FRASE DA SEMANA

Fique longe de gente que tenta diminuir as suas ambições. Gente grande faz você sentir que você também pode ser grande.

Mark Twain

FALA RONY

Será que o problema é você?

Turma, ninguém vai te preparar pra solidão de colocar um sonho de pé. E olha que essa é uma das verdades mais importantes que eu poderia te contar, porque quase ninguém fala sobre ela abertamente. Não é simplesmente que você se sente sozinho no processo de construir alguma coisa grande. É muito pior e muito mais estranho do que isso, você se sente sozinho no meio da multidão, cercado de gente que gosta de você, mas que não faz a menor ideia do que se passa dentro da sua cabeça.

Deixa eu descrever uma cena que eu tenho quase certeza que você vai reconhecer na hora: você tá num jantar com os amigos, todo mundo rindo, contando história, se divertindo de verdade, aquele clima leve e gostoso. E você tá ali, fisicamente presente, sentado na mesa, sorrindo por educação. Mas a sua cabeça não tá naquele jantar, ela tá longe, num outro lugar. Você olha o celular escondido, pesquisa uma coisa do negócio, monta mentalmente a lista de tarefas do dia seguinte, pensa naquele problema que não sai da sua cabeça.

Enquanto todo mundo curte o presente, você tá vivendo numa versão da sua vida que ainda não existe pro mundo, mas que já existe, inteira e vívida, dentro da sua cabeça e do seu coração. Aquele sonho que não te abandona nunca, que te acompanha no jantar, no banho, na cama na hora de dormir.

E aí, mais cedo ou mais tarde, vem a pergunta que dói de verdade, aquela que aperta o peito quando você tá sozinho: será que o problema sou eu? Por que é que eu não consigo ser normal e feliz como todo mundo? Por que eu não consigo simplesmente relaxar, desligar, aproveitar a vida como as outras pessoas parecem aproveitar com tanta facilidade? Calma, valente, calma, que eu já passei por isso muitas e muitas vezes na vida, e eu preciso te dizer uma coisa que me faltou ouvir quando eu mais precisei. Naquela época, me faltou alguém que sentasse na minha frente e falasse exatamente o que eu vou falar pra você agora.

Não tem absolutamente nada de errado com você. Escuta de novo, porque é importante: não tem nada de errado com você. E, olha que interessante, também não tem nada de errado com as pessoas ao seu redor que parecem tão mais leves. Elas simplesmente não estão carregando o mesmo peso que você carrega. É só isso.

A cabeça delas desliga à noite. Elas vão dormir às dez da noite tranquilas, sem levar pra cama as preocupações e as aspirações que você leva pra sua. Não é que elas sejam melhores ou mais equilibradas que você. É que elas não escolheram, ou não precisaram, carregar um sonho nas costas o tempo todo. E por não carregarem esse peso, elas naturalmente parecem, e estão, mais leves. A diferença entre você e elas não é defeito seu, é o peso de uma escolha que você fez e elas não.

Eu e meus sócios vivemos isso na pele por anos a fio. Vivemos essa solidão quando a gente vendia bermuda de porta em porta, na mala do carro, sonhando com uma marca que ninguém mais enxergava ainda. Vivemos de novo quando criamos o nosso fundo de investimento, e mais uma vez quando montamos a nossa escola de negócios, o Manual de Donos. Em cada uma dessas fases, enquanto muitos dos nossos amigos seguiam a vida normal e tranquila deles, sem essas preocupações, sem essas aspirações que tiram o sono, a gente vivia com a cabeça fervilhando.

E a verdade nua e crua é que ninguém ao redor entendia, nunca entendeu de verdade. E tudo bem que não entendam, porque não dá pra esperar que alguém entenda um peso que não está carregando.

Esse espaço, esse vão entre como você pensa e sente por dentro e como as pessoas ao seu redor te enxergam por fora, é o lugar mais solitário do mundo, eu sei bem como é. É o lugar onde bate aquela vontade de largar tudo, de desistir, de simplesmente ser normal como os outros. E é aqui que eu preciso que você preste muita atenção no que eu vou dizer, porque pode ser a diferença entre você desistir na véspera ou seguir em frente.

Praticamente todo mundo que construiu alguma coisa que realmente importou nesse mundo viveu dentro desse mesmo vão solitário, por anos, muito antes de qualquer pessoa entender o que eles estavam fazendo ou acreditar que ia dar certo. Todos eles se sentiram exatamente como você se sente agora.

E tem um detalhe quase cruel: é justamente quando a pessoa está no limite do limite, quase jogando a toalha, exausta, achando que não vai mais aguentar, que as coisas finalmente começam a virar. É como se o ponto mais escuro viesse sempre pouco antes do amanhecer.

Por isso eu quero te dizer, com toda a convicção de quem já esteve aí: você não está quebrado, você está construindo. Essa inquietação que você sente, essa cabeça que não desliga, essa dificuldade de relaxar, não é um defeito de fábrica seu. É o preço natural de quem carrega um sonho grande, não é sinal de que algo deu errado. Muitas vezes é sinal de que você está exatamente no meio do processo mais importante da sua vida.

Agora, e isso eu preciso deixar bem claro, carregar um sonho não pode significar se destruir no caminho. Sentir esse peso é normal e faz parte, mas se você perceber que a inquietação virou angústia constante, que você não dorme mais, que a alegria sumiu por completo da sua vida, presta atenção nisso e não enfrenta sozinho. Procura quem te ama, divide o peso com quem você confia, e se precisar, busca ajuda de um profissional.

Carregar um sonho com solidão é uma coisa. Se afundar em sofrimento é outra bem diferente, e nessa segunda ninguém precisa nem deve ficar sozinho.

Então, sabendo cuidar de você no caminho, não desiste. Dá mais uma tentadinha, e depois mais uma, porque com frequência é a tentativa logo depois daquela em que você quase parou que começa a dar certo. Aquele vão solitário que hoje parece o fim do mundo é, na verdade, o lugar por onde todo mundo que realizou algo grande precisou passar.

Você não tá perdido no meio do nada. Você tá construindo uma ponte que, por enquanto, só você consegue enxergar. E um dia, quando ela ficar pronta, todo mundo vai atravessar por ela e finalmente entender onde você estava esse tempo todo.

Pensa nisso com carinho. E cuida de você no caminho, que o sonho precisa de você inteiro pra virar realidade.

Fui!

CleverTimer.org

Se você é dono de negócio, você já entendeu que IA virou uma necessidade.

Por isso, só até hoje (31/08), 23h59, quem entrar no Manual de Donos leva de bônus a nossa primeira Imersão de Implementação de IA, ao vivo, feita pra dono que quer sair da aula com o sistema já rodando, não só com anotação no caderno.

Você sai de lá com 3 sistemas plugados no seu negócio:

  • Plano de receita do trimestre

  • Calendário comercial personalizado

  • Vendedor de IA rodando na sua operação

E cada um desses sistemas vem com um Modelo de Implementação Instantânea, pra você copiar, colar e adaptar pro seu caso, sem precisar começar do zero.

Isso tudo além do que você já ganha entrando no Manual de Donos: aula e método de crescimento, marca, venda, time e gestão, uma comunidade de donos trocando o que funciona (e o que não funciona) na prática, e encontro ao vivo comigo e com convidados TODA SEMANA, direto do mercado.

Depois de hoje, 23h59, essa Imersão não entra mais de bônus. Corre!

RAIO-X DE NEGÓCIO

O supermercado que não faz promoção, não entrega em casa e fatura 20 bilhões.

Se você já foi aos Estados Unidos, provavelmente entrou num Trader Joe's e saiu de lá achando aquilo a coisa mais gostosa do mundo, com os funcionários de camisa havaiana, as plaquinhas escritas à mão e uma loja pequena que parece mais um mercadinho de bairro do que uma rede gigante. O que quase ninguém sabe é que essa marca, hoje com mais de seiscentas lojas e faturamento na casa dos vinte bilhões de dólares por ano, nasceu de um cara prestes a ser esmagado por um concorrente muito maior.

O dono se chamava Joe Coulombe. Ele tocava uma redinha de lojas de conveniência na Califórnia chamada Pronto Markets, e no meio dos anos 60 a vida dele virou um pesadelo, porque o 7-Eleven, que era o gigante absoluto do setor, resolveu entrar na Califórnia.

E não foi só isso: esse grupo comprou justamente a empresa de laticínios que financiava a expansão do Joe.

Ou seja, da noite pro dia o cara descobriu que o maior concorrente dele tinha comprado justamente a empresa que emprestava dinheiro pra ele crescer. Ele tinha duas escolhas: brigar de frente e morrer, ou fazer algo completamente diferente.

Eu e meu time estudamos essa empresa por meses, e no fim descobrimos que foram basicamente três princípios que viraram o jogo.

O primeiro princípio é o que mais me pega, porque é exatamente o que eu fiz na Reserva. Eles nunca procuraram cliente pro produto deles, eles procuraram produto pros clientes deles. E olha que sacada: o Joe leu que o número de americanos formados em faculdade estava crescendo de forma absurda, e leu também que a nova geração de aviões a jato ia derrubar o preço das passagens aéreas.

Cruzando essas duas informações, ele chegou numa conclusão que ninguém tinha enxergado: os Estados Unidos estavam produzindo uma multidão de pessoas instruídas e viajadas, que voltavam de viagem com gosto refinado, mas que ganhavam pouco. Professor, engenheiro, funcionário público. Gente que queria comer bem e provar coisa diferente, mas que não tinha dinheiro pra loja gourmet.

E ele disse com todas as letras que ninguém estava cuidando dessas pessoas. Aí nasceu a ideia de um supermercado com experiência de rico e preço democrático.

Em agosto de 1967, ele abriu a primeira loja Trader Joe's em Pasadena, na Califórnia, e mandou fazer tudo diferente do que o mercado fazia. A decoração era temática, inspirada naquela febre polinésia que tomava conta dos Estados Unidos na época, e os atendentes trabalhavam de camisa havaiana. Foi um sucesso retumbante justamente porque não parecia supermercado nenhum, parecia uma viagem

O segundo princípio foi a jogada mais inteligente de todas, e é aqui que mora o dinheiro. Pra fugir da guerra de preço com os supermercados gigantes, ele decidiu que quase tudo vendido ali teria a marca da própria loja. Nada de comprar Coca-Cola pra revender: o refrigerante, o biscoito e o molho eram feitos pra ele, com o nome dele no rótulo. E aí acontece a mágica, porque o cliente simplesmente não consegue comparar preço. Se aquele biscoito, aquele molho e aquele vinho só existem naquela loja, não tem como ele olhar no concorrente e falar que lá está mais barato.

Enquanto um supermercado comum trabalha com quarenta, cinquenta mil produtos diferentes na prateleira, o Trader Joe's trabalha com cerca de quatro mil, todos escolhidos a dedo. Dez vezes menos opção, e ainda assim vendendo mais por metro quadrado do que praticamente todo mundo no setor.

O terceiro princípio é aquele que quase nenhum dono tem coragem de aplicar: ele fazia questão de pagar salário bem acima da média do mercado, e a lógica dele era simples e brilhante. Pagando mais, ele não só escolhia os melhores profissionais como, principalmente, parava de perder gente boa pra concorrência, e ainda ganhava o direito moral de cobrar muito mais entrega daquelas pessoas. Num setor onde funcionário entra e sai o tempo todo e todo mundo trata gente como despesa, ele tratou gente como a parte mais importante do negócio.

É por isso que até hoje o atendimento deles é lendário, com funcionário que parece que gosta de verdade de estar ali, porque gosta mesmo.

Eu me amarro nessa história porque a Reserva começou por um motivo muito parecido. Eu e o Nandão vimos cinco caras usando exatamente a mesma bermuda numa academia aqui no Rio, e a ficha caiu na hora: aquilo não estava acontecendo por acaso, estava acontecendo porque não existia outra opção decente pra comprar. Era gente querendo comprar uma coisa que ninguém estava vendendo direito, batendo na nossa cara. E durante quase vinte anos a gente fez a mesma coisa que o Joe Coulombe fez, que foi procurar produto pros nossos clientes em vez de procurar cliente pros nossos produtos.

E o conselho que eu deixo é esse: quando você inverte essa ordem e vai atrás de entender profundamente quem é o seu cliente, o que ele já quer e ninguém está entregando, você para de precisar convencer alguém a comprar. Você já sai vendido.

TRUQUES DE IA

🧠 As novidades do ChatGPT: os 5 "funcionários" que ele virou (e o que cada um faz por você)

O ChatGPT deixou de ser só aquele chat que responde pergunta. Hoje ele tem 5 modos diferentes de trabalhar, e cada um resolve um tipo de problema. Pensa neles como 5 funcionários digitais, cada um com uma função. Deixa eu te apresentar cada um.

Os 5 modos:

1. Chat, o copiloto

→ É o ChatGPT que todo mundo conhece: você conversa, pergunta, escreve, pede resumo.

→ É como ter alguém pensando JUNTO com você. Bom pra tarefa rápida, pra destravar no meio do caminho.

→ Exemplo: "me ajuda a pensar num nome pra esse produto."

É o estagiário curioso que responde rápido.

2. Work, o executor

→ Aqui você para de conversar e dá uma tarefa completa. Você diz o objetivo e ele faz o trabalho todo: pesquisa, analisa os dados e volta com a apresentação, a planilha ou o relatório prontos.

→ É como ter alguém trabalhando PRA você a partir de um pedido.

→ Exemplo: "pega esse problema e volta com o trabalho pronto."

É o analista que entrega o material pronto.

3. Agentes, o processo empacotado

→ Você configura UMA vez o jeito certo de fazer uma tarefa e transforma isso num processo reutilizável. Depois é só apertar "faz do jeito que a gente já ensinou", virando ferramenta.

→ Exemplo: "quando alguém pedir X, segue sempre esse caminho."

É o processo escrito no manual da empresa, que qualquer um segue.

4. Agendados, o despertador

→ Você programa a tarefa pra rodar sozinha (uma vez ou toda semana), ou pra te avisar quando algo mudar. Ele não decide o que fazer — o trabalho é feito, ele decide QUANDO.

→ Exemplo: "faz isso toda segunda às 8h."

É o secretário que lembra de tudo no horário certo.

5. Plugins, as conexões

→ É o que liga o ChatGPT aos seus sistemas (Google Drive, Gmail, Agenda, seu CRM) pra ele buscar dado direto na fonte, sem você ter que copiar e colar tudo na mão.

→ Exemplo: "vai buscar os dados lá e trabalha em cima deles."

É o pessoal de TI que conecta os sistemas pra você não ficar copiando e colando.

Você não precisa contratar 5 ferramentas de inteligência artificial diferentes, você precisa aprender a pedir a coisa certa.

É exatamente isso que a gente faz, toda semana, dentro da minha comunidade de Donos. Pega uma ferramenta ou o seu problema, tira o mistério e te entrega o passo a passo com uma videaula pra você aplicar no seu negócio hoje.

Quem entrar no Manual de Donos HOJE leva de bônus a nossa primeira Imersão de Implementação de IA, ao vivo, feita pra sair da aula com sistema rodando, não com ideia guardada.

Você sai de lá com 3 sistemas no seu negócio:

Plano de receita do trimestre

Calendário comercial personalizado

Vendedor de IA rodando na sua operação

Cada um vem com um Modelo de Implementação Instantânea, pra copiar, colar e adaptar pro seu caso.

Fora isso, você entra direto na comunidade: aula e método de crescimento, marca, venda, time e gestão, dono trocando com dono o que funciona de verdade, e encontro ao vivo comigo e com convidado direto do mercado.

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

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