
Toda segunda, às 18:18
QUOTE DA SEMANA

O cara mais ocupado da empresa raramente é o mais importante. Geralmente é o que não sabe recusar reunião. Agenda cheia não é sinal de sucesso, é sinal de que todo mundo está decidindo como você gasta seu tempo, menos você.
Hoje em 10 minutos:
❓ Quem é você sem nada disso?
👟 Os dois irmãos que criaram o maior negócio de tênis do mundo
🤖 Como criar um calendário de conteúdo da semana inteira automaticamente
🧰 Por dentro da minha comunidade.
Quem é você?

Eu vou te fazer uma pergunta que talvez você nunca tenha se feito na vida: tira o seu cargo, tira a sua empresa, tira o seu cartão de visita, o seu título no LinkedIn, o nome que aparece na sua assinatura de email. Tira tudo isso e me diz: o que sobra? Quem é você sem nada disso?
Semana passada, o Tim Cook, o cara que sucedeu ninguém menos que o Steve Jobs e levou a Apple de 350 bilhões pra quase 4 trilhões de dólares em valor de mercado, anunciou que vai deixar o cargo de CEO em setembro. Quinze anos no comando da empresa mais valiosa do mundo e o cara simplesmente disse que chegou a hora de passar o bastão.
Eu li a notícia e me lembrei na hora de uma coisa que o Tim disse há alguns anos, quando perguntaram pra ele como toda aquela fama e todo aquele poder não tinham afetado em nada o ego dele, e ele respondeu com a simplicidade de quem bebe um copo d'água:
"Isso tudo não tem a ver comigo. A fama não é minha, a fama é do meu cargo."
Pensa na grandeza dessa frase. O presidente da empresa mais valiosa do planeta, dizendo publicamente que nada daquilo pertencia a ele, que ele era só a pessoa que ocupava aquela cadeira, e que quando saísse, a cadeira continuaria lá com outro nome sentado nela.
Eu sei que quando eu falo isso aqui pode até parecer óbvio, mas num mundo de líderes narcisistas e vaidosos, o Tim Cook é uma ave rara. A maioria das pessoas no lugar dele já teria confundido o cargo com a identidade há muito tempo.
Essa frase me influenciou profundamente num dos momentos mais delicados da minha carreira, porque quando eu decidi sair da Reserva, empresa que eu havia fundado 20 anos antes da decisão, a Reserva não era só o meu negócio. Ela fazia parte de quem eu era. Eu era o Rony da Reserva e todo mundo me conhecia assim: quando alguém falava meu nome, o próximo pensamento era a marca, e quando alguém falava da marca, o próximo pensamento era eu. Vinte anos construindo algo que se misturou com a minha identidade de um jeito que eu nem percebia o quanto.
Eu saí da empresa já faz quase 2 anos e eu acho que, de alguma forma, eu sempre vou ser o Rony da Reserva. Mas a questão não era essa. A questão era: quem é o Rony sem a Reserva? A minha família achava que eu ia entrar em depressão, e é óbvio que esse risco existia se eu não me preparasse, porque quando você passa duas décadas sendo definido por uma coisa e essa coisa sai da sua vida, o buraco que fica não é profissional, é existencial.
A frase do Tim Cook virou a minha primeira pista emocional de preparação: separar quem eu sou do cargo que eu ocupava na companhia. E em busca desse desafio, eu li um livro que mudou a forma como eu enxergo liderança, poder e vaidade. O livro se chama "Leaders Eat Last", do Simon Sinek, que é um gênio quando o assunto é entender por que alguns times funcionam e outros desmoronam.
E nesse livro, o Sinek conta uma história que eu nunca mais esqueci, e que ele chama de a Teoria da Xícara.
É a história de um subsecretário de defesa dos Estados Unidos que participou de uma grande conferência por 2 anos seguidos. No primeiro ano, ele ainda estava no cargo: voou de primeira classe, tinha motorista esperando no aeroporto, o hotel já estava reservado, alguém levou ele pela entrada dos fundos até os bastidores do evento, e quando pediram um café pra ele, serviram numa xícara de cerâmica maravilhosa, daquelas que você segura e sente o peso na mão.
No ano seguinte, ele voltou pra mesma conferência, no mesmo palco, pra mesma plateia, só que dessa vez ele já tinha saído do cargo. Voou de classe econômica, pegou táxi no aeroporto, fez o próprio check-in no hotel, e quando pediu um café, apontaram pra ele uma mesa com uma garrafa térmica e um copinho de isopor pra que ele se servisse sozinho.
E aí ele parou o discurso, olhou pro copinho de isopor na mão dele, e disse pra plateia uma frase que me arrepia até hoje:
"Eu percebi que a xícara de cerâmica nunca foi pra mim. Ela sempre foi pro cargo que eu ocupava. Eu sempre mereci só o copo de isopor."
Toda vez que eu leio isso fico arrepiado.
A xícara de cerâmica é tudo aquilo que vem junto com o poder: o respeito automático, a agenda cheia de gente querendo te ver, o convite pra palestra, o motorista, o hotel, o tratamento especial. A gente se acostuma com tudo isso de um jeito tão rápido que começa a achar que merece, que é pra gente, que faz parte de quem a gente é. Mas não faz, é parte do cargo. E quando o cargo sai, a xícara de cerâmica vai embora junto.
Foi exatamente essa consciência que me deu o que eu mais precisava no ano em que saí da Reserva: intencionalidade. A capacidade de separar a minha saída do negócio da minha identidade como pessoa, porque se eu não fizesse essa separação antes de sair, eu ia sair e não ia saber quem eu era. A Reserva era como um filho que sai de casa aos 18 anos pra voar pro mundo independente do pai. O telefone parou de tocar, eu não era mais a referência da galera, os novos líderes foram adaptados rapidamente, graças a Deus, e a vida seguiu.
E a vida seguir é exatamente o ponto. A empresa não para porque você saiu, o mercado não para, os clientes não param, e isso deveria ser um alívio, não uma dor. Mas só é alívio se você já tiver construído uma identidade fora do cargo, se você sabe quem é sem o cartão de visita. Porque quando a sua identidade inteira está amarrada a uma empresa, a um título ou a um faturamento, qualquer mudança profissional vira uma crise pessoal. E não deveria ser assim.
Eu sei que a maioria dos donos de negócio que me lê não tá pensando em sair da empresa agora, mas essa reflexão vale pra todo mundo, em qualquer momento, porque a armadilha da identidade profissional não pega só na hora de sair. Ela pega todo dia, de formas que a gente nem percebe.
E pega especialmente quando alguém te trata bem e você não sabe se é por você ou pelo seu cargo, porque você nunca parou pra fazer essa pergunta.
Da mesma forma que a vaidade mata, a humildade liberta. O Tim Cook entendeu isso no topo do mundo, sendo o presidente da empresa mais valiosa do planeta, e anunciou a saída com a serenidade de quem sabe que a xícara de cerâmica nunca foi dele. O subsecretário de defesa entendeu olhando pra um copinho de isopor numa conferência onde um ano antes ele era tratado como rei. E eu entendi quando saí da empresa que fundei 20 anos antes e descobri que a vida continuava, que eu continuava, e que o Rony sem a Reserva ainda era alguém que valia a pena ser.
A pergunta que eu te deixo é a mesma do começo: tira o seu cargo, tira a sua empresa, tira o cartão de visita. O que sobra? Se você não consegue responder com tranquilidade, talvez seja hora de começar a construir essa resposta. Não quando sair, não quando se aposentar, não quando a vida forçar a pergunta. Agora, enquanto ainda dá tempo de responder sem desespero.
Pensa nisso com carinho.
Fui!
Os dois irmãos que criaram o maior negócio de tênis do mundo e destruíram tudo por causa de uma briga.

Dois irmãos construíram juntos a marca de tênis mais poderosa do planeta e perderam tudo porque deixaram um conflito virar guerra. Essa história é sobre Adidas e Puma, mas, na real, é sobre qualquer sociedade, inclusive a sua.
Adolf e Rudolf Dassler cresceram numa cidadezinha chamada Herzogenaurach, no interior da Alemanha, daquelas que você cruza de ponta a ponta em 15 minutos. O Adi, como todo mundo chamava, era o inventor dos dois, quieto, meticuloso, o cara que ficava horas criando tênis na lavanderia da mãe com material reciclado, enquanto o Rudolf era o oposto completo, um vendedor nato, mega extrovertido, persuasivo, daqueles que conseguem convencer qualquer pessoa a comprar qualquer coisa. Um criava e o outro vendia, e juntos eles eram absolutamente complementares, que é exatamente o tipo de sociedade que funciona: quando o que um tem é o que falta no outro.
Em 1924, os dois fundaram a Dassler Brothers, uma fabriquinha de sapatos esportivos que funcionava na casa da família, e a parceria era perfeita porque o Adi vivia obcecado pela qualidade do produto enquanto o Rudolf vivia obcecado por colocar esse produto no pé das pessoas certas. Doze anos depois, nas Olimpíadas de Berlim em 1936, eles convenceram o velocista americano Jesse Owens a usar os tênis da marca, o cara ganhou 4 medalhas de ouro e as vendas explodiram no mundo inteiro. Dois irmãos do interior da Alemanha tinham construído, praticamente do nada, uma das marcas esportivas mais desejadas da Europa.
E foi aí que tudo começou a desmoronar.
A Segunda Guerra chegou, o Rudolf foi convocado pro exército e o Adolf ficou em casa tocando a fábrica, e ali nasceu a primeira rachadura: o Rudolf começou a desconfiar que o irmão tinha usado contatos políticos pra livrar a própria pele da convocação. Era verdade? Ninguém sabe ao certo até hoje, mas isso não importa, porque a mágoa foi crescendo, a desconfiança foi crescendo, e o mais importante: ninguém sentou pra resolver o problema, ninguém teve a conversa difícil, ninguém colocou o dedo na ferida enquanto ela ainda era pequena.
Em 1948, com a relação completamente destruída, eles dividiram tudo ao meio. O Adi ficou com a fábrica do lado norte do rio Aurach, que corta a cidade, e criou a Adidas juntando o apelido dele com o sobrenome, enquanto o Rudolf foi pro lado sul do rio e criou a Puma.

E o que aconteceu depois é tão absurdo que parece ficção: a cidade inteira foi junto na briga, famílias se dividiram, padarias atendiam só funcionários de uma das marcas, bares eram separados, escolas eram separadas, e casar com alguém do outro lado do rio era praticamente proibido. Herzogenaurach ficou conhecida como "a Cidade dos Pescoços Tortos", porque as pessoas olhavam primeiro pro tênis do outro antes de cumprimentar, pra saber se era aliado ou inimigo. A gente conhece um pouquinho dessa polarização, né? rs
Os irmãos morreram nos anos 70 sem se reconciliar, o Rudolf em 1974 e o Adolf em 1978, e foram enterrados no mesmo cemitério, em lados opostos, o mais longe possível um do outro. Só em 2009, mais de 60 anos depois da briga, funcionários das 2 empresas fizeram um jogo de futebol amistoso pra simbolizar o fim da rivalidade.
Olha só o que eles jogaram fora: se os irmãos Dassler tivessem ficado juntos, a Dassler Brothers provavelmente teria ultrapassado a Nike e seria a maior empresa de artigos esportivos do mundo. Em vez disso, criaram 2 empresas que hoje são a segunda e a terceira do mercado, atrás justamente da Nike. Tinham o melhor produto, tinham o melhor time, tinham tudo, e perderam porque deixaram o conflito virar uma guerra que ninguém teve coragem de desarmar.

E agora eu vou te contar uma coisa que eu nunca tinha contado publicamente…
A minha saída da Reserva e o “fim” da sociedade
Em meados de 2024, num domingo à noite, eu chamei os meus sócios pra jantar. A gente tinha vendido a Reserva no final de 2020, assinado contrato como executivos por 4 anos — na minha cabeça, ficaríamos ali pra sempre, mas, dada toda a conjuntura envolvendo o grupo, eu precisei avisar que não ia renovar meu contrato. Era uma decisão pessoal, difícil pra caramba, e eu falei que ficaria feliz com qualquer decisão que eles tomassem.
E sabe o que eles responderam, no mesmo segundo, unânimes? Se a gente começou junto, a gente sai junto.
Naquele jantar eu entendi, na veia, o que separa uma sociedade que dura de uma que desmorona. Os Dassler tinham produto e resultado, mas não tinham cultura, e quando o conflito chegou não tinha nada pra segurar, nenhum alicerce emocional onde se agarrar. A maioria das sociedades, quando entra dinheiro grande ou quando muda a estrutura, acaba se dissolvendo e cada um vai pro seu canto. Com a gente foi o oposto: 18 anos juntos, uma pandemia no meio, uma venda bilionária, e saímos ainda mais empolgados pra continuar construindo lado a lado na Rebels Ventures e no Manual de Donos. Aprendemos a ter uma boa sociedade.
Como ter uma boa sociedade?
Aqui vai o conselho que eu tiro dessa história pra você que tem sócio ou que tá pensando em trazer um. A maioria das brigas sérias entre sócios não acontece na crise, acontece na bonança, porque na crise o inimigo é externo e todo mundo rema junto, mas quando o dinheiro entra os egos afloram e começa aquela conta maldita: quem merece mais, quem gerou mais, quem se sacrificou mais. Eu aprendi que pra ter uma boa sociedade você precisa ser um péssimo contador, porque no dia que você começa a manter uma conta-corrente de esforço com o seu sócio, é o começo do fim.
Os irmãos Dassler tinham o melhor negócio do mundo nas mãos e perderam porque ninguém teve a coragem de sentar, olhar no olho e resolver o que precisava ser resolvido enquanto ainda dava tempo.
Você provavelmente já sentiu na pele o peso de uma sociedade que não tá funcionando como deveria, ou tá sozinho tomando todas as decisões sem ter com quem dividir o peso quando o negócio chocalha.
Eu e meus sócios preparamos uma aula completa sobre isso dentro da minha comunidade, desde como escolher sócio e resolver conflito antes que ele vire guerra, até como montar o contrato que protege a relação e os 5 pilares que fizeram a nossa sociedade durar 18 anos e continuar de pé.

Se sociedade é um tema que te tira o sono ou se você está pensando em alguém pra dividir o jogo, essa aula do Manual de Donos foi feita pra você, com framework, exercícios práticos e a gravação.
📅 Como ter um calendário de conteúdo que se planeja e se atualiza sozinho toda semana
Você sabe que precisa postar nas redes sociais para o seu negócio crescer, mas toda semana é a mesma luta: pensar no que postar, escrever legenda, criar arte, organizar datas e no fim acaba não postando nada?
Existe uma ferramenta de IA chamada Manus que monta seu calendário de conteúdo da semana inteira automaticamente: ela cria os posts, escreve títulos e legendas, organiza tudo num painel visual e ainda salva no seu Google Drive.
O que é o Manus: É um agente de IA, em vez de só responder perguntas como um chat, ele EXECUTA tarefas completas sozinho. Você dá a ordem uma vez e ele trabalha: pesquisa, cria, organiza e entrega pronto.

🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Prepare Seus Materiais
→ Cadastre-se no Manus e baixe o aplicativo para desktop (computador).
→ Crie uma pasta no Google Drive com tudo da sua marca: documentos, briefings (resumos do que sua empresa faz), exemplos de posts antigos e notas de produtos.
→ Quanto mais material você der, mais o conteúdo vai parecer com a SUA voz.
Passo 2: Conecte o Google Drive
→ Dentro do Manus, acesse a página de Connectors (conexões com outras ferramentas).
→ Escolha o Google Drive e autorize sua conta.
→ Crie um novo projeto para o calendário.
Passo 3: Dê a Instrução Mágica
→ Cole este prompt: "Crie um calendário de conteúdo em HTML de uma página que eu possa usar como painel de planejamento visual para uma semana de conteúdo. Use os documentos da marca na minha pasta do Google Drive para gerar títulos, legendas e recursos para Instagram, LinkedIn, X e e-mail. Exiba cada postagem no painel do calendário e salve as postagens e os recursos gerados de volta no Google Drive."
→ O Manus vai montar tudo sozinho.
Passo 4: Gere e Transforme em Rotina
→ Peça para o Manus gerar as postagens da primeira semana com base nos materiais da sua pasta.
→ Depois peça: "Transforme esse processo de planejamento em uma habilidade reutilizável."
→ Habilidade reutilizável = o Manus aprende o processo e repete sempre que você pedir, sem precisar explicar tudo de novo.
DICA DE OURO: Depois que a habilidade estiver funcionando, peça ao Manus para automatizá-la semanalmente: toda semana ele atualiza sozinho as postagens dos próximos sete dias e o calendário. Você só revisa e aprova.
O Manus não substitui um estrategista de conteúdo para construir seu posicionamento de marca, mas, para tirar da frente o trabalho braçal de planejar, escrever e organizar posts toda semana, resolve muito bem.
E você finalmente fica constante nas redes, que é o principal desafio e justamente o que separa quem cresce de quem desiste.
Se você gosta de truques de IA como esse, se liga nessa: no dia 25 de junho, as 19h, eu vou estar ao vivo com o Bruno Okamoto, um dos caras que mais entende de IA aplicada a negócio no Brasil.
Uma imersão gratuita pra te mostrar como aplicar IA de acordo com a fase do seu negócio. Do produto na mão até os agentes trabalhando por você 24/7.
Quem fica até o fim ainda leva um agente de diagnóstico, que analisa seu negócio e te diz qual é o seu próximo passo. É de graça e tem vaga limitada.
👉 Garanta sua vaga clicando aqui.

Turma, saiu o segundo episódio de Os Caras do Pix, o programa que eu gravei com uma turma f@da do empreendedorismo no Canal Foco, com o apoio da Stone.
A dinâmica é a seguinte: empreendedores entram na nossa frente e têm que nos convencer de que merecem levar meio milhão de reais. O maior prêmio em dinheiro da história do YouTube brasileiro.
Eu topo esses projetos por um motivo muito simples: empreender no Brasil é o esporte mais difícil do mundo, e quem faz isso todo dia merece mais holofote. A Stone entendeu isso e por isso me juntei a eles como embaixador, porque é uma empresa que nasceu pra estar do lado de quem empreende de verdade, do dono da padaria ao dono do e-commerce.
Se você toca um negócio, assiste esse episódio. Presta atenção em como cada participante apresenta, como lida com pergunta difícil, como reage quando o plano não sai como esperava.
Fui!

Eu sei que você tá sobrecarregado em opção.
Modelo novo toda semana, ferramenta nova toda semana, concorrente postando print de automação toda semana. Você lê, acha interessante, fecha o navegador, e volta pra reunião. 3 meses se passam, e a única coisa que você incorporou de IA no negócio foi um ChatGPT pra escrever e-mail mais rápido. O resto do time continua no mesmo Excel de 5 anos atrás, e sem saber usar IA direito.
Todo dia a distância entre você e quem já se mexeu fica maior.
Por isso, toda semana eu mando um e-mail, dentro da minha comunidade, com um problema de negócio comum resolvido com inteligência artificial, passo a passo, em vídeo aula e por escrito. Simples e direto, pra aplicar na hora, sem se entupir de informação que rouba a sua atenção.
Pra você ter ideia, essa semana ensinamos os membros a como implementar IA no negócio, de forma personalizada, te dando um agente “Diretor de IA”, que entende seu negócio, seus desafios, identifica onde a IA gera mais alavancagem, e te entrega 1. plano priorizado, passo a passo, e 2. execução desse plano (sim, ele executa).
Semana passada ensinamos a ler o balanço financeiro de qualquer empresa aberta do seu setor em 10 minutos, pra você replicar o vício que Guilherme Benchimol tem desde 2004 e contou ao vivo para os membros. Semana que vem tem mais um. E mais um. E mais um… E você pode ter acesso a todos:
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobrevivendo? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

