
Toda segunda, às 18:18
QUOTE DA SEMANA

O medo é o maior obstáculo de qualquer aprendizado. E quase sempre é baseado em algo que pode acontecer no futuro, não no que tá acontecendo agora.
Hoje em 10 minutos:
🦸 Jamais subestime o empreendedor brasileiro.
🇧🇷 O segredo da Smart Fit nunca foi a academia.
🤖 Como ter uma secretária que organiza seu dia com IA
🧰 Por dentro da minha comunidade.
Jamais subestime o empreendedor brasileiro.

Turma, eu entrei num dos projetos mais importantes da minha vida e da minha carreira: ajudar a construir um banco feito de verdade pro pequeno e médio empreendedor brasileiro. E antes que alguém ache que eu pirei ou que tô aqui dando orelhada por dinheiro, eu vou te explicar tudo, do começo ao fim, e você vai entender por que pra mim isso não foi um convite, foi uma convocação.
Recentemente eu vi os dados de uma pesquisa sobre o pequeno e médio empreendedor desse país, e cada número daqueles eu não li como estatística, eu li como memória, porque eu vivi cada um deles na pele. Mais da metade dos donos de negócio já tiveram problemas de saúde por causa da empresa. Quatro em cada dez se sentem completamente sozinhos na gestão. A imensa maioria tem muita dificuldade pra organizar a parte financeira do negócio.
E o que mais me pegou: a maior dor da maioria deles nem é dinheiro, é não ter tempo pra família.
Quem olha de fora pensa "esse cara já era". Mas isso aqui, rapaziada, é o Brasil, e eu carrego uma convicção: jamais subestime o empreendedor brasileiro. Somos quase 50 milhões, um em cada três brasileiros, quase o dobro de empreendedores por pessoa do que tem nos Estados Unidos. E não é porque a gente tem mais condição que eles, é porque tem menos. Mais imposto, menos crédito, menos apoio. E mesmo assim a gente sustenta perto de 30% da riqueza do país e metade dos empregos
Eu vivi todas as fases possíveis de um negócio nesse país, do dia em que vendia roupa na mala do carro até o dia em que vendi a empresa que ajudei a construir. E se tem uma missão que eu abracei pra esse novo ciclo da minha vida, é usar a força do empreendedorismo pra melhorar o nosso país, porque eu tenho convicção absoluta de que a solução do Brasil passa por aí.
E aqui chega o ponto. Na minha humilde opinião, o empreendedor brasileiro não precisa de muita coisa, porque a gente já tá mais do que acostumado a fazer muito com pouco. Mas se a gente tivesse acesso a quatro coisinhas simples, ninguém segurava a gente: um pouco de educação de qualidade, um tantinho de crédito pra girar o negócio, alguns investimentos e tecnologia pra ajudar na gestão.
A parte da educação eu já comecei a resolver do meu lado, com conteúdo prático pra quem empreende. Faltavam as outras peças. E foi exatamente aí que a Stone me procurou.
O modelo dos bancos grandes foi construído pra atender a grande empresa, não o pequeno e o médio. E isso sempre me pareceu, ao mesmo tempo, uma injustiça e uma baita oportunidade. Porque tem quase 50 milhões de pessoas empreendendo, a maioria por necessidade, exaustas, muitas vezes sem saber direito como gerir, mas que não desistem nunca. E ninguém tinha feito um banco de verdade pra elas.
E o que a Stone fez é tão simples quanto genial, deixa eu te explicar. Ela começou lá atrás com a maquininha verde, focada no pequeno e médio varejo, e foi escutando esse empreendedor, entendendo as dores dele de perto, e construindo tecnologia pra resolver cada uma dessas dores. Quando se deram conta, eles não tinham apenas uma maquininha, tinham a tecnologia de um banco inteiro.
E olha uma das sacadas que me ganhou, que resolve em cheio a dor da parcela fixa. Em vez de pagar o empréstimo numa parcela fixa todo dia 10, chova ou faça sol, você paga com um percentual das suas próprias vendas na maquininha. Vendeu pouco no mês? Paga pouco. Vendeu muito? Paga mais. O crédito respira junto com o seu negócio e não te sufoca no mês fraco. Parece simples, mas pra quem já passou noite sem dormir pensando em como ia pagar o banco, isso muda o jogo.
E tem mais sacadas no mesmo espírito: o dinheiro que você guarda na conta vira limite no cartão, então você mesmo constrói seu crédito vendendo, sem depender de gerente; o atendimento é humano e na hora, não aquela gravação de aperta um aperta dois; e a conta, o cartão, o crédito e a gestão ficam tudo num lugar só
Chega de quem subestima o dono. Quem passa a vida fazendo muito com pouco merece pelo menos um banco que jogue do lado dele, e não contra ele.Só te deixo o convite: conhece o Banco Stone, vê se faz sentido pra sua realidade, e decide você. Foi pra resolver as dores que eu descrevi aqui que eu topei essa missão.
Jamais subestime a força de quem empreende no Brasil.
Fui!
O segredo da Smart Fit nunca foi a academia.

Essa história é uma das minhas favoritas, porque ela prova uma coisa que eu repito até cansar: o segredo de um negócio gigante quase nunca está no produto, está em como você desenha o negócio por trás dele. E o Edgard Corona entendeu isso de um jeito que mudou o mercado fitness do Brasil inteiro.
O Edgard nem é do ramo de academia, na origem. Ele é engenheiro químico, trabalhou anos na usina de açúcar da família plantando e colhendo cana, depois passou por uma confecção de roupa, até que aos 34 anos, por causa de um acidente de esqui que exigiu meses de fisioterapia, ele acabou mergulhando no mundo do exercício físico. Em 1996, fundou a Bio Ritmo, uma rede de academias de alto padrão, sofisticada, bonita, cara. A Bio Ritmo cresceu, virou referência, e podia ter parado ali, confortável, atendendo gente rica em São Paulo.

Só que um dia ele parou pra tomar um café na Avenida Paulista e, conversando com a atendente sobre o que fazia da vida, ela soltou uma pergunta que parecia inocente: por que você não abre uma academia no meu bairro? E o Edgard, em vez de responder qualquer coisa, devolveu com a pergunta certa, aquela que muda tudo: quanto você pagaria pra malhar se eu abrisse?
A resposta dela foi na faixa de 50, 60 reais. Na época, a Bio Ritmo cobrava 300. Naquele momento, tomando um cafezinho qualquer, o Edgard percebeu que existia um oceano inteiro de gente que queria treinar numa academia boa mas que jamais ia pagar 300 reais por isso. Não era que essas pessoas não quisessem se cuidar. É que ninguém tinha feito um preço que elas conseguissem pagar.
Aí ele foi atrás de entender como resolver isso, e fez a coisa mais inteligente que um dono pode fazer: olhou pra quem já tinha resolvido esse problema em outro lugar do mundo. Passou meses estudando a Planet Fitness, que é a maior rede de academias acessíveis dos Estados Unidos, onde o preço da mensalidade é baixíssimo e mesmo assim a empresa lucra muito.
Ele chegou a viajar pra lá pra propor uma parceria e trazer a marca pro Brasil, mas tomou uma porta na cara, ouviu que eles não tinham interesse na América Latina. E foi aí que veio o pulo do gato: em vez de desistir, ele entendeu a lógica por trás daquele modelo e adaptou pro nosso país. Percebeu que o modelo americano era só musculação, simples, sem mil tipos de plano.
No Brasil, as academias viviam enroladas com plano mensal, trimestral, semestral, anual, pacote disso, combo daquilo, uma confusão tão grande que o cliente precisava ser craque em matemática pra entender e a vendedora precisava ser PhD em vendas pra explicar. O Edgard cortou tudo isso e passou a simplificar. Dois planos, ponto. Preço baixo, debitado direto no cartão.
Agora presta atenção nessa parte, porque essa eu ouvi de um grande amigo e não tenho como cravar que é 100% verdade, mas vou correr o risco de contar porque acho que ilustra bem o desespero e a ousadia de quem tá começando. Conta-se que o Edgard precisava de dinheiro que ele não tinha pra abrir a primeira loja da Smart Fit, e que um dos maiores fundos de investimento do país estava com uma negociação bem avançada pra colocar dinheiro na Bio Ritmo, o negócio antigo, de alto padrão.
Na última hora, o fundo desistiu. O Edgard, encurralado, virou o jogo e propôs outra coisa: que eles bancassem só o valor necessário pra abrir uma única loja da Smart Fit, e que, se desse certo, aí sim investissem em tudo. O fundo topou. E deu certo.
A primeira Smart Fit abriu em março de 2009, com mensalidade de 49 reais. Foram 300 matrículas só no primeiro dia. O mercado inteiro caiu pra cima do Edgard, falaram que era loucura, que ia acabar com o setor, que sem aquela estrutura cara não ia funcionar. Mas o cliente entrava numa loja linda, com aparelho novo, ar-condicionado, tudo de primeira, pagando um terço do que cobravam por academias piores.

Não teve discussão, o resto é história. Hoje a Smart Fit tem mais de 2 mil academias em cerca de 15 países, mais de 5 milhões de clientes, faturamento na casa dos bilhões de reais por ano, e é a terceira maior rede de academias do planeta. Em média, inaugura cinco academias por dia.
E aqui vem a grande lição: repara que o Edgard não inventou a musculação. A musculação é exatamente a mesma na Bio Ritmo de 300 reais e na Smart Fit de 49. O aparelho é parecido, o exercício é igual, o suor é o mesmo. O que ele mudou não foi o produto, foi o desenho do negócio em volta do produto.
Ele mudou pra quem vendia, saindo do cliente rico pra incluir o Brasil inteiro. Mudou o que entregava, trocando luxo e firula por uma experiência boa e enxuta com preço que cabe no bolso. Mudou como operava, copiando a lógica de baixo custo e alto volume que já funcionava lá fora. E mudou de onde vinha o dinheiro, ganhando no volume gigante de gente em vez de na margem alta de poucos. Foi mexer nessas peças ao mesmo tempo que criou uma coisa que ninguém conseguiu copiar fácil.
E olha que detalhe lindo pra fechar: imagina se aquele fundo de investimento tivesse colocado o dinheiro na Bio Ritmo, como era o plano original. Será que a Smart Fit existiria? Às vezes a pior notícia da sua semana é justamente o empurrão pro melhor negócio da sua vida.
Tem uma pesquisa da Universidade de St. Gallen que estudou 250 modelos de negócio de sucesso ao longo de 25 anos e descobriu que mais de 90% das grandes inovações não foram inventadas do zero, foram cópias inteligentes de uma lógica que já funcionava em outra indústria, exatamente como o Edgard fez trazendo o modelo americano pro Brasil. A Netflix fez isso com o Blockbuster, a Smart Fit fez com a Planet Fitness, e o seu negócio pode fazer também.

Foi sobre isso que a gente escreveu um dos manuais mais importantes do Manual de Donos: como enxergar o seu negócio em quatro perguntas simples, pra quem você vende, o que você entrega, como você opera e de onde vem o seu lucro, e como mudar pelo menos duas dessas peças pra construir algo que o concorrente não consiga copiar.
Se você sente que trabalha muito, tem um produto bom e mesmo assim o negócio patina, provavelmente o problema não é o seu produto, é o desenho do seu negócio, e esse manual foi feito pra te ajudar a enxergar isso com clareza.
📋 Como ter uma secretária de IA que organiza seu dia todo de manhã

Você acorda, abre o Gmail, o Slack, a agenda e perde os primeiros 40 minutos do dia só tentando entender o que é urgente, o que pode esperar e o que nem deveria estar na sua lista?
Existe uma forma de criar uma secretária de IA usando Codex ou Claude Code que toda manhã verifica seus emails, mensagens e compromissos, e transforma a bagunça numa lista de tarefas organizada por prioridade, que fica mais inteligente a cada dia.
O que é Codex/Claude Code: São ferramentas de programação assistida por IA. Você pede em português "cria isso pra mim" e a IA escreve o código sozinha. Não precisa saber programar.
🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Peça para a IA Criar o Sistema
→ Crie uma pasta no computador e abra o Claude Code dentro dela.
→ Peça: "Cria uma skill (habilidade) que verifica meu Slack, Gmail e agenda todo dia, prioriza as tarefas da mais importante para a menos importante e coloca no topo do arquivo MonoNote.md, com data, espaço para feedback e caixas de seleção de status (feito, adiar, cancelar)."
Passo 2: Crie as Regras de Prioridade
→ Peça para a IA criar dois arquivos: o MonoNote (sua lista) e o task-rules (regras de prioridade).
→ Dite suas regras em português normal: o que é alta prioridade (pedidos diretos, prazos de hoje), média (follow-ups úteis) e baixa (admin opcional). E o que ignorar (newsletters, recibos, notificações automáticas).
Passo 3: Rode e Revise
→ Rode a skill pela primeira vez.
→ A lista deve aparecer com: a data de hoje no topo, tarefas agrupadas por prioridade, link para a fonte de cada uma (de onde veio) e caixas de seleção que você usa o dia todo.
→ Marque as tarefas conforme for fazendo — assim você ensina a IA.
Passo 4: Automatize
→ Depois da primeira execução, peça para a IA criar a automação.
→ Ela vai: revisar seu feedback de ontem, transferir as tarefas que você adiou, atualizar as regras com o que aprendeu e gerar a lista nova de hoje.
→ IMPORTANTE: Peça para a IA só LER e organizar — nunca enviar emails, criar eventos ou deletar nada.
DICA DE OURO: Crie uma tarefa de auditoria semanal: peça para a IA analisar sua lista de tarefas, encontrar as tarefas que se repetem toda semana e sugerir quais delas você poderia automatizar de vez com IA.
Essa secretária de IA não substitui um assistente executivo humano para operações complexas, mas para organizar email, mensagem e agenda em ordem de prioridade todo dia resolve muito bem.
E você para de começar o dia perdido, sem saber por onde começar.

Eu vou falar uma coisa e peço que vocês não achem que eu pirei de vez: eu senti a mesma euforia que senti quando o Steve Jobs apresentou o iPhone pro mundo. A mesmíssima. E foi por causa de um software de construção de casas.
O nome é Zuru. E o que essa ferramenta faz é o seguinte: você projeta a casa dos seus sonhos arrastando parede, porta, janela, escada, tudo que imaginar, com a sensação de estar jogando videogame.
A inteligência artificial do Zuru testa cada decisão que você toma contra os códigos reais de construção civil. Suporte estrutural, eficiência energética, padrão climático do local, tudo é verificado automaticamente enquanto você projeta. Você coloca um ponto no mapa e o sistema adapta o projeto inteiro pras regras de construção daquele lugar.
Ou seja: qualquer pessoa, sem saber nada de engenharia, consegue projetar uma casa que poderia ser construída de verdade, em qualquer lugar do mundo.
Eu gravei um vídeo falando mais sobre eles. Saiba mais aqui
Fui!
Você me acompanha por aqui faz tempo. Lê o que eu escrevo, assiste o que eu posto, e é sempre a mesma coisa: eu falando, você ouvindo….
Lá dentro da minha comunidade a gente abre uma sala ao vivo, eu e meus sócios, só pros membros. E não é aula pra você assistir calado, não. Você levanta a mão, abre o teu negócio na nossa frente, conta o que tá te travando e a gente responde ali, na hora. O teu problema. O teu mesmo. Na frente de quem já construiu empresa de verdade e errou muito pra aprender.
Imagina poder me perguntar aquilo que você sempre quis e nunca teve a quem perguntar. Sobre preço. Sobre sócio. Sobre aquele funcionário que você não sabe se segura ou manda embora. Sobre a decisão que tá tirando o teu sono faz semanas.

Mês passado a gente fez isso pela primeira vez. Foi tão bom que virou um ritual fixo. Teve dentista, teve dono de clínica, teve mãe montando marca do zero na mesa da cozinha. Cada um chegou com uma dúvida que carregava sozinho fazia tempo e saiu de lá com uma resposta na mão. De verdade.
Amanhã dia 30, as 19h, teremos a próxima mentoria ao vivo. Se você assinar hoje, entra a tempo de estar lá comigo. E se você só abriu esse e-mail depois de terça, fica tranquilo, agora isso acontece todo mês. Entra que a próxima é tua.
E não é só a sala ao vivo. Você terá acesso também a:
+ 10 aulas de negócios (casos de negócios que admiriamos com o método pra aplicar no dia seguinte).
+ 10 aulas de inteligência artificial (as ferramentas que o time usa de verdade pra vender mais).
Agentes de IA prontos pra você usar 24h: diretor financeiro, diretor comercial e diretora de pessoas.
Agente que analisa teu modelo de negócio e sugere onde inovar.
Agente que monta teu calendário comercial.
Aulas ao vivo com quem construiu empresas de verdade: Guilherme Benchimol (XP), Renata Vichi (Kopenhagen), Bernardinho, e outros gigantes.
Mentoria ao vivo mensal comigo e meus sócios, onde você abre seu negócio e respondemos na hora.
A maior comunidade de donos do Brasil pra trocar ideia e fazer networking.
Você me lê de longe faz tempo. Amanhã, você pode sentar do meu lado.
PRA FECHAR
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

