
Toda segunda, às 18:18
QUOTE DA SEMANA

A gente criou um mundo que premia quem fala mais alto, não quem pensa melhor. A reunião é de quem grita, não de quem tem a ideia. E aí a gente se pergunta por que tantas decisões ruins são tomadas em grupo.
Hoje em 10 minutos:
❤️ ‘‘Faça o que você ama.’’
🏦 O bilionário que ficou rico ensinando.
🤖 Como criar um relatório de marketing semanal com IA.
🧰 Por dentro da minha comunidade.
Eu tô de saco cheio desse conselho.

Turma, eu tô de saco cheio dessa conversinha de que as pessoas têm que fazer o que amam pra serem felizes ou bem-sucedidas na vida. De saco cheio. Então vou tirar o Band-Aid logo: se você começar fazendo o que ama profissionalmente, tem uma chance enorme de acabar infeliz.
O conselho nunca deveria ter sido "faça o que você ama." Deveria ter sido "faça o que você é bom." E as pessoas confundem as duas coisas o tempo todo porque acham que dom e paixão são a mesma coisa, quando na verdade são coisas completamente diferentes.
Todo mundo tem uma zona de potência. Você pode amar tecnologia, por exemplo, mas ser fora da curva em comunicação. Pode amar cozinhar, mas ser extraordinário em vender. E aí passa a vida inteira tentando forçar a paixão em vez de usar o dom que já tem, que está ali do lado, esperando ser usado, parecendo fácil demais pra ter valor.
E é exatamente aí que mora o problema. As coisas que a gente faz de maneira muito fácil e muito natural nunca parecem especiais pra gente. Justamente porque saem sem esforço, a gente acha que todo mundo consegue fazer igual. Então ignora o dom e vai atrás do que é difícil, do que dá trabalho, do que parece impressionante por fora, achando que se dá trabalho deve ser melhor. Mesmo que o resultado no final seja mediano. A gente abandona a zona de potência e abraça o esforço. E no final entrega um negócio sem alma, sem identidade e sem verdade.
Quando você se dedica a fazer o que é bom, a paixão vem como consequência, não como ponto de partida. Funciona assim: você vai lá e faz, faz bonito, entrega resultado, as pessoas reconhecem, vem aquela sensação de "caramba, eu mando bem nisso", aí vem a vontade de fazer mais e melhor, e um dia você olha pra trás e percebe que ama aquilo. Não porque nasceu amando, mas porque ficou tão bom naquilo que o amor veio junto.
E isso não é achismo meu, turma. Tem um professor de Stanford chamado Albert Bandura que comprovou exatamente isso em 1977 numa pesquisa que ficou famosa no mundo inteiro. Ele chamou de auto-eficácia e a descoberta dele foi que o cérebro humano não confia em narrativa. Não adianta você ficar se repetindo "eu amo isso, eu nasci pra isso" porque o cérebro ignora. O que constrói confiança de verdade é uma evidência prática: você vai lá, faz, dá certo, e o seu cérebro registra. Faz de novo, dá certo de novo, e ele registra mais forte. E a paixão, a motivação, o tesão pelo trabalho, nasce desse acúmulo de pequenas vitórias, não de um sentimento mágico que aparece antes de você começar.
O Cal Newport, um professor de Georgetown que escreveu um dos melhores livros que eu já li sobre carreira, foi ainda mais direto. O livro chama "So Good They Can't Ignore You", que em português seria algo como "Seja tão bom que não consigam te ignorar", e a tese dele é simples e poderosa: a paixão vem depois da competência, não antes. Você não precisa encontrar a sua paixão pra começar. Você precisa ficar muito bom em alguma coisa, e a paixão aparece como prêmio pelo domínio, não como passaporte pra entrar.
E eu vivi isso na pele de um jeito que talvez te surpreenda.

Eu comecei a Reserva vendendo roupa na mala do carro em Ipanema, sem entender absolutamente nada de moda. Acho que não entendo até hoje, pra ser bem sincero. E o nosso produto, nos primeiros anos, estava longe de ser o melhor, muito longe. Mas a gente amava vender, amava estar com o cliente, entender o problema dele, criar uma solução que ninguém tinha pensado. Da entrega à campanha de comunicação, tudo que a gente fazia era completamente fora do padrão da indústria da moda, porque a gente não era da moda. A gente era de gente.
Quando eu comecei, eu era um outsider na indústria. Vim de fora, não entendia nada daquele mundo, e fiz o que a maioria faz quando não se sente pertencendo: tentei me encaixar. Fazia desfile conceitual pra impressionar a primeira fila, gastava dinheiro com produção que não tinha nada a ver com a gente, usava uma linguagem que não era a nossa. E sabe o que acontecia? O cliente ficava confuso, porque a gente tava entregando uma versão maquiada de quem a gente era. E quando você maquia demais, ninguém reconhece.
Aí um dia eu resolvi parar de tentar parecer com os outros e ser o que a gente era de verdade: outsiders que não entendiam nada de moda e tudo bem. Começamos a fazer desfiles manifesto, criticando uma indústria que obrigava o estilista a desenhar coleções que ele mesmo não vestiria e que os clientes também não vestiriam. A gente assumiu que as nossas roupas não eram pra desfile, eram pro cara se vestir de si mesmo. Transformamos vaidade em doação de alimentos, fizemos da marca um veículo de solidariedade, e quanto mais a gente era a gente, mais a gente era diferente. Mais o cliente se identificava e mais vendia.
Paixão pela moda? Eu não sei se eu tenho até hoje. A gente nunca esteve no negócio da moda. A gente sempre esteve no negócio de mover o céu e a terra pelo cliente. E de tanto fazer o que a gente era bom, a gente foi se destacando, e de tanto se destacar, a gente foi se apaixonando pelo processo.
Percebe a ordem? Primeiro veio a competência, depois veio o destaque, e só depois, lá na frente, veio a paixão. Não o contrário. Se eu tivesse esperado amar moda antes de começar, eu nunca teria começado. Estaria até hoje procurando a tal da paixão, fazendo teste vocacional, lendo artigo de autoajuda sobre "como descobrir o seu propósito", enquanto a vida passava.
E eu vejo isso acontecer com dono de negócio toda semana. O cara tá num negócio que funciona, que ele manda bem, que dá resultado, mas não sente aquele "fogo" que os gurus dizem que ele deveria sentir. Aí fica achando que tá no negócio errado, começa a procurar a próxima coisa que vai dar aquele tesão de volta, troca de empresa, troca de sócio, troca de mercado, e aí descobre que no negócio novo também não tem fogo depois de seis meses. Porque o fogo não vem do negócio. Vem de você ficando tão bom naquilo que o trabalho vira jogo e o jogo vira obsessão.
A verdade verdadeira é essa: quando a gente para de fingir ser quem não é e começa a usar o que já tem, o mundo retribui essa vulnerabilidade com carinho e fidelidade. Porque a maior parte das pessoas são boas, eu tenho convicção disso.
E o mesmo vale pro seu negócio, do tamanho que for. Você tá vendendo do jeito que acredita ou tá copiando o que viu o concorrente fazer? Tá falando com a tua voz ou tá tentando falar como o cara que tem mais seguidor? Tá entregando o que é teu dom ou tá tentando fazer o que parece mais difícil porque acha que difícil é sinônimo de bom?
Toda vez que eu vejo um dono de negócio travado, perdido, sem conseguir diferenciar a empresa dele, eu faço a mesma pergunta: "O que você faz melhor do que todo mundo de um jeito tão natural que você acha que não tem valor nenhum?" E a resposta, quase sempre, é exatamente o que deveria estar no centro do negócio, mas não está, porque parece fácil demais, parece óbvio demais, e a gente desvaloriza o que é fácil.
Para de desvalorizar o que é teu. Seu dom não parece especial pra você porque é natural. Mas é exatamente por ser natural que ninguém consegue copiar. A paixão vem como prêmio, não como passaporte.
Pensa nisso com carinho.
O bilionário que ficou rico ensinando, não vendendo.

O Guilherme Benchimol ficou bilionário fazendo o oposto do que todo mundo faz na internet hoje. Enquanto a gurusada empurra produto goela abaixo, ele resolveu ensinar, e o jeito que ele fez isso é uma das maiores aulas de negócio que esse país já viu.
Em 2001, o Guilherme tomou um belíssimo pé na bunda da corretora onde trabalhava no Rio de Janeiro. A bolha da internet tinha estourado, o setor dele foi extinto e ele ficou na rua com 24 anos e quase nenhum dinheiro no bolso. Em vez de procurar outro emprego, juntou o pouco que sobrou de grana e se fez uma pergunta que mudou tudo: por que cargas d'águas, num país onde quase ninguém investe, as corretoras só sabem empurrar produto pro cliente?
A resposta veio na hora, e era óbvia quando você parava pra pensar. O brasileiro não investia não por falta de dinheiro, mas por falta de conhecimento. Ninguém explicava nada. Os bancos vendiam produto financeiro do mesmo jeito que vendiam seguro de carro, na base do medo e da pressão, e o cliente comprava sem entender o que tava comprando.
Aí o Guilherme fez uma parada que ninguém fazia no mercado financeiro brasileiro: botou um anúncio no jornal em Porto Alegre oferecendo um curso de investimentos, vendeu pra 30 pessoas e faturou 9 mil reais. Pegou esse dinheiro, alugou uma salinha, comprou 10 computadores usados, montou uma espécie de lan house financeira e colocou o nome na porta: XP Escola.

Logo no ano seguinte, em 2002, o dólar disparou e a empresa quase quebrou. O Benchimol vendeu o próprio carro pra manter a operação de pé, panfletou nos bairros chiques de Porto Alegre, deu palestra pra médico em hospital e chegou a comprar e revender vale-refeição na porta de fábrica só pra embolsar a comissão e pagar as contas.
O cara abria, em média, uma conta nova a cada três semanas, e foi ali, no meio daquela correria de quem não sabe se vai sobreviver mais um mês, que começou a mágica.
Um por um, aqueles 30 alunos do primeiro curso voltaram, só que dessa vez não era pra comprar curso, era pra investir de verdade. Tinham aprendido, tinham confiado no cara que ensinou, e agora queriam colocar dinheiro com ele. E aí o Benchimol descobriu a coisa mais poderosa que eu já vi no mundo dos negócios: quem vende precisa convencer, mas quem ensina não precisa vender, porque o cliente compra porque entendeu sozinho.

Pensa na genialidade disso. Ele atraía gente com cursos pagos sobre investimentos, ou seja, o aluno pagava pra chegar até ele, o que significava que o custo pra conquistar aquele cliente era negativo. Em vez de gastar dinheiro em propaganda pra trazer gente, ele ganhava dinheiro com o próprio curso. Depois, entregava tanto valor que o aluno virava cliente da corretora naturalmente, por gratidão e confiança. Fez 1, 2, 3 turmas, viu que funcionava, e não parou mais até passar de 2.000 turmas ao longo dos anos.
Isso em 2001, galera. Muito antes de "marketing de conteúdo" e "marca pessoal" virarem moda na internet, o Benchimol já tava fazendo isso com anúncio de jornal e salinha alugada.
E ele replicou esse modelo durante toda a história da XP, sempre com a mesma lógica: ensina primeiro, vende depois. Foi assim com os cursos no começo, foi assim quando comprou o InfoMoney, que é um dos maiores portais de notícias sobre investimentos do Brasil, e foi assim quando criou o Expert XP, que virou um dos maiores festivais de investimentos do mundo. Conteúdo como porta de entrada, produto como consequência.
Os números do que aconteceu são absurdos. A XP hoje tem quase 5 milhões de clientes, administra mais de R$ 2 trilhões do dinheiro dos outros, fatura quase R$ 20 bilhões por ano e lucra mais de R$ 5 bilhões. Em 2010, faturava R$ 200 milhões, o que significa que em 15 anos cresceu 100 vezes. E tudo começou com 30 alunos pagando 300 reais cada num curso de investimentos em Porto Alegre.
A grande lição dessa história, e que eu aprendi na marra construindo a Reserva por quase 20 anos, é que a forma mais poderosa de vender é não tentar vender. É ensinar, gerar valor de verdade, tratar o seu cliente como alguém que você quer ajudar e não como alguém de quem você quer arrancar dinheiro. Quando você faz isso, o cliente volta sozinho, volta porque confia, e indica pros amigos, porque ninguém guarda pra si quando encontra alguém que realmente ajuda.
O Benchimol foi de demitido numa corretora aos 24 anos a fundador de uma empresa que vale dezenas de bilhões na bolsa americana, e o combustível foi um só: ensinar antes de vender.
A pergunta que fica é simples: o que você sabe que o seu cliente precisa aprender? Porque no dia que você parar de empurrar produto e começar a ensinar de verdade, o jogo muda.

E olha, se essa história te pegou, eu levei minha comunidade pra uma aula ao vivo com o próprio Benchimol dentro do Manual de Donos. Ele abriu o mapa inteiro: como tirou a XP do zero, como escalou sem perder a cultura e como construiu uma empresa que hoje roda sem ele no dia a dia. É o tipo de conteúdo que não existe em nenhum outro lugar. O manual completo dessa aula, com framework, exercícios práticos e a gravação, tá lá dentro esperando por você.
📊 Como criar um relatório de marketing semanal que se monta sozinho toda semana
Você passa horas toda semana coletando dados de vendas, métricas do site, anotações de reunião e ainda precisa juntar tudo, analisar e montar um relatório que ninguém lê com atenção?
Existe uma forma de usar o Claude Cowork para criar um sistema que coleta os dados, verifica os números, escreve a análise e monta o relatório completo automaticamente, toda semana, sem você fazer nada.
O que é Claude Cowork: É uma versão do Claude que trabalha como um funcionário digital. Em vez de só responder perguntas no chat, ele executa tarefas completas: abre arquivos, organiza pastas, conecta com suas ferramentas (Slack, Gmail, Google Analytics) e entrega trabalho pronto.

🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Deixe o Claude Organizar Tudo
→ Abra o Claude Cowork.
→ Peça: "Cria uma estrutura de pastas organizada para um relatório de marketing semanal: uma pasta pros dados que entram, uma pra você trabalhar e uma pro relatório final."
→ Pronto. O Claude cria as pastas sozinho e deixa tudo organizado. Você não precisa mexer em nada.
Passo 2: Crie a Habilidade de Coleta
→ Peça para o Claude Cowork: "Cria uma skill que prepara os dados para análise semanal de marketing. Ela deve resumir as mensagens do Slack da semana anterior, verificar o Gmail buscando atualizações de vendas, analisar os números no Google Analytics, extrair as anotações da reunião no Google Drive e salvar tudo na pasta de dados que você criou."
→ Pronto: agora o Claude sabe buscar os dados sozinho.
Passo 3: Crie a Habilidade de Análise
→ Peça: "Cria uma habilidade que analisa os dados coletados e gera um primeiro rascunho do relatório de marketing, com briefing para a liderança, resumo do Slack e lista de itens de ação (tarefas a fazer)."
→ Agora o Claude não só coleta, ele ANALISA e tira conclusões.
Passo 4: Execute e Aprove
→ Rode a skill de coleta de dados primeiro.
→ Depois rode a habilidade de geração do relatório.
→ IMPORTANTE: Aprove a história/análise ANTES de deixar o Claude expandir o relatório completo. Você revisa, corrige se precisar, e só então ele finaliza.
→ Por fim, crie uma skill de publicação para automatizar a entrega (enviar por email, salvar no Drive, etc.).
DICA DE OURO: Depois de cada relatório, converse com o Claude: diga o que mudou, o que estava errado, o que deveria virar regra permanente. Aprove uma pequena atualização na habilidade. Assim, a cada semana o relatório fica melhor e mais alinhado com o que você precisa de verdade.
O Claude Cowork não substitui um analista de marketing sênior para estratégias complexas e decisões de investimento, mas para coletar dados, organizar números e montar o relatório semanal resolve muito bem.
E você recupera horas toda semana que gastava só juntando informação.

A Google lançou uma ferramenta de inteligência artificial que me fez parar e pensar: acabou. O jogo da criação de vídeo mudou pra sempre.
O nome é Gemini Omni. E o que essa coisa faz é tão simples de explicar que parece mentira: você conversa com a IA e ela edita o vídeo pra você. Sem programa de edição. Sem linha do tempo. Sem saber mexer em nada. Você fala, ela faz.
Te dou um exemplo real da demonstração que o Google fez. Começa com um vídeo de uma violinista tocando num gramado. Aí você escreve: "leva ela pra um campo de flores." A IA muda o cenário inteiro, mas a violinista continua igual, com a mesma roupa, mesmo movimento, mesma emoção. O Gemini Omni é o primeiro que deixa você editar o que já existe conversando. Muda o fundo, troca a luz, altera o personagem, adiciona som, tudo sem perder a cena original.
Eu repito toda semana e vou continuar repetindo: dono que não tá prestando atenção em inteligência artificial vai levar um susto feio nos próximos 12 meses. E é por isso que no Manual de Donos toda semana eu trago um problema real de negócio resolvido com IA, mastigado, testado e pronto pra você aplicar na segunda-feira. Porque a ferramenta tá aí, de graça, mas saber o que fazer com ela no seu negócio é outra conversa.

Junho começa essa semana. E pra você que vende, não é um mês qualquer.
Vou te lembrar o que tá vindo. Dia 11, começa a Copa do Mundo. Dia 12, sexta-feira, Dia dos Namorados. Dia 13, sábado, o Brasil estreia contra o Marrocos às 19h e ainda cai no Santo Antônio. Dia 19, Brasil contra o Haiti, festa junina em todo canto. Dia 24, São João e jogo do Brasil de novo, fechando a fase de grupos. O mês inteiro vai ser uma fila de oportunidade caindo na cabeça do seu cliente, uma atrás da outra.
Pensa comigo. Cada uma dessas datas mexe com o seu negócio de um jeito diferente. Dia dos Namorados puxa presente, jantar, viagem, experiência. Festa junina puxa comida, bebida, roupa, decoração….
Aí é que tá o problema. Quem entra em junho sem calendário comercial montado já entrou perdendo. Uma companhia tem vendas e o resto. O resto não paga conta.
E olha que coincidência boa. Eu dei uma aula ao vivo pra minha comunidade sobre os 4 mecanismos pra construir uma máquina de vendas. Um dos quatro pilares que eu cravo lá é exatamente esse: calendário comercial.
A regra é simples e dura. Separa o ano em 54 semanas. O que você faz na semana 24 desse ano, você vai ter que fazer ou melhorar na semana 24 do ano que vem. Você cria demanda a partir do calendário, das datas comemorativas e até de datas que você mesmo inventa, tipo aniversário da empresa ou dia do cliente. Quem não trabalha o calendário com meses de antecedência fica reativo, e quem fica reativo no varejo desconta na margem pra tentar dar conta.
Esse é o tipo de aula que a minha comunidade recebe toda semana.
Se junho tá chegando e você ainda não sabe por onde começar em qualquer área do seu negócio, esse lugar é para você:
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobreviver? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

