FRASE DA SEMANA

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Se você não está disposto a falhar, não está disposto a aprender. Quem acha que já sabe tudo parou de evoluir sem perceber.

FALA RONY

O que separa os melhores de todo o resto?

Turma, outro dia me fizeram uma pergunta ótima: O que faz um se destacar enquanto a maioria fica na média ou quebra pelo caminho? Tudo que eu vou falar vale igualzinho pra qualquer pessoa que queira construir algo na vida.

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Vale pro dono de negócio, vale pro executivo que lidera um time dentro de uma grande empresa, vale pro profissional que quer crescer na carreira, vale pra qualquer um que precise trabalhar com gente e entregar resultado.

A coisa mais destrutiva e mais nociva que uma pessoa pode carregar, seja ela dona de empresa ou funcionária, líder ou liderada, é o ego. A vaidade. É isso que estraga mais carreira boa, mais negócio bom e mais relação boa do que qualquer dificuldade externa, e o ego é traiçoeiro justamente porque ele cresce quando as coisas vão bem.

Quando você tá colhendo sucesso, recebendo elogio, batendo meta, é aí que a vaidade se infiltra e começa a te convencer de que você é melhor que os outros, que não precisa mais escutar ninguém, que já sabe tudo. E é exatamente nesse ponto que começa a sua queda, mesmo que leve anos pra aparecer.

Por isso a primeira marca de quem é bom de verdade, no que quer que faça, é manter os dois pezinhos no chão. Independente do cargo que você alcance, do salário que você passe a ganhar, do tamanho do sucesso que você construa. As pessoas acham que o profissional de destaque é aquele durão, convencido, que atropela todo mundo com a própria genialidade. É mentira.

Além de toda a competência técnica, que obviamente precisa existir, quem se destaca de verdade e dura no tempo tem humildade. Preciso deixar claro que humildade não é fraqueza, não é se diminuir, não é aceitar tudo calado. Humildade é força, é a força de quem continua aprendendo mesmo depois de já saber muito, de quem admite que pode estar errado, de quem escuta quem discorda.

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O humilde evolui a vida inteira. O vaidoso para de crescer no dia em que começa a se achar pronto.

Mas humildade e os pés no chão não significam sonhar pequeno, e aqui tem um ponto que confunde muita gente. Quem é bom de verdade sonha grande, muito grande. A diferença é a qualidade desse sonho, ele tem que ser bom e grande ao mesmo tempo, as duas coisas inseparáveis.

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Você não constrói nada que dure fazendo sacanagem com as pessoas ao seu redor. Quem sobe pisando nos outros, uma hora cai, e cai sozinho, porque não construiu ninguém que queira segurar a sua mão na descida.

A próxima marca de quem é bom de verdade é a mente aberta e a capacidade de escutar, e essa eu considero quase um superpoder. Tenho uma convicção forte: a matéria-prima de qualquer coisa boa que você vá construir não é a tecnologia, não é o dinheiro, não é o diploma chique, é a escuta. É a sua capacidade de ouvir de verdade, com atenção genuína, quais são as dores e as necessidades das pessoas ao seu redor, pra então conseguir oferecer uma solução que realmente importa.

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Quem fala muito e escuta pouco vive resolvendo problema que não existe e empurrando solução que ninguém pediu. Já quem desenvolve o hábito de escutar descobre oportunidades que estavam na cara de todo mundo, esperando só alguém que prestasse atenção de verdade.

Por tudo isso, quando me perguntam o que vem primeiro, a estratégia, o produto, o capital, o plano, eu respondo sempre a mesma coisa, e vale pra empresa, pra carreira e pra vida: antes de tudo isso, vem a pessoa. Vem quem você é. Vem a sua cabeça no lugar, o seu ego no chão, o seu sonho bom e grande, os seus ouvidos abertos e o seu coração que se importa tanto com gente quanto com resultado.

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A pessoa é a primeira coisa, a fundação de tudo o que vem depois. Se essa fundação é sólida, dá pra construir qualquer coisa em cima. Mas se ela está rachada pela vaidade, não adianta construir, porque mais cedo ou mais tarde vem tudo abaixo.

Então, antes de olhar pra fora, pros concorrentes, pro mercado, pra meta do trimestre, olha pra dentro e cuida de quem você está sendo. Porque o que diferencia os melhores, em qualquer lugar e em qualquer profissão, nunca foi só o talento ou a sorte. Foi o caráter com que eles construíram o caminho.

O seu maior ativo e o seu maior risco são, sempre, exatamente a mesma pessoa: você.

Pensa nisso com carinho.

Fui!

Você trabalha muito e a empresa anda pouco? Quase sempre é uma trava só.

A gente montou um diagnóstico: em 5 minutos, você responde sobre a rotina da sua empresa e ganha o mapa do dono, uma nota de 0 a 100, a dimensão que mais segura o crescimento e a tarefa da semana pra você destravar seu negócio.

E tem uma parte que eu adorei: o resultado mostra quais grandes empresários do Brasil têm o mesmo perfil que você e são referência pra destravar a sua trava.

Qual é o seu perfil de dono? O meu é O Balde Furado kkkkkk

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RAIO-X DE NEGÓCIO

Um ursinho de pelúcia mudou a forma como o mundo se veste.

Você com certeza já viu esse urso por aí, mesmo sem saber o nome dele. É o Polo Bear, um ursinho de pelúcia vestido de Ralph Lauren, que aparece bordado em suéter, estampado em camiseta, boné, caneca, e que voltou a estar no corpo de todo mundo que se veste bem hoje em dia.

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O que pouca gente sabe é que a história dele começa mais de cem anos atrás, com um presidente americano e um urso de verdade.

Em 1902, o presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, que todo mundo chamava pelo apelido de Teddy, foi convidado pra uma caçada no Mississippi. O dia foi um fracasso e ninguém encontrava nada, até que os organizadores, pra agradar o presidente, encurralaram um urso, amarraram ele numa árvore e chamaram o Roosevelt pra dar o tiro. Ele se recusou, achando aquilo covarde demais.

A cena virou uma charge publicada no jornal Washington Post, e o episódio ficou tão famoso que os fabricantes de brinquedo começaram a batizar os ursinhos de pelúcia em homenagem ao presidente. Nascia ali o Teddy Bear, o urso do Teddy.

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E na Alemanha, a Steiff, uma fábrica de brinquedos que era tipo a Estrela da época, desenvolveu um ursinho de pelúcia que virou uma febre absoluta no mundo inteiro e até hoje é considerado o mais cobiçado por colecionador.

Agora corta pra 1990. O Jerry Lauren, irmão do Ralph e diretor criativo da linha masculina da marca, era um colecionador apaixonado dos ursos da Steiff. Sabendo disso, o pessoal que trabalhava com ele mandou fazer um urso da Steiff vestido igualzinho ao Jerry, de camisa social azul, gravata xadrez e suéter de tricô, e deu de presente de aniversário. No mesmo momento, o Ralph ganhou um ursinho vestido no estilo dele, de cowboy.

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Os dois irmãos amaram tanto aquilo que virou tradição: todo ano eles ganham um urso novo, com roupas inspiradas no que o Ralph veste e muitas vezes feitas nas mesmas fábricas que produzem as roupas de verdade da marca.

E o Ralph, que é um gênio em transformar o que ele ama na vida em produto, fez isso com o urso. Em 1991, a marca lançou em parceria com a Steiff o primeiro Polo Bear de pelúcia pra vender, numa edição limitadíssima de duzentas unidades na loja principal de Nova York, que esgotaram num único fim de semana. No mesmo ano, o urso apareceu pela primeira vez estampado num suéter, todo arrumadinho de blazer e calça cáqui.

Só que aqui está a parte da história que eu acho mais fascinante. Naquela época, a Ralph Lauren vestia um cliente muito específico: a elite das melhores universidades americanas, a turma do dinheiro antigo, que lá fora chamam de "old money", famílias que são ricas há tantas gerações que nem lembram de onde veio a fortuna. E esse cliente, convenhamos, jamais sairia de casa com um ursinho estampado no peito.

Enquanto isso, do outro lado de Nova York, no Brooklyn, uma turma de jovens de bairros pobres tinha montado um grupo chamado Lo-Lifes, juntando duas gangues de rua de vizinhanças diferentes. O que unia esses caras era uma obsessão: vestir Ralph Lauren da cabeça aos pés, de forma muito própria, misturando as peças de um jeito que a marca nunca tinha pensado. Só que eles não tinham dinheiro pra comprar aquelas roupas caríssimas.

Então faziam o quê? Roubavam das lojas. E quando o Polo Bear apareceu nas prateleiras, os suéteres com o ursinho viraram as peças mais cobiçadas de todas, uma espécie de troféu dentro do grupo. Sem querer, aqueles moleques deram pra Ralph Lauren um público novo, um contexto novo e um significado completamente diferente daquele que a marca tinha imaginado.

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O Ralph Lauren construiu uma marca pra velha e milionária América, sim. Mas foram os Lo-Lifes que, com uma linguagem própria e um jeito novo de vestir, ajudaram a fazer da Ralph Lauren também uma das marcas mais usadas no dia a dia do mundo inteiro.

O Ralph podia muito bem ter torcido o nariz pra um público que não era o dele, que usava a marca de um jeito que ele não tinha planejado. Mas a marca nunca virou as costas pra esse novo cliente, e hoje a própria revista da Ralph Lauren conta essa história com orgulho.

E o conselho que fica é esse: fica de olho em quem está usando o seu produto de um jeito que você nunca imaginou. Quase sempre a gente tem uma imagem muito clara de quem é o nosso cliente ideal, e às vezes fica tão apegado a essa imagem que não enxerga quem está chegando por fora, com outro jeito de usar, outra linguagem, outro motivo pra comprar. Esse cliente inesperado não é um problema pra ser corrigido.

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Muitas vezes é o futuro da sua marca batendo na porta. O líder que fica olhando só pra dentro, pro cliente que ele escolheu, perde a chance de entender pra onde o mundo está levando o negócio dele.

TRUQUES DE IA

📊 Como transformar sua planilha do Google num painel visual que qualquer um entende

Você tem uma planilha do Google cheia de dados importantes, controle de vendas, de projetos, de metas, mas é tanta linha e coluna que você mesmo se perde, e quando precisa mostrar pra alguém ninguém entende nada naquele monte de número?

Existe uma ferramenta do Google chamada Gemini Canvas que pega a sua planilha e transforma num painel visual (dashboard) com gráficos e números em destaque, bonito, fácil de entender e que você pode compartilhar com um link.

🤖 Como fazer e começar a usar:

Passo 1: Abra o Gemini na Sua Planilha

→ Abra a planilha que você quer visualizar no Google Sheets (ex: controle de projetos, de vendas, calendário de conteúdo).

→ Comece o Gemini numa aba nova.

→ Clique no botão "+" e selecione "Canvas".

Passo 2: Peça o Painel

→ Escreva pro Gemini: "Cria um painel interativo usando os dados das abas um e dois."

→ (Troque pelos nomes das suas abas, ou diga "usando os dados dessa planilha".)

→ O Gemini vai montar o painel com gráficos e números em destaque.

Passo 3: Abra o Painel em Tela Cheia

→ Quando terminar, copie o link do Canvas e cole no seu navegador.

→ Assim você vê o painel em tela cheia, fora do chat — do jeito que você mostraria numa reunião.

Passo 4: Ajuste e Compartilhe

→ Pra mudar qualquer coisa, é só conversar com o Gemini no chat: "deixa o gráfico de vendas maior", "troca a cor", "adiciona o total do mês".

→ Compartilhe o link com um sócio ou colega. E o melhor: quando os dados da planilha mudarem, o painel se atualiza — quem tem o link sempre vê a versão nova.

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DICA DE OURO: O Gemini Canvas também monta apresentação de slides num piscar de olhos. Peça: "cria slides a partir dessas mesmas abas." Depois é só exportar pro Google Slides ou baixar como PDF. Assim, da mesma planilha, você tira um painel pra acompanhar no dia a dia e uma apresentação pronta pra mostrar pra cliente ou sócio.

Depois me conta se funcionou?

Fui!

Eu quero construir a caixa de ferramentas número 1 do empreendedor brasileiro.

Isso aqui que você acabou de ler é metade de UM manual. De uma marca só.

O meu novo negócio, o Manual de Donos, nasceu pra isso: apareceu um problema no seu negócio, você abre a caixa e encontra a aula de quem já passou por esse problema, uma ferramenta pronta de IA pra resolver e o passo a passo.

São 3 pilares:

  • Educação: quem construiu te ensinando a construir. Toda terça-feira tem aula com os maiores empresários do Brasil, gente como o Guilherme Benchimol, Flávio Augusto, Renato Vichi… cada aula chega com o passo a passo pra aplicar na sua empresa

  • IA: o sistema pronto, instalado com um clique. Você não precisa entender nada de tecnologia pra usar: assista a aula da semana de inteligência artificial, use +15 agentes, cola na sua operação e ele começa a trabalhar no mesmo dia

  • Comunidade: É uma rede de mais de 6 mil donos de negócio, de todo segmento, fazendo negócio entre si. Você entra pra aprender e ainda pode sair com cliente novo.

Encontre o passo a passo para resolver os problemas do seu negócio com quem já fez acontecer, toda semana:

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

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