FRASE DA SEMANA

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Se as pessoas gostam de você, elas te escutam. Se confiam em você, fazem negócio com você.

FALA RONY

Você lidera por cobrança ou por coração?

Turma, ontem eu ouvi um podcast e falaram uma coisa sobre comunicação e liderança que me acertou em cheio. Ele disse que comunicação é coração, e explicou o porquê: quando um líder, ou qualquer pessoa que precisa comunicar algo, tenta vender uma ideia na qual ele mesmo não acredita, por mais que se esforce, por mais técnica que use, ele não engaja ninguém. As pessoas sentem.

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Elas percebem quando tem verdade ali dentro e quando é só discurso ensaiado. Isso é verdade demais, e me fez lembrar na hora de um dos discursos mais poderosos da história, que eu usei como inspiração muitas e muitas vezes na minha trajetória.

É o discurso que Napoleão Bonaparte fez em 1796, aos 26 anos de idade, quando assumiu pela primeira vez o comando de um exército na Itália. E não era um exército qualquer, era uma tropa em frangalhos, destroçada. Os soldados estavam sem receber pagamento, sem comida, sem bota, muitos iam literalmente descalços pra guerra, com o uniforme rasgado caindo do corpo.

Do outro lado da linha de combate estavam os austríacos e os piemonteses, inimigos fortes, bem alimentados, bem pagos e armados até os dentes. Imagina o tamanho do buraco. Um general de 26 anos, recém chegado, tendo que motivar um bando de homens famintos, falidos e desmoralizados a enfrentar um exército muito superior.

O que a maioria dos líderes faria numa situação dessas? O que eu mais vejo por aí até hoje: falar com o time em tom de cobrança e de ameaça. “Tem que dar resultado”, “se não melhorar vai ter demissão”, “parem de reclamar e façam acontecer”. Napoleão fez exatamente o contrário. Ele juntou aquela galera maltrapilha e mandou uma letra mais ou menos assim, que eu parafraseio aqui pra você sentir o espírito:

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“Soldados, eu sei que vocês estão mal alimentados e lutando praticamente sem equipamento. Sei também que o governo deve muito a vocês e, no meio desse caos todo, não tem como pagar o que é devido agora. A paciência e a coragem que vocês têm demonstrado honram vocês, mas não trouxeram nem os bens nem a glória que vocês merecem.

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Por isso eu faço a vocês uma promessa hoje, pra que juntos a gente possa mudar o futuro: eu vou levar vocês até as planícies mais férteis e ricas da Terra. E quando a gente chegar lá, vocês vão ter a glória e a riqueza que lhes são devidas. E eu não vou sair da frente de vocês nem por um minuto, até o fim.”

Olha a genialidade do que ele fez, destrinchando passo a passo. Primeiro, ele ganhou a confiança de todos ao reconhecer o problema de forma honesta, sem fingir que estava tudo bem, sem maquiar a realidade dura que todo soldado ali já sentia na pele.

Depois, como ele não tinha o poder de mudar o passado nem a miséria do presente, ele fez aquela tropa visualizar um futuro melhor, pintou na cabeça de cada um uma imagem concreta de fartura e glória, e terminou prometendo a única coisa que um líder de verdade pode garantir: que não largaria a mão de ninguém, que estaria na linha de frente junto com eles até o fim.

Repara numa coisa que é a chave de tudo: ele não deu uma ordem sequer. Não passou meta, não ameaçou, não cobrou. Foi 100% transparente, tocou o coração daqueles homens e, com isso, os ajudou a visualizar e a acreditar num futuro pelo qual valia a pena lutar.

Porque não existe no mundo força maior do que a de um ser humano movido por um propósito forte. Ninguém vence um homem que acredita de verdade naquilo que está fazendo. O próprio Napoleão entendia tanto isso que vivia dizendo, no espírito dele, que se é pra morrer, que seja por algo do tamanho da vida.

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E o resultado daquele discurso? Em cerca de um mês, aquele exército esfarrapado e descalço fez o poderoso exército rival se render. Um mês.

Comunicação é, definitivamente, coração. Por isso, calma, valente, calma, e da próxima vez que você for falar com o seu time, com os seus sócios, com a sua família até, para um segundo antes e se pergunta: eu estou falando com o coração ou estou só despejando cobrança? Essa única pergunta vai fazer uma diferença absurda na forma como as pessoas te escutam e te seguem.

Foram muitas as vezes que esse discurso do Napoleão me inspirou na vida real. Quando a pandemia da Covid chegou, as lojas fecharam da noite pro dia, e as nossas tropas, mais de dois mil homens e mulheres, estavam apavoradas em casa, sem saber o que ia ser do futuro. Em vez de mandar um comunicado frio de RH, eu chamei todo mundo pra uma live.

A primeira coisa que fiz foi exatamente o que o Napoleão fez: reconheci o problema de peito aberto. Disse que eu sabia que estavam todos com medo, medo de pegar a doença, medo de perder o emprego, medo de perder parentes queridos.

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Não neguei a realidade, olhei pra ela junto com eles, e então os acalmei explicando, de forma concreta, o que a gente ia fazer pra ajudar cada um a ficar em segurança.

Depois, passei pra eles um pedaço do filme Sully, aquela história real do piloto americano que, com o avião em pane, conseguiu pousar numa boa no Rio Hudson, em Nova York, e salvou os 155 passageiros a bordo.

Eu disse pra todo mundo que enxergava a gente exatamente como aquele comandante, que eu tinha um plano, mas que ia precisar da ajuda de cada um pra conseguir pousar o nosso avião em segurança no nosso Rio Hudson. Pintei o futuro, assim como o Napoleão pintou as planícies férteis pros soldados dele.

Eu disse que não só a gente não ia demitir ninguém, como ia dobrar os salários e as comissões deles durante aquele período, pra que todos pudessem ter a maior renda possível justamente no momento mais difícil.

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Assumi conscientemente um prejuízo pessoal no curto prazo, pra que juntos, e mais fortes, a gente ganhasse no longo prazo.

Foi ali que a gente ganhou o time de corpo e alma, e o resultado fala por si: em julho de 2020, com as lojas ainda fechadas, a marca já crescia quase 20% em relação ao ano anterior.

Guarda essa, que pra mim resume tudo o que eu aprendi sobre liderar gente: o bom líder é um eterno vendedor de esperança e um assassino do medo. Ele não governa pelo terror, governa pela fé que consegue acender no coração das pessoas. Porque, juntos e acreditando, os seres humanos sempre são mais fortes do que separados e amedrontados.

Pensa nisso com carinho.

RAIO-X DE NEGÓCIO

A sandália mais feia do mundo virou uma marca bilionária repetindo uma palavra sem parar: não.

Não pra moda, não pra produto descartável, não até pra Amazon. A Birkenstock, aquela sandália de cortiça com fivela que todo mundo já chamou de feia pelo menos uma vez na vida, foi parar na bolsa de Nova York em 2023 avaliada em cerca de 8,6 bilhões de dólares, faturou 1,8 bilhão de euros em 2024 e ainda ganhou papel de destaque no filme da Barbie, como o símbolo da vida real contra o salto alto de plástico.

A história começa em 1774, quando um sapateiro chamado Johann Adam Birkenstock aparece registrado nos arquivos da igreja de uma vilazinha perto de Frankfurt, na Alemanha. Daí pra frente foram gerações de sapateiros da mesma família obcecados por uma ideia que na época era radical: construir o calçado a partir do formato do pé, em vez de espremer o pé dentro do sapato.

No começo do século passado, um bisneto dele criou a palmilha anatômica que é a alma da marca até hoje, e nos anos 60 essa palmilha ganhou tira e virou sandália. Eu e meu time estudamos essa febre global, e o manual deles se resume a três princípios.

O primeiro é qualidade, qualidade e, por último, qualidade.

A Birkenstock nasceu como calçado de saúde, daqueles que médico recomenda pra cuidar do pé e que duram muitos anos, e por isso a marca sempre teve pouquíssima paciência com moda. O produto quase não muda: cinco modelos respondem por quase dois terços de tudo que a empresa vende, e o mais famoso deles, a Arizona, aquela de duas tiras, foi lançado em 1973, testado nos pés dos próprios funcionários da fábrica, e mantém praticamente o mesmo desenho até hoje.

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Enquanto o mercado inteiro lança coleção nova a cada estação e faz produto pra estragar rápido e o cliente voltar, eles apostam no sentido contrário, uma sandália que dura tanto que você leva anos pra precisar de outra.

O segundo princípio é aquele velho ditado: se Maomé não vai à montanha, a montanha vai até Maomé.

Em 1966, uma costureira alemã que morava na Califórnia, a Margot Fraser, comprou um par num spa na Alemanha, se apaixonou e decidiu levar a sandália pros Estados Unidos. Bateu de loja de sapato em loja de sapato e ouviu a mesma resposta em todas: ninguém queria vender aquele produto horroroso.

Em vez de insistir na porta que estava fechada, ela foi atrás de onde estava o cliente certo e começou a vender em lojas de produtos naturais, frequentadas por gente muito mais preocupada com saúde e conforto do que com tendência. Foi ali que a Birkenstock grudou na cultura hippie americana e criou uma base fiel de clientes antes de qualquer vitrine famosa aceitar a marca.

O terceiro princípio é dizer mais não do que sim.

A Birkenstock escolhe a dedo as lojas que podem vender a sandália, e recusa muito mais loja do que aceita. O exemplo mais forte disso aconteceu em 2017, quando a Amazon ficou cheia de Birkenstock falsificada e de gente vendendo a sandália sem autorização da marca.

Em vez de engolir aquilo pra não perder o maior site de vendas do planeta, a Birkenstock parou de vender pra Amazon e pediu a todas as lojas parceiras que também não vendessem por lá. Abriu mão de vender muito mais pra proteger a única coisa que não dá pra recuperar depois que se perde, que é a confiança de quem compra.

A parte dessa história que mais mexe comigo é o começo. A Birkenstock chegou nos Estados Unidos dentro de uma mala, de porta em porta, de feira em feira, e eu conheço essa mala.

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No começo da Reserva, e de todos os meus negócios depois dela, eu ia pra São Paulo de carro com o porta-malas cheio de peça pra mostrar pra lojista que nem queria me receber. Fico arrepiado só de lembrar.

O conselho que fica: nenhuma marca grande que eu conheço e admiro de verdade começou pela porta da frente, todas começaram pela mala.

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Se a loja famosa não te quer agora, procura o lugar onde o seu cliente certo já está e começa por ali. Quando o negócio crescer, lembra que cada vez que você aceita vender num lugar que maltrata a sua marca, você está vendendo barato um pedaço da confiança do seu cliente.

No mês passado eu sentei com o Caio Amato numa aula ao vivo no Manual de Donos. O Caio é um cara de Mococa, no interior de São Paulo, que hoje comanda a Oakley, aquela marca de óculos esportivos, no mundo inteiro.

O jeito que ele usa pra cuidar de uma das marcas mais famosas do planeta cabe numa página só, e a história da Birkenstock passa por ela inteirinha. Deixo aqui de presente pra você salvar:

Isso aqui é só um pedaço do Manual de Inovação, Marca e Produto que o Caio abriu com a gente. Esse manual está, junto com mais de 50 manuais de negócios e de IA, dentro do Manual de Donos, a nossa comunidade de donos de negócio, do dono de padaria ao dono de indústria e donos de serviços, que trocam entre si o que deu certo e o que deu errado.

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Você descobre qual é a sua dor, seja vendas, marca, gestão ou pessoas, abre o manual dela e tem uma aula lá esperando por você.

ps: O preço vai subir no final desse mês, aproveitem! O papai aqui avisou antes ein kkkkk

TRUQUES DE IA

🔵 O que é o ChatGPT Dots: a IA que trabalha pra você mesmo quando você fecha o chat

Deixa eu te contar uma novidade que mudou a minha cabeça essa semana.

Até agora, IA era uma conversa: você pergunta, ela responde, fechou a tela, acabou. Era tipo ter um consultor genial, mas que só fala quando você puxa, e para no segundo que você sai.

A OpenAI (a empresa do ChatGPT) acabou de lançar os “Dots”. E um dot é diferente: ele continua trabalhando mesmo depois que você fecha a conversa. Você dá a missão uma vez, fecha o notebook, vai viver sua vida e ele fica lá, nos bastidores, fazendo o trabalho.

Todo mundo comenta essa tal “moda de agentes”, mas é isso que mudou de verdade:

→ Antes (assistente): você precisa pedir toda vez. É uma ferramenta, útil, mas parada até você usar.

→ Agora (agente): você define a missão UMA vez, e ele trabalha sozinho. Monitora, pesquisa, executa, e só te chama quando precisa de decisão ou quando o trabalho está pronto.

A diferença é a mesma entre ter uma furadeira (você que fura) e contratar um funcionário (você delega e ele resolve). O agente é o funcionário.

E você controla o quanto ele age sozinho: pode mandar ele PERGUNTAR antes de cada passo, AGIR só no que você já autorizou, ou fazer sozinho e te mostrar depois. Coisas sensíveis (como trocar senha) sempre pedem sua autorização.

→ Antes (assistente): você precisa pedir toda vez. É uma ferramenta, útil, mas parada até você usar.

→ Agora (agente): você define a missão UMA vez, e ele trabalha sozinho. Monitora, pesquisa, executa, e só te chama quando precisa de decisão ou quando o trabalho está pronto.

A diferença é a mesma entre ter uma furadeira (você que fura) e contratar um funcionário (você delega e ele resolve). O agente é o funcionário.

E você controla o quanto ele age sozinho: pode mandar ele PERGUNTAR antes de cada passo, AGIR só no que você já autorizou, ou fazer sozinho e te mostrar depois. Coisas sensíveis (como trocar senha) sempre pedem sua autorização.

🤖 Como fazer e começar a usar:

Vou te dar um exemplo fácil e útil: um dot que vigia seu financeiro e te avisa de cobrança esquecida.

Passo 1: Crie o Dot

→ No ChatGPT (no computador), procure a opção de criar um dot (o "+" de novo agente).

→ Dê um nome pra ele. Tipo "Zelador do Caixa".

Passo 2: Escreva a Missão em Português Normal

→ Explique a tarefa como explicaria pra um funcionário novo: "Todo dia, olha minhas cobranças e notas fiscais. Se achar alguma que foi combinada mas não foi enviada, ou algum pagamento atrasado, me avisa com um resumo. Prepara a cobrança pronta, mas NÃO envia nada sem eu aprovar."

Passo 3: Conecte Só o Necessário

→ Ligue o dot só nos apps que essa missão precisa (sua ferramenta de nota fiscal, email ou planilha de cobranças).

→ Não saia dando acesso a tudo. Só o que a tarefa pede.

Passo 4: Defina o Nível de Autonomia

→ Aqui você manda: escolha "pergunta antes de agir" no começo.

→ Assim o dot faz o trabalho braçal, mas qualquer coisa que sai (enviar cobrança, mexer em dinheiro) passa por você primeiro.

Passo 5: Deixe Rodar e Confira

→ Pronto. Agora ele trabalha sozinho e te chama quando acha algo.

→ Acompanhe os primeiros avisos. Acertou? Vai soltando mais a rédea. Errou? Ajusta a missão.

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DICA DE OURO: Trate o dot como funcionário no período de experiência. No começo, "pergunta antes de agir" e acesso só ao essencial. Depois que ele provar que acerta, você autoriza mais.

Depois me conta se funcionou?

Fui!

O Manual de Donos vai ficar mais caro. E eu te devo uma explicação.

Quando a gente começou, era muito diferente:

  • Antes, era um manual por semana. Hoje é mentoria ao vivo toda terça-feira com os maiores empresários do Brasil, como o Guilherme Benchimol, o Flávio Augusto e a Renata Vichi, sempre com o passo a passo pra aplicar na sua empresa.

  • Antes, era só conteúdo. Hoje são mais de 15 agentes de IA prontos, que você instala com um clique e coloca pra trabalhar na sua operação no mesmo dia.

  • Antes, era uma lista de leitores. Hoje são mais de 6 mil donos de negócio fazendo negócio entre si.

Hoje o Manual de Donos virou a minha caixa de ferramentas pro empreendedor brasileiro: apareceu um problema de vendas, marca, gestão, pessoas ou inteligência artificial, você abre e encontra o passo a passo de quem já resolveu.

O produto cresceu muito, e o preço vai acompanhar. A partir de 31 de outubro, a assinatura sobe.

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Quem entrar até o dia 31 leva tudo isso pelo valor de hoje e ainda garante vaga na mentoria da semana que vem com o Flávio Augusto, um Q&A ao vivo pra perguntar direto pra ele.

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

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