FRASE DA SEMANA

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Os dois dias mais importantes da sua vida são o dia que você nasceu e o dia que você descobre por quê.

FALA RONY

A pergunta "como fico rico" está errada.

Turma, eu vou começar com uma frase que pode soar dura, mas que eu vi se confirmar vezes demais na vida pra ignorar: a maior parte das pessoas que eu conheço que trabalham pela grana, obcecadas em ficar ricas, acabam ficando pobres.

Pobres de bolso, ou pobres de espírito, e muitas vezes das duas coisas ao mesmo tempo. Parece contraintuitivo, eu sei. A lógica do mundo diz que quem corre atrás de dinheiro é quem enriquece. Mas na prática, o que eu vejo é quase sempre o contrário, e eu vou te explicar por quê.

Sempre que me perguntam qual é o segredo pra ficar rico, eu respondo uma coisa que costuma deixar a pessoa desconcertada: essa pergunta está errada. Ela nasce torta, e por isso te leva pra um lugar torto. Quem começa perguntando "como eu fico rico" já partiu do pé errado, porque colocou o dinheiro no centro de tudo, e dinheiro é péssimo centro pra qualquer coisa.

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Dinheiro é uma consequência maravilhosa, mas é um objetivo vazio. A pergunta certa, aquela que muda o jogo, é outra: qual é a sua missão de vida? Qual é o seu propósito? O que te move de verdade, além da grana?

E eu sei que "encontrar seu propósito" virou um clichê meio vazio de tanto ser repetido por aí, então deixa eu te dar uma ferramenta concreta pra achar o seu, que pra mim é quase uma bala de prata. Parte de uma ideia simples: um empreendedor, no fundo, é um resolvedor de problemas. É isso que a gente faz, resolve o problema de alguém em troca de dinheiro.

Se isso é verdade, então uma missão grande é, por definição, uma missão que resolve o problema de muitas e muitas pessoas. Quanto maior o problema que você resolve e quanto mais gente sofre com esse problema, maior a sua missão e, olha que interessante, maior também tende a ser a recompensa financeira lá no fim, como consequência natural.

Então a pergunta prática que você deve se fazer é essa: o negócio que eu quero montar, ou o negócio que eu já tenho, resolve um problema real de quanta gente? Se ele resolve, de verdade, o problema de um milhão de pessoas aqui no Brasil, e se eu conseguir escalar pra alcançar esse milhão de pessoas, então eu não tenho só um negócio. Eu tenho um propósito forte, uma missão que me levanta da cama todo dia com energia.

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Repara na virada: você deixa de perguntar "quanto eu vou ganhar" e passa a perguntar "quanta gente eu vou ajudar". E, paradoxalmente, é essa segunda pergunta que costuma te deixar rico de verdade, nos dois sentidos da palavra.

Deixa eu te contar como isso funcionou na prática com a gente. Quando a gente criou a Reserva, o problema que a gente queria resolver não era "vender roupa" nem "ganhar dinheiro com moda". O problema real, lá no fundo, era aumentar a autoestima das pessoas, dos nossos clientes. E pra você entender o tamanho desse problema, precisa lembrar como era o cenário na época em que a gente começou. Moda masculina no Brasil praticamente não existia como a gente conhece hoje.

O estereótipo do homem brasileiro em termos de roupa era basicamente a camisa de time de futebol ou a bermuda florida, e ponto. O cara não tinha praticamente nenhuma opção de se vestir de um jeito que expressasse quem ele era, que o fizesse se sentir bem consigo mesmo, mais confiante, mais ele.

Então o nosso problemão, a nossa missão grande, era exatamente esse: dar pro homem brasileiro a possibilidade de se vestir de um jeito que aumentasse a autoestima dele, que o fizesse se sentir melhor na própria pele.

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A gente não estava no negócio de vender camiseta e bermuda. A gente estava no negócio de fazer as pessoas se sentirem melhores sobre si mesmas. E essa diferença de propósito muda absolutamente tudo, desde a energia com que você acorda até a lealdade que o cliente desenvolve por você.

E aqui vem a parte mais bonita, aquela que explica por que propósito ganha de dinheiro toda vez. Como a gente tinha esse problemão gigante pra resolver, cada probleminha menor que a gente ia solucionando dentro dele, cada pequena vitória no caminho, ia nos dando um tesão e uma adrenalina absurdos.

A gente resolvia uma dor do cliente e sentia aquele combustível, aquela vontade de fazer mais, de fazer mais, de fazer mais. Um probleminha resolvido virava energia pra atacar o próximo, que resolvido virava energia pro próximo, e assim a coisa ia girando numa espiral que não tinha a ver com dinheiro nenhum, tinha a ver com o prazer de estar cumprindo uma missão que importava. O dinheiro veio, e veio muito, mas veio como consequência de tudo isso, nunca como o motivo.

E é exatamente por isso que quem corre só atrás da grana costuma ficar pobre de espírito, enquanto quem corre atrás de um propósito verdadeiro costuma ficar rico. Porque o cara que só pensa em dinheiro desiste no primeiro probleminha difícil, já que a única coisa que o movia era o dinheiro, e dinheiro sozinho não segura ninguém nos momentos duros, que são muitos.

Já quem tem um propósito de verdade atravessa os momentos difíceis, porque a missão é maior que a dificuldade do dia. Ele tem combustível pra insistir quando o outro já jogou a toalha, e é essa insistência, alimentada pelo propósito, que constrói os grandes negócios e, no fim da linha, as grandes fortunas.

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Então, se você tá começando agora ou repensando o seu caminho, para de se perguntar como você fica rico. Começa se perguntando qual problema de muita gente você tem vontade de resolver, qual dor do mundo te incomoda a ponto de você querer dedicar a sua vida a curar.

Acha essa resposta, e você vai ter encontrado não só uma fonte de renda, mas uma fonte de sentido. E quando o trabalho vira missão, o dinheiro deixa de ser o objetivo e vira o placar, a consequência natural de um jogo que você joga porque ama. É assim que se fica rico de bolso sem ficar pobre de espírito.

Pensa nisso com carinho.

Fui!

Segunda. Terça. Quarta.

É o tempo que você tem.

Quem entrar na minha comunidade até quarta, dia 30, garante vaga em uma AULA AO VIVO com o Flávio Augusto, fundador da Wise Up e do Orlando City, autor de 4 best-sellers e um dos maiores empresários e investidores do Brasil.

Vou perguntar o que ele fazia quando era do seu tamanho. Como contratava sem ter dinheiro sobrando. Como decidia onde botar o pouco que tinha. O que ele errou e faria diferente hoje.

Toda semana tem aula nova com grande empresário, sistemas de IA pronto pra copiar e colar no seu negócio, e mais de 7 mil donos fazendo negócio entre si.

RAIO-X DE NEGÓCIO

O melhor jogador de futebol do mundo largou a Nike por uma marca que nunca fez uma chuteira.

Você com certeza já viu esse tênis por aí, mesmo sem saber o nome. É aquele de sola cheia de buraquinhos, como se alguém tivesse cortado a borracha em gomos, que hoje aparece no pé de atleta, de ator de Hollywood e do cara mais bem vestido da sua fila do pão.

A marca se chama On, é suíça, nasceu em 2010, e acabou de fazer uma das contratações mais barulhentas da história do esporte: tirou o Kylian Mbappé, um dos melhores jogadores do mundo de futebol da Nike, depois de quase vinte anos de casa, pra ser a cara da entrada dela no futebol, um esporte onde ela nunca tinha colocado o pé.

Pra entender como uma marca de corrida chega nesse ponto, você precisa voltar pros Alpes suíços e conhecer o Olivier Bernhard, o cara que inventou a On. Ele foi um atleta de resistência absurdo, três vezes campeão mundial de duatlo e com seis títulos de Ironman, aquela prova maluca de natação, bicicleta e maratona no mesmo dia.

Depois de aposentado, ele vivia frustrado com uma coisa: todo tênis de corrida obrigava o atleta a escolher entre pousar macio ou sair forte do chão, e ele queria as duas coisas no mesmo calçado. Então pegou um tênis velho, lixou a sola e colou pedaços de mangueira de jardim embaixo dele. Isso mesmo, mangueira de jardim.

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E tem um detalhe saboroso nessa história: o tênis usado no protótipo era da Nike, e ele chegou a apresentar a ideia pra própria Nike, que recusou.

Ele mostrou aquela gambiarra pra dois amigos que vinham do mundo dos negócios, o David Allemann, que trabalhava com marketing e construção de marca, e o Caspar Coppetti, que tinha sido agente dele nos tempos de atleta. Os dois torceram o nariz até calçar e correr com ela.

Ao final, os três fundaram a On em Zurique, e aquela mangueira virou a tecnologia que eles batizaram de CloudTec: uns buracos na sola que amassam quando o pé bate no chão e devolvem o impulso na hora de sair.

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A primeira grande sacada do manual deles: tecnologia de amortecimento boa quase toda marca de tênis tem, cada uma com o seu nome esquisito. Eles pegaram a deles e contaram de um jeito que qualquer pessoa entende e deseja: correr sobre nuvens. Não precisa entender de engenharia pra querer correr numa nuvem.

Só que aí apareceu um problema que mata muita marca boa. Marca de corrida costuma ficar presa na corrida, e a corrida, por mais que a gente ame, é um mundo pequeno perto do resto. Pra sair dali, a On precisava de alguém maior que ela.

E foi aí que apareceu um suíço que tinha acabado de encerrar uma vida inteira de contrato com a Nike, o Roger Federer, simplesmente um dos maiores tenistas da história, dono de vinte títulos de Grand Slam, que são os quatro torneios mais importantes do tênis mundial.

Em 2019 ele entrou na empresa como investidor, sócio mesmo, e não como garoto-propaganda que ganha um cachê pra posar com o produto. Ele sentou junto com o time de produto, deu palpite, testou, e daquilo nasceu a linha The Roger.

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Essa é a segunda sacada: em vez de comprar o rosto de um atleta famoso por alguns anos, eles trazem o cara pra dentro da empresa. E a aposta foi tão boa pros dois lados que, com o crescimento da On, a participação do Federer ajudou a transformar ele num bilionário.

Agora volta comigo pro Mbappé: a Nike bancava ele desde criança, eram quase vinte anos juntos, e ele foi campeão do mundo calçando Nike. Segundo o The Athletic, um dos veículos de esporte mais respeitados do mundo, a Nike ofereceu um contrato parecido em dinheiro.

O que virou o jogo foi que a On colocou na mesa, além do dinheiro, um pedaço da empresa. O Mbappé virou sócio, e ele vai ajudar a desenvolver e testar a chuteira da marca, que só chega nas lojas em 2027, com o Thierry Henry, outro gigante do futebol francês, contratado como diretor de futebol da On.

Para e pensa no que isso faz com a cabeça de uma pessoa. Quem recebe cachê quer que a campanha vá bem, porque o próximo cheque depende disso. Quem tem um pedaço da operação quer que a empresa inteira vá bem, porque o patrimônio dele depende disso, e isso tem nome, meu caro: cabeça de dono.

Essa parte da história mexeu comigo porque foi exatamente o que a gente fez dentro da Reserva, só que sem Mbappé nenhum.

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A gente criou um programa chamado Notáveis, onde os melhores colaboradores, aqueles que entregavam resultado e viviam a cultura da empresa de verdade, eram convidados a entrar na sociedade. Vendedor de loja, gerente, gente do escritório, virando sócio, e eu te digo com toda a certeza: sem esses sócios, a Reserva nunca teria chegado aonde chegou.

O conselho que fica é esse: todo dono vive cobrando cabeça de dono do time, mas quase nenhum aceita transformar o time em dono de verdade. Ninguém trabalha de graça, galera, ninguém. Se você quer gente pensando no seu negócio como se fosse delas, precisa em algum momento ter coragem de deixar que ele seja um pouco delas também.

TRUQUES DE IA

✍️ Como fazer o ChatGPT escrever de um jeito natural, sem aquela cara de robô

Você pede um texto pro ChatGPT e ele volta com aquela escrita empolada, cheia de "outrossim", "vale ressaltar", "em suma", que qualquer um bate o olho e sabe que foi IA que fez? E aí você perde um tempão editando pra dar um jeito de soar como gente?

Existe um jeito de configurar o ChatGPT pra ele escrever de um jeito natural, direto, que parece você falando, e não um robô tentando impressionar.

🤖 Como fazer e começar a usar:

Passo 1: Ligue o "Humanize Writing"

→ No ChatGPT, vá em Configurações (Settings) > Plugins > Skills (Habilidades).

→ Ligue o "Humanize Writing" ou Humanizador de Texto (deixar a escrita mais humana).

→ Pronto, agora você tem um comando novo pra usar.

Passo 2: Escreva Algo e Compare

→ Peça um texto qualquer pro ChatGPT, do jeito normal. Guarde o resultado.

→ Agora digite o comando "/humanize-writing" e mande ele reescrever o mesmo texto.

→ Compare os dois lado a lado. Você vai ver na hora a diferença: o segundo soa muito mais natural, menos empolado.

Passo 3: Teste com um Exercício

→ Pra pegar o jeito, peça algo simples tipo: "escreve um textinho sobre a história da lua."

→ Faça a versão normal e a versão humanizada.

→ Assim você entende o que muda e passa a confiar no comando pros seus textos de verdade (post, email, proposta, legenda).

Passo 4: Peça Pra Ir Direto ao Ponto

→ Se você acha que o ChatGPT enrola demais e enche linguiça, peça: "escreve de forma mais direta e objetiva, corta o excesso, vai direto ao ponto."

→ Isso deixa o texto mais enxuto e mais fácil de ler.

→ Se você usa muito, salve essa regra nas instruções do seu projeto pra não precisar repetir toda vez.

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DICA DE OURO: O melhor jeito de fazer a IA escrever como você é ditar em vez de digitar. Ative o microfone e FALE suas ideias soltas, do seu jeito, com as suas palavras, depois peça pro ChatGPT organizar mantendo o seu tom. Como você fala natural, o texto sai natural. Transcrição de reunião e áudios que você grava também funcionam muito bem como matéria-prima.

Depois me conta se funcionou?

Fui!

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Você já viu mil posts sobre IA. Salvou uns vinte. E na sua empresa, até agora, nada mudou.

Quem entrar no Manual de Donos até quarta-feira, dia 30, garante dois bônus ao vivo em outubro:

Imersão de Implementação de IA.

Você sai com 3 sistemas de vendas instalados na sua empresa, com um clique:

  • Um plano de receita personalizado, feito pro seu negócio.

  • Um calendário comercial personalizado, pra saber o que vender e quando.

  • Um vendedor de IA trabalhando na sua operação.

Manual de Donos do Flávio Augusto.

Aula exclusiva com o cara que abriu a Wise Up aos 23 anos com dinheiro de cheque especial e fundou o Orlando City. E eu vou fazer as perguntas que você faria se estivesse na cadeira:

  • Como vender quando ninguém te conhece.

  • Como contratar sem dinheiro sobrando.

  • Onde botar o pouco que tem quando tudo parece urgente.

  • O que ele errou e nunca mais repetiria.

No final tem Q&A ao vivo: você pergunta direto pra ele.

Os dois bônus são de quem fechar a assinatura ainda em setembro.

Na quinta, dia 1º, eles saem da oferta.

E isso tudo vem em cima do que já está lá dentro: mais de 40 manuais liberados na nossa plataforma e mais de 7 mil donos fazendo negócio entre si.

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

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