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Vi dezenas de carreiras brilhantes terminarem assim.


#1 A mentalidade certa não te deixa imune ao erro, mas sim, te potencializa para o próximo acerto.
#2 Nós não vemos as coisas como elas são. Nós as vemos como nós somos.
#3 A melhor maneira, talvez única, de mudar os outros é se tornar um exemplo.
Desejo que seu 2026 seja rebelde!

Hoje em 6 minutos:
🧠 Não é quando você erra, é quando você acerta, o ego é o maior assassino de empresas boas…
👟 Zegna e o tênis de mil dólares: esse case é um tapa na cara de quem acha que marca é uma prateleira só.
📰 A cláusula que salvou um negócio de revista: uma linha no contrato que resolveu problemas e fez a receita voltar a respirar
🧰 Algumas ferramentas para você consumir…

Sabe qual é o momento mais perigoso para sua carreira?

Não é quando você erra. É quando você acerta.
Já vi isso acontecer dezenas de vezes.
Negócios que começaram com a intenção mais pura, resolver um problema real do cliente, entregar valor de verdade.
E que, quando o mundo começou a aplaudir, perderam o rumo.
Marcam um primeiro gol, são publicamente reconhecidos, prêmios, matérias de jornal, eventos por todo o país…
E, de repente, a empresa que nasceu pra resolver um problema do cliente passa a viver pra alimentar o próprio ego das pessoas que a comandam.
Escrevendo esse texto, lembrei da velha máxima:
Motorista cai da moto quando ele acha que dirige tão bem que não vai cair nunca. A segurança gera o relaxamento que, paradoxalmente, gera a insegurança.
Vejo isso todos os dias no mercado de trabalho: O profissional que entregou um resultado e se achou insubstituível.
Outro bom e grande exemplo:
Você não tem ideia de quantas empresas no mundo quebram após o sucesso na compra de outra empresa. Quando uma aquisição dá certo, o resultado vem, os jornais celebram o CEO, que amanhece com a tentação de fazer outra aquisição no dia seguinte.
E assim ele vai fazendo até criar uma confusão tão grande que já não é capaz de resolver.
Quando o mercado aplaude, o instinto é continuar buscando outro aplauso e não necessariamente fazer o que deve ser feito.
Quando o ego vai pouco a pouco migrando o foco da empresa do cliente para o palco, a missão vai se dissolvendo e o propósito vira uma mera ferramenta de autopromoção.
A opinião contrária, que antes era bem-vinda e gerava valiosos aprendizados, passa a ser vista como uma afronta pessoal e motivo de guerra política na organização.
Quando isso acontece, o diálogo morre.
A escuta desaparece. E a empresa toda começa a operar num espelho distorcido, onde só enxerga o próprio reflexo.
Não é sobre não comemorar as vitórias, nós as comemoramos, é sobre criar uma cultura que não as leve tão a sério e nem transforme excelentes profissionais em narcisistas ególatras. É sobre salvar as pessoas delas mesmas e, por consequência, a empresa. Esse é o principal papel do líder.
Como diz meu coach e amigo Bernardinho: chegar ao sucesso é muito mais fácil do que se manter lá. O ego é o maior inimigo do homem.
O sucesso não é o inimigo. A vaidade é.Dito tudo isso, fica o recado:
Faça uma autoanálise. Está começando a achar que só você sabe das coisas?
Calma, irmão. Se continuar assim, você vai cair da moto. Esse costuma ser o começo do fim. Dois pés no chão. Sempre.
P.S: Amaria saber o que você achou desse texto e se ele te ajudou. Basta responder esse e-mail me contando que leio tudo!

Esse case é um tapa na cara de quem acha que marca é uma apenas uma prateleira.

Se uma marca de ternos clássicos, com mais de 115 anos, resolve fazer um tênis esportivo, a primeira reação é pensar que eles enlouqueceram.
Só que a essa marca fez exatamente isso e cresceu quase 600% em faturamento.
Eu estou falando da Zegna, aquela italiana tradicionalíssima, famosa por vestir Wall Street, Faria Lima e muitos que colocaram um terno “de gente grande” na vida.
Aí veio a pandemia. Escritórios vazios, reuniões no Zoom e ninguém mais usando terno. De repente, a categoria mais séria do guarda-roupa virou quase peça de museu.
Hoje parece óbvio. Na época, parecia loucura.
Eles apostaram tudo num tênis de mil dólares chamado Triple Stitch, um modelo simples, de fitas elásticas cruzadas que você ja deve ter visto por ai.
E funcionou.
A idade média do comprador desse tênis é 33 anos, numa marca que historicamente vestia executivos de 50 a 60 anos.
Ou seja, não virou só um produto novo. Rejuvenesceu a marca.
Agora, escuta o seu amigo varejista aqui:
Tem uma lição que vale ouro. Sem querer querendo, a Zegna criou um produto de acesso. O cara de 30 anos não compra o terno de 10 mil dólares, mas compra um tênis de mil.
Ele usa, se apaixona e entra no universo. E, quando precisar de um terno, adivinha pra onde ele vai?
Foi nessa mesma lógica na Reserva e nas marcas ao redor dela.
Produto de entrada traz o cliente, e depois você acompanha a evolução da vida dele.
Às vezes você fica preso numa categoria, achando que a marca é aquilo, mas o cliente não deseja só aquilo. E é aí que mora a oportunidade.
Então eu vou te deixar com duas perguntinhas, de dono pra dono.
Primeira: qual é o seu produto de entrada, aquele produto que faz o cliente entrar e ficar?
Segunda: existe alguma categoria complementar ao que você vende hoje que o seu cliente claramente gostaria de comprar de você?
Aposto que, se você responder as duas com honestidade, você encontra dinheiro na mesa.

O verdadeiro motivo pelo qual clientes continuam pagando.

Todo mundo fala que o negócio de revistas é ruim.
Eu conheço um dono de revista que estava quase quebrando e adicionou uma linha no contrato de assinatura que fez ele explodir de vender e sobreviver.
Pensa comigo.
Todo mundo acha que diminuir risco pro cliente significa dar garantia. Devolução em 30 dias. Seu dinheiro de volta.
Errado.
Tem outra forma muito mais poderosa de fazer isso.
Olha só o que esse cara fez:
Adicionou um seguro contra perda no modelo de assinatura.
Se o assinante perdesse a edição física, recebia outra de graça.
Parece bobagem, não é? Mas a retenção disparou.
Por quê? Porque as pessoas não estavam mais comprando uma revista.
Estavam comprando paz de espírito.
Tem uma marca de roupas no Brasil que está fazendo exatamente isso: A Insider, que oferece troca vitalícia se a peça rasgar, mesmo depois de anos de uso.
Resultado? O cliente não pensa duas vezes antes de comprar porque sabe que não tem como perder.
E isso funciona em qualquer negócio.

1. Em primeiro lugar: jamais venda o produto ou serviço, venda para o seu cliente a solução para a dor dele.
Você não vende academia.
Vende a pessoa que o cliente quer ver no espelho.
Ninguém quer comprar o que você faz. As pessoas querem parar de sofrer com o problema que elas têm.
Quando você entende isso e muda o foco da conversa do seu produto pra dor do cliente, vender deixa de ser difícil.
2. Quem elimina risco, cobra mais e retém melhor.
Sabe qual é o medo secreto de todo cliente? "E se eu me ferrar sozinho depois?"
Por isso garantia, suporte 24hrs e acompanhamentos funcionam.
O cliente paga pela solução hoje, mas continua pagando pela segurança. Cancelar significa voltar pro risco. E ninguém quer voltar.


Esse é o primeiro livro do ano. O autor usa o tênis como referência pra explicar o jogo interno que rola dentro da gente todo santo dia.
A ideia central é simples e brilhante. Existem dois seres dentro de nós, o Ser 1, a mente, e o Ser 2, o corpo.
O segredo está em colocar os dois em harmonia, e isso acontece quando a gente desliga um pouco o Ser 1 e deixa o Ser 2 fazer o que sabe, com leveza, com diversão, sem paranoia.
Vale cada página. Separei pra você aqui: clique e compre

Essa semana, minha indicação é o episódio do Huberman Lab com o Dr. Michael. Ele prova que seu cérebro muda em qualquer idade e acaba com aquela desculpa de "sou velho demais pra isso". É grande, mas vale MUITO a pena, meu caro.
PODE PERGUNTAR!
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