FRASE DA SEMANA

O caminho mais rápido pro sucesso é aquele que você não abandona.

FALA RONY

Pare de esperar a grande ideia.

Turma, na minha opinião a palavra mais mal compreendida no mundo dos negócios hoje é uma só: inovação. Todo mundo fala em inovação o tempo inteiro, mas quase ninguém entende de verdade o que ela significa. A imensa maioria das pessoas acha que inovar é uma coisa de tecnologia, de gênio, de garagem, acham que a única forma de inovar é construir um foguete e mandar pra Lua, criar o próximo Facebook, o próximo Instagram, inventar uma inteligência artificial revolucionária.

E é justamente essa ideia errada que trava um monte de gente boa, que se acha incapaz de inovar só porque não entende de código nem quer mandar nave pro espaço.

Deixa eu te contar uma história que fez a ficha cair de vez pra mim. Em 2015, uma revista americana que eu amo de paixão, chamada Fast Company, que é referência mundial em inovação e negócios, elegeu a Reserva como uma das marcas mais inovadoras do mundo. E olha o tamanho da coisa: a gente era a única empresa brasileira naquela lista, dividindo espaço com gigantes da tecnologia como Google, Apple, empresas que eu admirava de longe.

Uma marca de moda masculina brasileira, que começou vendendo bermuda no porta-malas de um carro, no meio de um ranking de foguetes e algoritmos. Eu fiquei genuinamente sem entender.

Então eu fui atrás, procurei bater um papo com a repórter responsável, e perguntei, com toda a sinceridade do mundo: por quê? Por que cargas d'água uma marca de roupa masculina, que não tem app revolucionário nem tecnologia de ponta, entrou nessa lista ao lado das maiores empresas de tecnologia do planeta? E a resposta dela foi um dos maiores insights que eu recebi na vida inteira.

Ela começou a listar uma série de pequenas coisas que a gente fazia no dia a dia, coisas simples, mas feitas de um jeito muito bem feito e sempre ancoradas no nosso propósito. Coisas como o jeito que a gente pegava uma situação ruim, tipo a filmagem de um assalto que aconteceu numa das nossas lojas, e transformava aquilo em campanha positiva, em oportunidade, em conexão com o cliente. Nenhuma daquelas coisas era tecnologia de ponta. Eram, todas elas, soluções criativas pra problemas reais do dia a dia.

E foi ali que a ficha caiu de vez: você não precisa mandar um foguete pra Lua pra inovar. Existem pequenas e gigantescas revoluções escondidas nos problemas do dia a dia, e toda vez que você para pra resolver um desses problemas com carinho e criatividade, você tá inovando, mesmo que ninguém chame aquilo de inovação.

Inovação é você observar que alguém tem um problema, desenvolver uma solução pra esse problema, e fazer aquele ser humaninho de verdade usar a sua solução. Só isso.

E aqui vem o insight que eu considero o mais importante de todos: A matéria-prima da inovação não é a tecnologia. A tecnologia é meio, nunca é fim. A verdadeira matéria-prima da inovação é a observação, é a escuta, é a sua capacidade de reparar, prestar atenção e enxergar que alguém ali do seu lado tem um problema que ninguém mais parou pra notar.

Quando você observa um problema real e desenvolve uma espécie de obsessão saudável por resolver aquilo, você vai inovar, com toda a certeza, tendo você o diploma mais chique do mundo ou nenhum diploma na parede.

É por isso que eu tenho convicção de que a principal habilidade de um empreendedor, e eu diria de qualquer pessoa que quer construir algo na vida, não é ter uma ideia genial iluminada. É a observação, é saber olhar pro mundo e enxergar as dores que estão ali, escancaradas, esperando alguém que se importe o suficiente pra resolver. E, olha que importante, isso passa por você não ser megalomaníaco.

Essa habilidade de observar, escutar e resolver o problema do outro é o que constrói as melhores relações, as melhores carreiras, as melhores amizades e as melhores ideias.

Então o meu conselho pra você, que serve pro seu negócio e pra sua vida do mesmo jeito, é esse: vira um obcecado por observar. Presta atenção nas pessoas que nem detetive, escuta o que elas falam e principalmente o que elas não falam, e repara no que todo mundo deixa passar batido.

E depois que enxergar o problema, não para por aí, porque observar sem agir não muda nada. Se esforça de verdade, com obsessão e carinho, pra resolver aquilo que você viu. Faz isso de forma consistente, e eu te garanto, você vai ser um grande inovador, tanto na sua empresa quanto na vida de todas as pessoas que têm a sorte de ter você por perto.

Pensa nisso com carinho.

RAIO-X DE NEGÓCIO

Se a água levasse tudo do seu negócio amanhã, o que sobraria?

Essa história é do Paulo, e ela responde uma pergunta que quase nenhum dono para pra pensar: se amanhã sumisse tudo que você tem, o que sobraria do seu negócio?

O Paulo e a esposa dele, a Cátia, tocam a Bodega da Lourdes, um mercadinho de família que está há mais de cem anos na mesma esquina, no município de Encantado, no interior do Rio Grande do Sul. É bisavô, avô, pai e filho atendendo a mesma vizinhança, no mesmo pedaço de calçada, atravessando ditadura, plano econômico, inflação de mil por cento, chegada de supermercado grande, tudo.

Em setembro de 2023, a água de um dos rios que cortam a cidade entrou pela porta da bodega. O Paulo nunca tinha vivido nada parecido e não levou muito a sério no começo, e essa foi a primeira aposta errada dele. A água subiu, subiu, e ele e a Cátia terminaram em cima do próprio telhado, onde passaram nove horas até o resgate chegar de barco.

Dois meses depois, com a loja ainda em obra, veio a segunda enchente. Ele mandou a mulher pra casa de um parente e ficou sozinho brigando com a água, e perdeu de novo, embora com estrago menor. E em abril de 2024, veio a terceira, a maior tragédia climática da história do estado, que deixou centenas de milhares de gaúchos desabrigados. Dessa vez foram mais de sessenta dias com uma pá e uma enxada na mão, tirando barro de dentro de cem anos de memória.

Três vezes o estoque inteiro virou lixo. Geladeira, balcão, prateleira, mercadoria, tudo. Se o negócio dele fosse só aquilo, a Bodega da Lourdes tinha morrido na primeira enchente, como morreram tantos comércios naquela região.

Só que teve um momento, no meio dessa história, que explica por que ele voltou.

A Stone, que já era parceira antiga da bodega, olhou pra aquela situação e fez uma coisa que quase nenhuma empresa faz: o time pegou o carro, foi até Encantado e colocou o pé na lama junto com a família pra ajudar na reconstrução, organizando também uma vaquinha pra ajudar o Paulo a levantar a loja.

O Paulo pegou aquele dinheiro, comprou doze geladeiras e seis máquinas de lavar, e não ficou com nenhuma. Doou tudo pros outros comerciantes do bairro, que estavam na mesma situação e não tinham recebido ajuda nenhuma. O cara, com o próprio negócio no chão, usou a ajuda que recebeu pra levantar os concorrentes da rua dele.

O Paulo não fez conta nenhuma antes de fazer isso, ele fez porque é o tipo de gente que faz. Mas repara no que aconteceu como consequência: uma rua inteira voltou a abrir as portas. A bodega não vive de estoque, bodega vive de rua. Se a padaria, a farmácia e a loja de material de construção do quarteirão continuassem fechadas, aquele pedaço da cidade viraria um corredor vazio. Ao colocar os vizinhos de pé, ele colocou o próprio bairro de pé, e o bairro é o que sustenta a bodega desde 1920 e pouco.

Dois anos depois, a Bodega da Lourdes abre de segunda a segunda, fechando só no domingo entre meio-dia e três da tarde pro cochilo que todo mundo merece. E fatura mais do que faturava antes da primeira enchente.

E aqui está a lição que vale pra você, mesmo que você nunca tenha visto uma enchente na vida. O Paulo perdeu cem por cento do que se pode ver e tocar num negócio, três vezes seguidas, e voltou maior. Isso só é possível porque o negócio de verdade dele nunca esteve na prateleira. Estava no nome que três gerações construíram, na confiança de quem compra ali desde criança, na rua que ele ajudou a colocar de pé de novo. A água levou o estoque, mas não conseguiu levar um único cliente.

Então faz esse exercício meio desconfortável comigo: imagina que amanhã de manhã você perde tudo que é físico no seu negócio. Estoque, equipamento, ponto, tudo. O que sobraria? Se a resposta for uma clientela que te procuraria em qualquer endereço, um nome que as pessoas confiam e uma rede de gente que faria força pra você voltar, você tem uma marca de verdade. Se a resposta for nada, você não tem um negócio, você tem um depósito com um movimento, e a diferença entre as duas coisas só aparece no dia em que a água bate na porta.

O meu texto aí em cima fala em construir um nome que resiste a qualquer tombo, mas construir nome dá trabalho e leva tempo, duas coisas que sobram pouco pra quem toca o próprio negócio. É aí que a inteligência artificial vira uma mão na roda de verdade, desde que você saiba o que pedir pra ela, porque um comando ruim gera resposta genérica e você perde a tarde à toa.

Eu escolhi e testei os comandos que dão resultado pra dono de negócio pequeno, e junto com a Stone montei uma ferramenta gratuita: você preenche alguns dados em 2 minutinhos e recebe mais de trinta prompts prontos, personalizados, pra copiar e colar, junto com dicas minhas de como usar cada um. Clica aqui e acesse DE GRAÇA mais de 30 prompts prontos.

TRUQUES DE IA

📊 Como fazer em 10 minutos aquele relatório do Excel que te toma 2 horas usando inteligência artificial

Olha só, meu caro. Você recebe uma planilha bagunçada cheia de dados, precisa organizar, limpar, criar gráficos e montar um dashboard bonito para apresentar pro chefe, mas só de pensar nisso você já fica com dor de cabeça?

Agora você consegue instalar o nosso Claudinho direto dentro do Excel e pedir para ele fazer todo esse trabalho pesados e até montar gráficos profissionais em minutos.

E o melhor: você não precisa saber fórmula nenhuma.

🤖 Como instalar e começar a usar:

Passo 1: Instale o Claude no Seu Excel

→ Entre na Microsoft Marketplace (é tipo uma loja de aplicativos, você acha pesquisando no Google).

→ Procure por "Claude Excel app" e instale no seu Excel.

Passo 2: Prepare Seus Dados

→ Abra sua planilha bagunçada no Excel.

→ Clique no botão do Claude que vai aparecer na barra de ferramentas.

→ Escreva algo tipo: "Eu tenho [tipo de dado] dos [fontes]. Preciso renomear cada aba da planilha para ficarem organizados.

Passo 3: Crie o Dashboard Principal

→ Depois que o Claude reorgonizou tudo, peça: "Baseado em todas as abas, qual é a melhor forma de juntar esses dados em uma aba principal chamada Dashboard?"

→ O Claude vai analisar tudo e sugerir um plano. Se você concordar com o plano, ele executa sozinho.

Passo 4: Para Finalizar - Crie os Gráficos

→ Agora peça para visualizar: "Crie um gráfico combinado mostrando Cliques vs. Posição Média" (ou qualquer comparação que você precisa).

DICA DE OURO: Peça para o Claude revisar os dados e criar um plano ANTES de executar. Isso melhora muito o resultado.

Depois me conta se funcionou!

Fui!

POR DENTRO DA MINHA COMUNIDADE

Essa é a única coisa que faz teu negócio existir

Você pode ter o melhor produto, a equipe mais bonita, a loja mais arrumada. Se não entra dinheiro pela porta, nada disso se sustenta. E é engraçado como a gente esquece disso no dia a dia, afogado em boleto, fornecedor, funcionário, e deixa a venda no piloto automático torcendo pra dar certo.

Dia 15 de setembro é o Dia do Cliente. E não é data à toa: ela foi criada justamente pra lembrar que o cliente é a razão de existir de qualquer negócio. Segunda semana de setembro, segundo semestre já rodando, reta final do ano batendo na porta.

Ou seja, é agora que você decide se vai fechar 2026 no sufoco ou no azul.

A maioria dos donos acha que tem negócio sazonal, que fevereiro é fraco, que terça não vende, que julho é morto. Mentira.

Você não tem um negócio sazonal, você tem um calendário vazio. Demanda não cai do céu, demanda se fabrica. Quem entende isso para de depender de sorte.

E é exatamente isso que a gente ensinou lá dentro da minha comunidade de donos:

Como montar teu calendário comercial do ano inteiro, achar os buracos onde a sua venda tá morrendo, e criar as tuas próprias datas pra encher eles.

Tem o passo a passo pra montar o teu, tem a planilha pronta, e tem até o jeito de fazer a IA montar o ano inteiro de campanhas com você numa tarde. O que antes era uma semana de reunião com agência hoje é uma tarde de trabalho.

Na data de todo mundo, tipo Black Friday, você é mais um brigando por desconto contra a Magalu e a Amazon, e nesse jogo o pequeno sempre perde. Na data que você cria, você não tem concorrente, você vira monopólio de um dia.

Toda semana, eu mando pra a minha comunidade um manual de negócios com passo a passo pra aplicar, e outro de IA, com vídeo-aula e material escrito.

Além de tuuudo isso, toda semana tem uma mentoria AO VIVO com empreendedores F@DAS, como o Bernardinho e o Benchimol, e a turma toda de +6.000 empreendedores trocando ideia de verdade sobre todas as fases e dificuldades de um negócio.

Bora bater a meta?

PRA FECHAR

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

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