
Toda segunda, às 18:18
FRASE DA SEMANA

Uma agenda lotada e uma mente lotada vão destruir sua capacidade de criar qualquer coisa que preste.

Recado rápido, turma: sabe o iBest, aquele prêmio da internet do Brasil? Papai aqui tá concorrendo, Graças a D’us e a vocês! E olha, chegar até aqui já é vitória, mas você sabe que eu sou competitivo, né? Então se esse email te ajuda de alguma forma, retribui com um cliquezinho. Leva 30 segundos e faz o maior bem pra mim.
Pare de deixar a máquina pensar por você.

Turma, deixa eu começar essa com uma pergunta que vai parecer história do passado, mas que é sobre o seu futuro. Antigamente, ninguém precisava ir na academia. E não é porque as pessoas eram preguiçosas, é porque mais de 90% da humanidade trabalhava no campo, na roça, na lavoura, num trabalho braçal pesado que exigia o corpo o dia inteiro. O sujeito carregava saco, cavava, colhia, andava quilômetros, o corpo era treinado pela própria vida, sem que ninguém precisasse pensar nisso. Musculação era o nome que se dava pra sobreviver.
Aí veio a Revolução Industrial, vieram as máquinas, e o trabalho foi ficando cada vez menos físico. A gente saiu do campo e foi pra fábrica, depois da fábrica foi pro escritório, e do escritório foi pra cadeira em frente ao computador, onde a maioria de nós passa a vida sentada hoje. E foi exatamente aí que aconteceu uma coisa curiosa: quando a vida parou de treinar o nosso corpo de graça, a humanidade precisou inventar um jeito artificial e intencional de manter o corpo forte. Nasceu a academia, aquele lugar onde a gente vai de propósito, levanta um peso que não precisava levantar, repete uma série que a vida não pede mais, tudo pra compensar o movimento que a modernidade tirou da gente. A gente criou a musculação porque a vida ficou confortável demais pro nosso corpo.
Agora presta muita atenção no que eu vou falar, porque a mesmíssima coisa está acontecendo neste exato momento, só que com uma parte muito mais importante de você: o seu cérebro.
Todo mundo hoje está terceirizando o próprio pensamento pra inteligência artificial. Repara no seu dia. Bateu um problema na sua frente? Antes mesmo de parar pra pensar sobre ele, você já abre o Claudinho, o ChatGPT, seja lá qual for, e pergunta como resolver. A resposta daquele email difícil, você pede pra IA. A proposta pro cliente, você pede pra IA. A estratégia do negócio, o texto do post, a decisão que você tá em dúvida, tudo você joga pra máquina pensar por você. E olha, eu uso demais essas ferramentas, elas são maravilhosas e vieram pra ficar, não tô aqui bancando o velho ranzinza que é contra a tecnologia, mas tem um preço nisso que quase ninguém tá enxergando, e eu preciso te avisar.
O cérebro, meus caros, funciona exatamente que nem um músculo, ele precisa trabalhar pra ficar forte e saudável. Se você usa, ele cresce, fica mais afiado, mais rápido, mais criativo. Se você para de usar, ele atrofia, encolhe, enfraquece, exatamente igual ao bíceps de quem largou a academia e passou dois anos no sofá. E quando você terceiriza todo o seu pensamento pra uma máquina, você para de usar o músculo. E o problema do cérebro, diferente do bíceps, é que a atrofia dele é silenciosa, você não vê no espelho, só percebe quando já perdeu.
E olha que interessante: saiu recentemente um estudo do MIT, uma das universidades mais respeitadas do mundo, que testou justamente isso. Eles dividiram as pessoas em grupos pra escrever um texto: um grupo usava inteligência artificial, outro usava só a busca da internet, e o terceiro usava só a própria cabeça, sem nenhuma ajuda. E mediram a atividade do cérebro de cada um com aqueles aparelhos que leem a atividade elétrica dos neurônios.
O resultado é de arrepiar: quem usou só o próprio cérebro teve a atividade cerebral mais forte e mais conectada, com o cérebro inteiro trabalhando junto. Já quem terceirizou pra inteligência artificial teve, disparado, a atividade cerebral mais fraca de todos. E tem um detalhe que me assustou de verdade: quem usou muito a IA depois nem conseguia lembrar direito do que tinha acabado de escrever, porque, no fundo, não tinha sido a cabeça da pessoa que produziu aquilo.
É importante dizer que esse estudo ainda é preliminar e foi feito com um grupo pequeno de gente, então calma que não é pra sair em pânico. Mas ele confirma na ciência exatamente aquilo que o bom senso já grita.
Então o insight que eu tive é simples, quase óbvio de tão simples, mas pode mudar a sua vida se você levar a sério. Se escrever sempre foi o jeito mais puro de pensar, e se a IA está tirando de nós a necessidade de escrever, então escrever virou a nova musculação. É o exercício intencional que você vai ter que fazer de propósito pra manter o cérebro forte num mundo que não vai mais te obrigar a usá-lo.
E é uma receita ao alcance de qualquer um, não precisa de nada sofisticado. Pega um caderno, dos de papel mesmo, e escreve os seus pensamentos por pelo menos 30 minutos todo dia. Escreve as ideias que passaram pela sua cabeça, as conclusões que você chegou depois de ler um livro, o que você aprendeu depois de uma reunião importante, o que te incomodou, o que te empolgou, o que você decidiu e por quê.
Não tem que escrever bonito nem sobre mostrar pra ninguém. É para obrigar o seu cérebro a fazer o trabalho de organizar o próprio pensamento, que é justamente o trabalho que a gente tá terceirizando sem perceber.
Eu, na real, sempre fiz isso a vida toda, muito antes dessa história de inteligência artificial existir. Sempre escrevi minhas ideias, minhas reflexões, minhas conclusões. E hoje eu tenho a convicção de que foi esse hábito, de tanto exercitar essa musculatura, que me preparou pra pensar com clareza nos momentos que mais importaram. E é por isso que eu acredito que quem começar a escrever agora, todo dia, vai estar muitos e muitos anos na frente da imensa maioria que, infelizmente, vai terminar essa história como um zumbi alienado, incapaz de pensar sozinho, dependente da máquina pra tudo. Do mesmo jeito que um dia a gente virou sedentário e teve que correr atrás da academia pra salvar o corpo, agora a gente corre o risco de virar sedentário mental, e o caderno é a nossa academia.
A inteligência artificial é uma das maiores ferramentas que a humanidade já criou, e você deve usar sim, sem culpa. Mas usa como quem pega o elevador sabendo que ainda precisa subir uma escada de vez em quando pra não perder o fôlego. Usa a máquina pra ir mais longe, não pra parar de andar com as próprias pernas. Porque no fim, a única coisa que te torna insubstituível num mundo cheio de inteligência artificial é justamente a sua capacidade de pensar por conta própria. E essa capacidade, igual a qualquer músculo, ou você treina, ou você perde.
Pensa nisso com carinho. E depois vai lá, pega o caderno e escreve o que você pensou.
Fui!
Eles eram o produto ‘‘mais barato’’ e a maior marca do mercado.

Dois irmãos gêmeos começaram vendendo suplemento em saquinho plástico pela internet e, quase vinte anos depois, saíram da própria empresa por um valor bilionário, sem quase ninguém saber o rosto deles.
Essa história começa numa cidadezinha de praia em Santa Catarina, chamada Bombinhas, e ela é a prova de que dá pra construir algo gigante longe dos grandes centros, sem aparecer, só na base da execução obsessiva. Os personagens são Fernando e Eduardo Rosa Dasi, irmãos gêmeos que, ainda adolescentes, montaram uma lojinha de suplementos dentro de casa, vendiam pela internet numa época em que comércio online no Brasil ainda era mato, e faziam as entregas eles mesmos, de bicicleta, com chuva ou com sol.
Pra entender de onde veio essa garra, você precisa saber de onde eles vieram. Os pais tocavam uma pousadinha em Bombinhas, e aquela pousada era uma obra que nunca terminava, porque quem construía era a própria família, tijolo por tijolo, na mão, na raça. Foi crescendo nesse ambiente que os dois meninos aprenderam desde cedo o valor de trabalhar por algo, tanto que o sonho deles no começo era simplesmente juntar dinheiro pra ajudar a terminar a obra da pousada dos pais. O Eduardo virou salva-vidas nas praias da região e o Fernando foi estudar ciência da computação.
A virada começou quando os dois entraram numa academia do bairro e se viciaram em treinar. Nos fóruns do Orkut, aquela rede social que dominava o Brasil na época, eles descobriram que pra ganhar músculo de verdade precisavam tomar um tal de whey protein, que é aquele suplemento de proteína em pó que os praticantes de musculação usam. Só que naquele tempo o whey era caríssimo, tinha qualidade duvidosa e ainda carregava um preconceito enorme. E aqui vem o momento em que uma pessoa comum se separa de um empreendedor. Os dois podiam ter simplesmente comprado o produto pra uso próprio e seguido a vida, mas fizeram o que todo empreendedor de verdade faz quando esbarra num problema: enxergaram uma oportunidade.

Juntaram as poucas economias que tinham, compraram 20 quilos de whey sem sabor, dividiram em 20 saquinhos plásticos e começaram a vender nos mesmos fóruns onde tinham descoberto aquela necessidade, com preço muito mais justo e qualidade melhor. E com o dinheiro que entrou, adivinha, finalmente ajudaram os pais a terminar a tal obra que não acabava nunca.
Mas a jogada de mestre, a sacada que fez a Growth virar gigante, veio de uma coisa que quase ninguém entendia naquela época. Eles perceberam que o cliente não quer que você fique empurrando produto goela abaixo, o cliente quer ver alguém que ele admira usando aquele produto no dia a dia. Então a Growth começou a mandar suplemento pra atletas e produtores de conteúdo de musculação, sem roteiro, sem propaganda forçada, sem aquele texto decorado de publicidade. O cara acordava, aparecia na internet tomando o shake da Growth, treinava e postava, do jeito natural dele. Aquilo virou rotina, a rotina virou cultura, e a marca cresceu grudada na comunidade fitness num tempo em que ninguém ainda falava de marketing de influência. Nomes que hoje são gigantes do fitness brasileiro cresceram junto com a marca, e a Growth foi construindo um exército de gente real usando o produto de verdade.
E o mais impressionante é que eles fizeram tudo isso sem nunca mostrar a cara. Os irmãos sempre fizeram questão de ficar nos bastidores, porque, nas palavras deles, o ator principal era a Growth, e eles não queriam o próprio rosto vinculado à marca. Trabalharam 17 anos assim, tijolo por tijolo, exatamente como os pais fizeram com a pousada. A empresa nasceu em Bombinhas, cresceu, mudou a sede pra Tijucas, também em Santa Catarina, e virou a maior empresa de suplementos do Brasil, com faturamento de mais de 2 bilhões de reais em 2025 e mais de mil funcionários.
E aí chegou aquele momento. Em 2023, um grande grupo de investimento comprou a Growth, e depois de um período de transição, no comecinho de 2026, os irmãos deixaram o comando de vez. A saída foi do jeito deles: discreta, emocionada, num vídeo simples pra agradecer aos funcionários e aos clientes, o primeiro momento em que muita gente viu o rosto dos dois. O valor exato do negócio nunca foi revelado publicamente, mas o mercado inteiro fala em cifras bilionárias.
Depois de quase duas décadas construindo, eles saíram pra viver mais perto da família, com o bolso tranquilo e um legado enorme deixado pra trás.
E é justamente aí que essa história encosta numa coisa que a gente vai destrinchar dentro do Manual de Donos essa semana. Repara que o motor de crescimento da Growth foi, no fundo, indicação. Gente que admirava um atleta via aquele atleta usando o produto de verdade e ia comprar, um cliente satisfeito falava pro outro. O boca a boca virou o combustível de um negócio bilionário.

Foi exatamente pensando nisso que, nessa quinta-feira, eu vou trazer uma aula ao vivo dentro do Manual de Donos, com o maior especialista em vendas por indicação do Brasil, sobre como vender mais por indicação. Como transformar esse canal, que hoje é uma loteria pra maioria dos negócios, numa máquina que você liga quando quer e que traz cliente novo de forma constante. Se você sente que o boca a boca já te traz clientes, mas de um jeito imprevisível e sem que você tenha o menor controle sobre ele, essa é a aula que vai virar a sua chave. Clica aqui e conheça a minha comunidade de donos.

Todo negócio nasce de um símbolo, meus caros. O meu foi uma bermuda que eu vendi na raça lá atrás. O seu foi alguma coisa que talvez você guarde numa gaveta até hoje. E é engraçado, porque na hora exata que a gente decide bancar esse sonho, aparece o vilão de sempre: o banco que não foi feito pra gente.
Por isso eu tô te falando da Stone. Eles entenderam uma coisa que os outros não entenderam em décadas, quando nasce um empreendedor, ele precisa de um banco que nasceu pra ele. Crédito no ritmo das vendas, o melhor rendimento PJ do mercado, folha e ponto na maquininha, todas as formas de vender num lugar só e atendimento humano que vai até o seu balcão.
Se você nasceu pra empreender, agora tem um banco que nasceu pra você.
📊 Como transformar uma planilha bagunçada em dashboard profissional com 4 comandos

Você recebe aquela planilha exportada do sistema, do banco, do e-commerce, cheia de dados jogados, colunas fora de ordem, tudo bagunçado e passa a primeira hora do projeto só limpando e organizando antes de conseguir entender qualquer coisa?
Existe uma ferramenta chamada Claude no Excel que faz esse trabalho por você: ela olha sua planilha, limpa a bagunça, organiza os números e monta um painel visual (dashboard) com tabelas e gráficos, tudo com 4 comandos que você copia e cola.
🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Coloque o Claude Dentro do Excel
→ Primeiro você precisa instalar o Claude no seu Excel (ele não vem sozinho). Você precisa ter uma assinatura paga do Claude (plano Pro, Max, Team ou Enterprise).
→ No Excel, vá no menu de cima em "Inserir" (ou "Insert") e procure "Suplementos" ou "Complementos" (em inglês, "Add-ins"). É tipo uma lojinha de aplicativos pra adicionar coisas ao Excel.
→ Busque por "Claude", clique em adicionar e faça login com sua conta.
→ Pronto: o Claude aparece numa faixa lateral, do lado direito da planilha. É ali que você vai conversar com ele.
Passo 2: Prepare a Planilha (E Faça Backup!)
→ Abra sua planilha no Excel (funciona no computador, no navegador ou no Mac).
→ IMPORTANTE: antes de começar, copie seus dados para uma segunda aba ou salve uma cópia de segurança. O Claude mexe direto nas células e pode sobrescrever coisas.
Passo 3: Comando 1 — Peça pra Limpar os Dados
→ Cole: "Olha essa planilha, me explica o que tem aqui e limpa a bagunça: arruma as colunas, tira espaços sobrando, padroniza os formatos e organiza tudo direitinho."
→ A limpeza leva um ou dois minutos, dependendo do tamanho.
Passo 4: Comando 2 — Peça as Tabelas de Resumo
→ Cole: "Agora cria tabelas de resumo com os números mais importantes desses dados, totais, médias, comparações. Escolhe o que faz mais sentido pra esse tipo de informação."
→ O Claude monta as tabelas que resumem o essencial.
Passo 5: Comando 3 — Peça o Destaque Visual
→ Cole: "Aplica formatação condicional pra destacar os melhores e os piores resultados, tipo verde pros bons números e vermelho pros ruins."
→ Formatação condicional = a planilha pinta as células sozinha conforme o valor. Bate o olho e já vê o que está bom e o que está ruim.
Passo 6: Comando 4 — Peça o Dashboard com Gráficos
→ Cole: "Cria uma aba chamada Dashboard e monta 2 ou 3 gráficos com nome, mostrando as informações mais importantes de forma visual."
→ Pronto: você tem um painel profissional que qualquer um entende num relance.
O Claude no Excel não substitui um analista de dados sênior pra análises estatísticas complexas, mas pra limpar planilha, organizar números e montar um painel visual rápido resolve muito bem.
Hoje é 20. Você sabe o que isso significa.
Faltam dez dias pra fechar o mês, e se a conta ainda não fechou, começa aquele frio na barriga. Meta correndo atrás de nós, caixa apertado, aquela sensação de que precisava vender mais ontem. Todo dono conhece esse aperto do fim de mês, ninguém fala, mas todo mundo sente.
Foi pensando exatamente nisso que a gente montou a Semana da Venda lá dentro do Manual de Donos, a minha comunidade. Três aulas, uma atrás da outra, sobre a única coisa que paga conta: vender.

Te mostro o que tá na agenda dessa semana pros membros:
🔸 Terça, aprenda a vender mais pelo WhatsApp, o canal que quase todo dono usa e quase todo dono usa errado.
🔸 Quinta, monte o teu primeiro vendedor automático com inteligência artificial, dentro do WhatsApp, pra parar de perder venda enquanto você dorme.
🔸 Sexta, aula ao vivo sobre vender por indicação, pegando esse canal que hoje cai do céu e transformando ele em previsível, intencional, que você controla.
Uma companhia tem vendas e o resto. O resto não paga conta.
Quem entende isso e ataca a venda no momento certo, fecha o mês. Quem fica olhando a meta de longe, torcendo, desconta na margem no dia 30 pra tentar dar conta. Entrando agora, você pega a Semana da Venda inteira, ainda dá tempo de aplicar antes.
PRA FECHAR
🎟️ Mais de 2 milhões de pessoas assinam e leem essa newsletter todas as semanas. Se você tem um negócio e deseja comunicar sua marca para nossos leitores é só falar com o nosso time clicando aqui.
📱Se você ainda não me segue no Instagram, clica aqui e vem comigo.
SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

