mesa cheia de gente que discorda, de aparecer, de se posicionar, de vender o seu peixe sem pedir desculpa por existir.
E se isso vale pra você como pessoa, vale em dobro pra você como líder, e essa é uma das lições mais importantes que eu aprendi construindo empresa. Os maiores líderes que eu conheço e admiro de verdade têm uma característica em comum: eles são assassinos do medo. Eles não deixam o medo tomar conta das organizações que comandam, porque sabem que empresa dominada pelo medo é empresa onde ninguém arrisca, ninguém fala a verdade, ninguém inova, e todo mundo joga na defensiva pra não passar vergonha na frente do chefe.
Escreve isso e pode dar print pra guardar: o medo da vergonha e a necessidade de aprovação são os maiores assassinos das melhores oportunidades da sua vida. Mas presta atenção na palavra mais importante da frase, porque ela muda tudo: esses medos são opcionais. Você não é obrigado a carregar eles, dá pra colocar eles no chão e seguir mais leve.
Então para de jogar pra torcida. Para de viver a vida tentando agradar a plateia, tentando arrancar aplauso de gente que nem liga de verdade pra você. Seja você mesmo, com todos os seus defeitos e esquisitices, e dane-se quem não curtir. Porque tem uma coisa linda que acontece quando você faz isso: aquelas pessoas que te curtirem sendo você de verdade, essas vão ser fiéis a você pra sempre. Vão te admirar pelo que você genuinamente é, e não por uma versão maquiada e sem graça que você inventou pra agradar todo mundo e acabou não sendo ninguém.
No fim, autenticidade atrai muito mais do que perfeição fingida, tanto nas amizades quanto nos clientes.
E encerra com essa filosofia, que eu carrego pra vida e pros negócios: joga pra se divertir, não pra impressionar. Entra no jogo pra jogar de verdade, com alegria, com entrega, sem a paralisia de ficar imaginando o que os outros vão pensar. E se você errar no meio do caminho, e você vai errar, todo mundo erra, você aprende com o tombo, levanta, sacode a poeira e continua andando. Porque a vergonha do erro dura um dia, dois, uma semana, e passa. Mas o arrependimento de não ter tentado por medo do que iam pensar, esse fica pra sempre te assombrando.
Tira a vergonha da cara. É de graça, é opcional, e do outro lado dela tá quase tudo que você mais quer.
Pensa nisso com carinho.
Fui!

FALTAM 3 DIAS!
Faltam 3 dias pra eu abrir, pela primeira vez, a história que ninguém nunca contou: como a Reserva virou o negócio de bilhões que ela é hoje.
Dia 27/08, às 19h, no Zoom, eu conto como criei o produto e a marca do zero, testando e validando antes de arriscar tudo, e como fiz essa marca sair de um negócio pequeno pra uma operação de bilhões, crescendo venda, time e estrutura sem perder o controle.
Se você quer entender toda essa trajetória, retire o seu convite clicando no botão abaixo. As vagas da sala são limitadas.
A marca de luxo que vale quase um bilhão de dólares e nunca fez um único anúncio na vida.

Acredite se quiser: existe uma marca de luxo que se recusa a agir como uma. Ela é avaliada em quase um bilhão de dólares, não vende joia pela internet, nunca fez propaganda de venda e nunca lançou coleção de verão ou de inverno. E eu preciso te confessar uma coisa logo de cara: eu odeio estar escrevendo esse texto, e daqui a pouco você vai entender exatamente por quê.
Estou falando da Chrome Hearts, a marca do momento, aquela dos crosses de prata e do couro pesado que você vê no pescoço e no pulso de praticamente todo artista relevante do mundo hoje. Pra você ter noção do tamanho da coisa, eles têm cerca de 36 lojas no planeta inteiro. Só pra comparar, a Reserva, quando eu saí, tinha mais de 250 lojas. E dentro dessas poucas lojas eles vendem de pulseira de prata a móvel de ébano feito à mão, com peças que custam o preço de um carro.

A história começa em 1988, numa garagem em Los Angeles. O Richard Stark, um cara de Utica, no interior do estado de Nova York, que tinha aprendido carpintaria como aprendiz e trabalhava vendendo couro pra fabricantes, resolveu fazer as próprias jaquetas porque simplesmente não achava no mercado nada que ele quisesse vestir pra andar de moto. Juntou-se a um fabricante de artigos de couro e a um ourives, e os três começaram a produzir jaqueta pesada, com tachas e cruzes de prata feitas à mão.
O primeiro grande empurrão veio quando eles fizeram figurino pra um filme de terror trash de baixo orçamento, e o guitarrista dos Sex Pistols viu aquilo, se amarrou e começou a usar no palco. Dali pra frente, Mötley Crüe, Guns N' Roses e o rock inteiro adotaram a marca como uniforme. Em 1992, quatro anos depois de nascer numa garagem, o Richard ganhou um dos prêmios mais importantes da moda americana.

Em 1994, ele comprou a parte dos sócios e a mulher dele, a Laurie Lynn, assumiu um papel central no negócio. Desde então é uma empresa familiar tocada pelo casal, hoje com os filhos dentro da operação.
Eu e meu time estudamos essa empresa por meses, e no fim das contas o manual de sucesso deles se resume a quatro princípios que qualquer dono pode aplicar.
O primeiro princípio eu copiei cem por cento na Reserva: a Chrome Hearts é uma marca de moda que odeia moda. Eles não seguem tendência, não seguem calendário do setor, não seguem regrinha de mercado. Lançam a peça pura e simplesmente quando ela fica pronta, sem prazo, sem estação, sem pressão de coleção. O Richard costuma dizer que a Chrome Hearts não está no negócio da moda, está no negócio da Chrome Hearts. Parece frase de efeito, mas é a coisa mais estratégica do mundo, porque no momento em que você para de correr atrás do que os outros estão fazendo, você deixa de ser comparável e passa a ser único.

O segundo princípio é que eles não têm a menor pressa. Enquanto o mercado inteiro é refém do resultado do trimestre, eles falam abertamente em construir uma marca pra durar gerações, e isso deixou de ser discurso no dia em que os filhos entraram no negócio e decidiram se dedicar a ele.
E olha que interessante: eles poderiam escalar amanhã, colocar camiseta em mil lojas mundo afora e faturar uma fortuna imediata. A própria Laurie Lynn já disse que a estratégia deles é menos coisa e mais foco.
O terceiro princípio é que eles são donos da própria fábrica, do começo ao fim. A operação ocupa três quadras em Hollywood, num complexo de mais de vinte mil metros quadrados com treze prédios e oito fábricas, onde trabalham mais de mil pessoas. Couro, metal, joia, madeira, roupa, quase tudo é feito por eles mesmos. E como falta mão de obra qualificada no mundo inteiro pra esse tipo de trabalho manual, eles formam os próprios artesãos dentro de casa. Isso significa que ninguém consegue copiar o produto deles, porque a vantagem não está no desenho, está na capacidade de fazer.

O quarto princípio é que eles preferem ser odiados a serem medianos. A qualidade vem antes de qualquer oportunidade comercial, e eles recusam parceria, recusam colaboração, recusam venda quando aquilo não faz sentido pro que a marca é. Chegar em quem manda ali é praticamente impossível, e essa dificuldade toda, que qualquer consultor chamaria de erro, é justamente o que faz o desejo pela marca ser tão absurdo.
E por que eu odeio estar escrevendo isso? Porque a Chrome Hearts construiu uma empresa de quase um bilhão de dólares em silêncio, sem gastar um centavo em propaganda, e aqui estou eu, esse babaca que vos fala, fazendo marketing de graça pra única marca do mundo que nunca quis fazer marketing.
O conselho que fica é o seguinte: a maioria dos donos acha que precisa fazer mais, aparecer mais, lançar mais, vender pra mais gente. A Chrome Hearts é a prova viva de que existe um caminho oposto que funciona melhor ainda. Quando você define com clareza absoluta quem você é, o que você faz e o que você jamais vai fazer, e sustenta isso por décadas sem se vender pela oportunidade fácil, o desejo pelo seu produto cresce sozinho.
Escassez de verdade não se fabrica com campanha de urgência, se constrói com coerência e com uma paciência que quase ninguém tem coragem de ter.
🎨 Como transformar sua Planilha numa tela bonita de dashboard em minutos

Você abre aquela planilha lotada de número, sabe que tem informação boa ali dentro, mas na hora de mostrar pro time ou pro sócio fica aquela bagunça de linha e coluna que ninguém entende de primeira. Você teria que abrir um programa de design, saber mexer, perder um tempo que você não tem, então acaba mandando o print da planilha mesmo, feio e confuso.
Existe um jeito de resolver isso só pedindo: o Gemini, que é a inteligência artificial do Google, tem uma função chamada Canvas. Você fala o que quer, ele pega os dados da sua planilha e monta um painel visual, bonito e fácil de entender, sem você tocar em nenhum programa.
🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Abra sua planilha e chame o Gemini
→ Abra a planilha (pode ser uma de controle de projeto ou um calendário de conteúdo) no Google Sheets.
→ Inicie o Gemini numa aba nova, clique no botão + e selecione Canvas.
Passo 2: Peça o painel
→ Escreva pro Gemini algo assim: "Cria um painel interativo usando os dados das abas um e dois."
→ Ele monta ali na hora, na sua frente.
Passo 3: Veja o resultado fora do chat
→ Copie o link do Canvas e cole no navegador.
→ Você vê o painel puro, sem a conversa em volta, prontinho pra mostrar.
Passo 4: Edite e compartilhe
→ Pra mudar alguma coisa, é só continuar conversando com o Gemini no chat, do jeito que você já faz sempre.
→ Compartilhou o link com um colega de trabalho? Ele também vê a versão atualizada, sempre.
DICA DE OURO: o Gemini também monta apresentação de slides bem rápido dentro do Canvas. É só pedir pra ele criar os slides usando as mesmas abas da planilha e depois exportar pro Google Slides ou baixar direto em PDF.
Sua planilha para de ser aquele arquivo que só você entende e vira uma tela que qualquer pessoa do time olha e já sabe o que está acontecendo no negócio.
Quantas vendas você já perdeu essa semana?

Deixa eu te perguntar uma coisa, e responde com sinceridade: quantas venda você já perdeu essa semana só porque demorou pra responder o WhatsApp?
A cena é sempre a mesma: chega mensagem 9h da manhã, o dia te engole, quando você abre o celular já são 14h. Você responde caprichado, atencioso, e nada. O cara já fechou com o concorrente que respondeu em 5 minutos. Teu preço tava bom, teu produto resolvia, e mesmo assim você perdeu pro relógio.
Quem responde em até 5 minutos tem 21 vezes mais chance de fechar aquele contato do que quem responde em 30.
Pois essa semana, lá dentro da minha comunidade, a gente ensinou o passo a passo pra você montar teu próprio Agente Automático no WhatsApp. E não é aquele robô sem noção que cospe tabela de preço. É um vendedor de verdade, que puxa conversa, entende o que o cliente precisa antes de falar de preço, separa quem tá pronto pra comprar de quem só tá passeando, e chama você na hora certa de fechar. Rodando no teu número, 24 horas por dia, respondendo em segundos.
E olha, funciona pra qualquer negócio, seja clínica, loja, serviço, indústria, não importa o segmento. A gente te dá o roteiro completo, o prompt pronto e o passo a passo mastigado, sem precisar saber programar uma linha.
E isso é só a aula dessa semana. Lá dentro já tem mais de 50 aulas prontas pra você aplicar hoje: dashboard financeiro, agente de vendas, precificação, IA no teu dia a dia.

Toda semana, um manual de negócios com passo a passo pra aplicar, outro de IA, com vídeo-aula e material escrito.
Além de tuuudo isso, toda semana tem uma mentoria AO VIVO com empreendedores F@DAS, como o Bernardinho e o Benchimol, e a turma toda de +6.000 empreendedores trocando ideia de verdade.
Fim de mês batendo na porta e meta pra fechar. Bora lá pra dentro?
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

