Vai doer, mas você precisa ouvir.

QUOTE DA SEMANA

Sabe como tomar a pior decisão? Pergunta a opinião de todo mundo.

Naval Ravikant

Pensa comigo: no final das contas, você vai fazer uma salada que não agrada ninguém, nem você mesmo.

Hoje em 10 minutos:

📺 O maior YouTuber do mundo dá sempre o mesmo conselho

🇧🇷 Dois brasileiros de 29 anos viraram bilionários semana passada

🤖 Como aprender qualquer assunto ouvindo um podcast criado por IA

📰 Movimentos de mercado que você não pode ignorar essa semana.

🧰 Ferramentas de donos: conhecimento prático pra você usar no seu negócio essa semana.

Vai doer, mas você precisa ouvir.

O maior YouTuber do planeta dá sempre o mesmo conselho. E ninguém segue.

Eu segui o conselho dele quando o conheci há alguns anos para criar meu conteúdo aqui nas redes e deu muito certo. Quando me perguntam qual é minha estratégia, eu dou exatamente a mesma resposta. E adivinha? Também ninguém segue.

Deixa eu te contar a história toda pra você entender direito. No final, você vai sacar por que esse conselho serve não só pra criar conteúdo, mas pra qualquer coisa na vida.

Toda vez que alguém chega no estúdio do MrBeast pedindo conselho pra crescer no YouTube, ele fala a mesma coisa:

"Faça 100 vídeos. Um de cada vez. A cada novo vídeo, melhore só uma coisa. Uma introdução melhor. Uma edição melhor. Um título melhor. Faça isso 100 vezes. Depois volta e me conta como foi."

A reação é sempre a mesma: "Cem vídeos?!"

Aí perguntaram pro MrBeast: "E as pessoas voltam pra te contar o que aconteceu?"

A resposta dele é que elas nunca voltam. Pensa comigo. Não é que o conselho não funciona. É que ninguém faz.

Todo mundo quer ser o MrBeast com 450 milhões de inscritos. Ninguém quer ser o Jimmy, nome verdadeiro dele, que postou por 5 anos sem ninguém assistir.

E por que esse conselho é tão importante pra tudo na vida:

Quando você chega no vídeo 100, você nem precisa mais de conselho. Você aprendeu tanto no processo, melhorou tanto passo a passo, que você já sabe exatamente o que fazer.

Você se tornou alguém que sabe como vencer. A regra dos 100 do Jimmy não é sobre vídeos. É sobre qualquer coisa.

100 posts. 100 visitas a cliente. 100 tentativas de venda. 100 protótipos.

O número não é mágico. O que é mágico é que quase ninguém chega lá pois desiste antes. E quem chega, não precisa mais de ajuda.

E é quando você está quase desistindo que normalmente as coisas começam a dar certo.

E aí, você tá no vídeo, venda, protótipo ou tentativa número quanto? Responde esse e-mail me contando que leio tudo!

Fui!

Dois brasileiros de 29 anos ficaram bilionários porque não conseguiam um cartão de crédito

Esses dois moleques brasileiros, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi, se conheceram com dezesseis anos brigando no Twitter sobre qual editor de texto era melhor pra programar. Ontem venderam a empresa que criaram juntos por trinta bilhões de reais pro Capital One, um dos maiores bancos dos Estados Unidos.

Se liga: antes de se conhecerem no Twitter, o Pedro se apaixonou por programação quando tinha doze anos e foi a primeira pessoa do mundo a desbloquear o iPhone.

Deixa eu explicar o que isso significa: em 2007, quando o iPhone foi lançado nos Estados Unidos, a Apple obrigava você a usar só uma operadora de celular específica. Você comprava o iPhone de dois mil dólares, mas ele só funcionava com aquela operadora.

A Apple não gostou nem um pouco. Tinha dezesseis anos e já tinha a gigante da tecnologia querendo botar ele na justiça.

Já o Henrique se apaixonou por programação aos quatorze anos e criou um servidor pirata pra jogar um jogo online com os amigos sem pagar. A dona do jogo descobriu e mandou carta de advogado pra casa dele.

Nada é por acaso, galera. Esses dois já mostravam desde moleques que tinham coragem de quebrar regra quando achavam que a regra era burra.

Depois de brigarem nas redes sociais sobre programação, eles resolveram fazer uma videochamada pelo Skype, que era o aplicativo que todo mundo usava pra fazer chamada de vídeo pela internet antes do Zoom existir.

Se tornaram melhores amigos. Inseparáveis. E a história entrou em velocidade máxima.

Em 2013, ainda adolescentes, eles criaram a primeira empresa juntos: a Pagar.me.

Sabe quando você compra alguma coisa na internet e paga com cartão de crédito? Essa empresa processava esse pagamento e transferia o dinheiro pro vendedor.

Venderam pra Stone em 2016 por alguns milhões de reais. Ficaram ricos com vinte e poucos anos. Com a grana foram estudar em Stanford e largaram oito meses depois.

Por quê? Acharam chato pra c@ralh#! Eles queriam CRIAR empresas, não ficar assistindo aula teórica sobre empreendedorismo. Então saíram de Stanford e se candidataram pra Y Combinator.

Y Combinator é a aceleradora de empresas novas de tecnologia mais famosa do mundo. Mas aqui vem a parte engraçada: eles entraram pra fazer uma empresa de realidade virtual. Sem saber nada sobre o assunto. Sabe aqueles óculos doidos que você coloca na cabeça e entra num mundo digital? Isso.

E quando foram comprar equipamento pra esse novo negócio, eles descobriram que nenhum banco americano disponibilizava o bendito cartão corporativo. Por quê? Porque os bancos analisavam o histórico de crédito pessoal do dono, não o dinheiro que a empresa tinha no banco.

Histórico de crédito é tipo um boletim escolar do seu comportamento financeiro: se você sempre pagou as contas em dia, se tem dívida, se já deu calote, quantos empréstimos você tem.

E eles eram moleques de vinte e poucos anos, recém-chegados ao país, sem casa própria, sem carro, sem nada. Pra qualquer banco tradicional, eles eram risco altíssimo.

Foi quando eles olharam um pro outro e pensaram: "Pera aí. Se A GENTE tá com esse problema, todas as outras empresas novas aqui da Y Combinator devem estar também."

Confirmaram. Conversaram com outros fundadores. Milhares de empresas americanas com dinheiro no banco mas sem conseguir um simples cartão corporativo.

Aí eles decidiram: f@da-se realidade virtual. ESSE é o problema que vale a pena resolver.

Criaram a Brex. Um cartão corporativo feito especificamente pra empresas novas que acabaram de receber dinheiro de investidor.

A sacada genial foi simples: em vez de olhar pro histórico de crédito pessoal do dono, a Brex olhava pro dinheiro que a empresa tinha no banco.

Se você conseguiu que investidores sérios te dessem cinco milhões de dólares pra começar sua empresa, você TEM dinheiro no banco da empresa. Esse dinheiro tá lá, parado, esperando ser usado pra crescer o negócio.

Em menos de dois anos, viraram unicórnio, que é como o mercado chama empresa avaliada em mais de um bilhão de dólares. Em 2022, já valiam doze bilhões de dólares e atendiam mais de trinta mil empresas.

No dia 23 de janeiro de 2026, o Capital One comprou a Brex por cinco bilhões de dólares. Trinta bilhões de reais.

Pedro e Henrique têm vinte e nove anos hoje e viraram bilionários resolvendo um problema que eles mesmos tinham.

Essa história é um marco histórico. É a prova real de que o empreendedor brasileiro é foda. Quando ele quer, ele vai lá pra fora e bota pra foder no mundo todo.

Nós treinamos com peso nas costas. Literalmente. Tudo é mais difícil aqui. E é dessa dificuldade que nasce a nossa força. A resiliência. A criatividade. O jogo de cintura.

Então, Henrique e Pedro, eu não conheço vocês pessoalmente, mas vocês têm meu respeito e admiração no nível máximo.

Parabéns, galera. Vocês são um orgulho nacional.

Viva Brex. Viva o Brasil.

Fui!

TRUQUES DE IA

🎧 Como aprender qualquer assunto enquanto você dirige, caminha ou malha usando IA do Google

Olha só: Você precisa estudar um monte de PDF chato, assistir horas de vídeo de Youtube ou ler aquele relatório gigante do trabalho, mas não tem tempo ou paciência para sentar e ler tudo?

Agora você consegue jogar todo esse material dentro de uma ferramenta gratuita do Google chamada NotebookLM e ela transforma tudo em um podcast de duas pessoas conversando sobre o assunto, como se fossem dois apresentadores de rádio explicando o conteúdo para você enquanto você dirige, caminha ou faz exercício.

E o melhor: você escolhe o que entra no "cérebro" da IA. Quer estudar só os capítulos 3 e 5 do livro? Joga só eles. Quer misturar vídeo do Youtube com PDF da faculdade? Pode. A IA vai juntar tudo e criar um podcast único sobre aquilo.

🤖COMO FUNCIONA (PASSO A PASSO SIMPLES)

Passo 1: Entre no NotebookLM

→ Acesse notebooklm.google.com (é de graça).

→ Clique em criar um novo notebook (é tipo criar uma pasta nova para cada assunto que você quer estudar).

Passo 2: Adicione Seus Materiais

→ Adicione os materiais que você quer que virem podcast: pode ser link de vídeo do YouTube, arquivo PDF que está no seu computador, ou link de site.

→ Você controla o que a IA vai usar. Quer que ela estude só 3 PDFs específicos? Adicione só esses 3. Simples assim.

Passo 3: Organize o Que Entra

→ No lado esquerdo da tela, na aba fontes, você vai ver tudo que adicionou.

→ Pode marcar e desmarcar os materiais clicando neles (tipo quando você escolhe quais músicas quer ouvir na playlist).

→ Só o que estiver marcado vai virar podcast.

Passo 4: Gere o Podcast

→ No lado direito da tela, clique em "Estúdio" (é onde a mágica acontece).

→ Clique em "Resumo em Áudio" para começar a criar o podcast.

→ Vai demorar de 5 a 10 minutos para ficar pronto (a IA está "lendo" tudo e criando a conversa). O podcast vai aparecer do lado direito quando terminar.

Passo 5: Para Finalizar

→ Quando o podcast estiver pronto, clique nos três pontinhos ao lado dele.

→ Escolha "baixar" para salvar o arquivo mp3 no seu celular ou computador.

→ Ou escute direto no navegador ou pelo aplicativo do NotebookLM no celular.

DICA DE OURO:

Você pode fazer perguntas para os apresentadores do podcast! Clique no botão "interactive" e escreva sua pergunta. A IA vai responder em áudio, como se você estivesse participando da conversa.

Depois me conte se funcionou!

Fui!

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Um professor chamado Philip Tetlock passou 20 anos estudando o que faz as pessoas acertarem previsões do futuro. A conclusão? A gente acerta tanto quanto um pombo acerta. Não existe fórmula para acertar, mas existe fórmula para errar menos nas previsões.

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Nabeel S. Qureshi é um empreendedor, escritor e pesquisador do qual sou fã. Dentre dezenas de negócios ele é um dos fundadores da Palantir e recebeu o prêmio Emergent Ventures, que busca apoiar as mentes mais brilhantes do planeta.

Ele escreveu uma lista de princípios que gostaria de já conhecer quando começou sua carreira que foge completamente dos clichês de “o que eu faria se tivesse 20 anos” que lemos por aí.

Eu li esse artigo e achei incrível. Acesse aqui.

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