
Toda segunda, às 18:18
QUOTE DA SEMANA

Todo mundo tenta ser o melhor na mesma coisa. E aí ninguém consegue explicar por que é diferente do vizinho. Se você compete pra ser igual, até ganhar é perder.
Hoje em 10 minutos:
🔥 A sua vida é um fogão com quatro bocas.
⚽ A empresa brasileira de R$ 2 bilhões que nasceu numa live de quarto.
🤖 Como criar páginas de venda que convertem usando inteligênia artificial
🧰 Ferramentas de donos: conhecimento prático pra você usar no seu negócio.
A armadilha que ninguém te conta sobre o sucesso

Turma, existe uma teoria que explica por que o Elon Musk destruiu três casamentos, por que o Bezos está musculoso e divorciado e por que os bilionários mais poderosos do mundo costumam ser as pessoas mais solitárias que você já viu.
A essência dela é genial, mas é perigosa pra caramba. E eu preciso te contar porque ela quase me pegou também.
Um escritor americano chamado David Sedaris publicou essa teoria num artigo na revista The New Yorker em 2009 e ela é tão simples que dói. A sua vida é um fogão com quatro bocas. Cada boca representa uma parte essencial: família, trabalho, saúde e amigos.
E a regra é cruel, rapaziada. Pra ter sucesso, você precisa apagar uma das bocas. Pra ter muito sucesso, precisa apagar duas.
Quando eu li isso pela primeira vez, meu estômago embrulhou. Porque eu sabia, no fundo, que era verdade. Não porque é bonito ou inspirador. É verdade porque é o que acontece com todo mundo que tenta manter tudo no máximo ao mesmo tempo. E eu vou te mostrar boca por boca pra você se reconhecer.
A primeira boca é a família. Casamento, filhos, pais. A família exige uma coisa que nenhuma outra área da vida exige: presença. Não é dinheiro. Não é esforço. É estar lá. Fisicamente, emocionalmente, de corpo e alma. Uma reunião de trabalho adiada, você remarca. Uma viagem cancelada, você reagenda. Mas a primeira palavra do seu filho, o aniversário que você perdeu, a noite que sua mulher ou seu marido precisava de você e você estava respondendo email no celular, esses momentos não voltam.
A segunda boca é o trabalho. Essa é a mais difícil de apagar porque te recompensa na hora. Você entrega um projeto e recebe elogio. Fecha um contrato e entra dinheiro. Bate uma meta e ganha reconhecimento. O trabalho te dá identidade, status, sensação de progresso. É viciante.
E como todo vício, vai te puxando pra dentro até você perceber que faz meses que não janta com a família sem olhar pro celular, que não tira um fim de semana inteiro sem abrir o email, que a sua vida inteira gira em torno de uma coisa só. O trabalho é a boca que queima mais forte e que mais engana, porque te faz sentir que tá tudo bem enquanto todo o resto vai apagando em volta.
A terceira boca é a saúde. Essa é a mais traiçoeira de todas porque não cobra na hora. Você encurta o sono, adia o exercício, come qualquer coisa entre uma reunião e outra. E tudo parece temporário. "É só essa semana." "É só até fechar esse contrato." "É só até passar essa fase." Mas a fase não passa, a semana se repete, e o temporário vira rotina. E a rotina vira um corpo que cobra o preço com toda a certeza do mundo. A diferença é que quando a conta da saúde chega, os juros são impagáveis. Nenhum dinheiro do mundo compra de volta o tempo que você roubou do seu corpo.
A quarta boca são os amigos. Essa é a que apaga mais fácil e com menos culpa. Você cresce, muda de cidade, muda de fase, os amigos vão ficando pra trás. No lugar deles entram contatos profissionais, colegas de trabalho, conhecidos. Você vai acumulando gente na agenda e perdendo conexão de verdade. Até o dia que olha em volta, tá rodeado de gente em todos os jantares e eventos, e se sente completamente sozinho. Porque ninguém ali te conhece de verdade. Ninguém ali te liga quando você tá mal.
Agora olha o que acontece quando você coloca essa teoria no mundo real.
O Musk apagou a família. E não sou eu dizendo, é a ex-mulher dele. A Justine Musk contou num TEDx em 2014 que o grande segredo dele era dizer não a tudo que não fosse o objetivo profissional. Ele canalizava cada grama de energia pro trabalho. Virou o cara mais rico do mundo e destruiu três casamentos no processo.
O Bezos construiu a Amazon dentro de um casamento de 25 anos com a MacKenzie. Ela estava lá desde o primeiro dia, largou o emprego em Nova York pra ir com ele montar uma livraria online numa garagem. Foram 25 anos juntos construindo uma das maiores empresas da história. Quando o Bezos saiu do cargo de CEO em 2021, se dedicou ao corpo, ficou em forma, apareceu irreconhecível. Mas a boca do casamento já tinha apagado. O divórcio veio em 2019. Vinte e cinco anos. A mulher que estava com ele quando a Amazon não vendia nada. Essa boca ele perdeu.
O Zuckerberg apagou os amigos. Pessoas próximas descrevem um cara muito difícil de acessar emocionalmente. Trabalho e saúde no máximo, conexão pessoal no mínimo. Criou a maior rede social do mundo, que conecta bilhões de pessoas, e quem tá perto dele conta que ele próprio é desconectado das pessoas ao redor.
Três caras no topo do mundo. Bocas diferentes apagadas. Mas os três pagando um preço que nenhum balanço financeiro registra.
E aí vem a pergunta que interessa: e você?
A questão não é se você vai apagar uma boca. Isso vai acontecer. Ninguém mantém tudo no máximo ao mesmo tempo pra sempre. A questão é se essa escolha é sua ou se tá acontecendo sem você perceber. Porque a pior versão dessa teoria não é quando você escolhe apagar uma boca conscientemente, sabendo o preço. É quando uma boca apaga sozinha, devagar, sem fazer barulho, e você só descobre quando olha pro lado e ela já era.
O cara que todo dia chega em casa às dez da noite não decidiu apagar a família. Ele acha que tá fazendo o melhor pela família. Mas a boca apagou do mesmo jeito.
A dona que faz anos que não faz um exame de sangue não decidiu apagar a saúde. Ela acha que é temporário. Mas a boca tá apagando.
O empreendedor que há dois anos não liga pra um amigo de verdade não decidiu ficar sozinho. Mas está ficando.
Eu quase caí nessa. Quando a Reserva estava crescendo mais rápido, o trabalho era tudo. Reunião de manhã, almoço de negócios, evento à noite, viagem na semana seguinte. Eu dizia pra mim mesmo que era temporário, que era a fase, que depois ia equilibrar. Até que um dia olhei e percebi que tava ficando sem tempo pras coisas que nenhum dinheiro do mundo compra. E aí sentei com a minha mulher e a gente definiu uma tese de vida que eu carrego até hoje.
Primeiro lugar, a família. Segundo lugar, a família. Terceiro lugar, a família. Quarto lugar, a família. E quinto lugar é o trabalho, pra dar orgulho pra família.
Essa tese eu não tirei de livro nenhum. Tirei de 18 anos errando, acertando e pagando o preço. Tudo que eu aprendi nesse caminho tá no Manual de Donos, a minha nova escola de negócios com truques e alavancas para você implementar ainda essa semana.
Isso não significa que eu não trabalho com intensidade. Quem me conhece sabe que eu trabalho pra caramba. Chego cedo, saio tarde quando precisa, viajo, me dedico. Mas tem uma boca do meu fogão que nunca apaga. Não importa o projeto, a pressão ou a oportunidade que eu tenho na mesa. A chama da família fica sempre acesa. Sempre. Se um dia eu precisar escolher entre uma reunião que pode mudar o rumo de um negócio e estar presente num momento que meu filho precisa de mim, eu escolho meu filho.
Não é equilíbrio. Eu não acredito em equilíbrio, porque equilíbrio pressupõe que tudo tem o mesmo peso, e não tem. É uma escolha consciente que eu faço todos os dias. Com custo, com sacrifício, mas com clareza do que eu escolhi. Tem dias que o trabalho sofre por causa dessa escolha? Tem. Tem oportunidades que eu perdi porque priorizei a família? Com certeza.
Mas eu durmo tranquilo sabendo que os meus filhos não vão crescer achando que o pai tava sempre ocupado demais pra estar lá.
Sucesso tem preço, turma. Tem mesmo. Ninguém constrói nada grande sem abrir mão de alguma coisa. O problema não é pagar o preço. O problema é não saber o que você tá pagando. É ir apagando bocas no automático, sem consciência, sem decisão, e chegar aos 60 anos com dinheiro no banco, troféu na estante e um vazio no peito que nenhum faturamento do mundo resolve. Eu conheço gente assim. Você provavelmente também.
Então eu te peço uma coisa. Hoje, antes de dormir, gasta cinco minutos olhando pro seu fogão com honestidade. Qual boca tá no máximo? Qual tá no mínimo? E qual já apagou sem você perceber? Não é pra se culpar. É pra saber. Porque só quando você sabe o que tá pagando é que pode decidir se o preço vale a pena.
Pensa nisso com carinho.
Fui!
⚽ O Cristiano Ronaldo colocou dinheiro numa empresa brasileira que você assiste de graça.

O Cristiano Ronaldo virou sócio de uma empresa brasileira essa semana.
Não é banco e nem uma marca de roupa. É a empresa por trás da CazéTV, que vai faturar R$ 2 bilhões transmitindo todos os jogos da Copa de 2026 no YouTube, de graça. E essa história guarda a lição de negócio mais importante que eu posso te dar em 2026.
Você conhece o Cazé. Casimiro Miguel. Em 2020, no meio da pandemia, o cara passava horas e horas fazendo live no quarto da casa dele, sem equipe, sem estúdio, sem roteiro. Só ele, um computador e a galera do chat. Reagia a tudo que aparecia na frente: futebol, reality show, gente arrumando lancheira. E ria junto com quem tava assistindo como se todo mundo fosse amigo de infância dele.
Agora pensa comigo. Como é que esse mesmo cara, seis anos depois, briga de igual pra igual com Globo, ESPN e TNT Sports pelas maiores ligas esportivas do mundo?
Como é que o cara da live no quarto hoje senta na mesma mesa que o Cristiano Ronaldo pra montar um negócio juntos?
Uma palavra: comunidade.
Mas antes eu preciso te contar sobre dois caras que quase ninguém conhece, porque sem eles essa história não existia. Sergio Lopes e Edgar Diniz venderam o Esporte Interativo pra Warner em 2015 por uma fortuna. Podiam ter ido pra praia, se aposentado tranquilos, curtir o dinheiro. Mas decidiram apostar de novo. Em 2017, criaram a LiveMode, uma empresa pra negociar quem tem o direito de passar os jogos de futebol na TV e na internet.
E aí eles tinham um baita produto na mão: os jogos, os campeonatos, as licenças. Só faltava uma peça. Alguém que entregasse futebol de um jeito que a galera nova quisesse assistir. Porque o problema nunca foi o futebol, que sempre foi o conteúdo mais desejado do Brasil. O problema era a embalagem. A TV tradicional embalava jogo como se ainda fosse 1998, e a molecada de 20 anos já tinha largado a televisão fazia tempo.
Em 2022, poucas semanas antes da Copa do Catar, o Sergio e o Edgar foram atrás do Cazé. E nasceu a CazéTV. A sacada genial foi uma coisa boba de tão simples: trazer pro YouTube aquele clima de assistir jogo com os amigos.
Aquela vibe de churrasco com os parceiros, gritando no gol, xingando o juiz, rindo de tudo. Sem terno, sem formalidade, sem aquele tom engomadinho de estúdio. O narrador era gente como você. E o chat das plataformas virou a arquibancada.
Os números do que aconteceu são de arrepiar. Em 2025, 60 milhões de espectadores únicos em apenas 90 dias e 3,7 bilhões de visualizações no YouTube no ano. A CazéTV virou o canal de esporte ao vivo mais assistido do YouTube no mundo inteiro.
Pra Copa de 2026, eles vão ser a única emissora do Brasil a transmitir todos os 104 jogos. A Globo pega uma parte, o SBT pega outra, a CazéTV pega tudo. E as 11 cotas de patrocínio, com preço de tabela de 185 milhões de reais, foram vendidas em 20 dias.
E aí chega o Cristiano Ronaldo. O ser humano mais seguido do planeta, com mais de 1,2 bilhão de pessoas acompanhando ele nas redes. Ele olhou pra esse modelo e não quis ser garoto-propaganda. Quis ser dono junto. Comprou uma fatia da operação europeia da empresa, que vai transmitir a Copa em Portugal e expandir pro continente inteiro.
Porque o que o Cazé construiu no Brasil funciona em qualquer lugar do mundo, e o Ronaldo percebeu isso antes de todo mundo lá fora.
Pra você ter ideia do tamanho da parada, alguns dos maiores fundos de investimento do mundo já colocaram cerca de 440 milhões de reais nesse negócio. Ou seja: não é só o Ronaldo que tá apostando. É gente que vive de farejar dinheiro grande.
E aqui vai o que eu aprendo com essa história e que vale pra qualquer negócio, do bar da esquina à multinacional.
Apareça antes de monetizar. O Cazé fez live de graça por anos antes de ganhar um centavo. Quem aparece com consistência constrói reserva de atenção, e atenção, turma, é a moeda mais valiosa que existe hoje. Não tenta vender no primeiro dia. Aparece, entrega, aparece de novo. O dinheiro vem depois, porque confiança não se compra com anúncio.
Tenha linguagem própria. Ninguém ganha tentando ser uma versão menor da Globo. A CazéTV não tentou ser uma TV melhor, tentou ser uma coisa completamente diferente. Comunidade só nasce quando o jeito de falar é seu, não copiado. Se o seu negócio fala igual a todo mundo, você não tem comunidade, tem audiência emprestada. E audiência emprestada vai embora no primeiro desconto do concorrente.
E por último, faça mais com menos. O Cazé começou sozinho, em casa, conversando com quem ia chegando na live. Só ele e a turma do chat. Você não precisa de uma estrutura gigante pra começar. Precisa de verdade e consistência. Estúdio bonito não cria comunidade. Gente de verdade falando com gente de verdade cria.
A pergunta que fica pra você é simples: como você constrói comunidade no seu negócio? Porque comunidade não é sobre tamanho, é sobre profundidade. É sobre as pessoas sentirem que fazem parte de alguma coisa, não que estão comprando alguma coisa.
O Cazé foi de live no quarto a sócio do Cristiano Ronaldo em seis anos. O combustível foi um só: gente que se sente em casa quando tá junto.
Fui!
💰 Como criar páginas de venda que convertem usando Claude Design
Você precisa de landing page (página de destino) para vender produto, capturar email ou promover oferta, mas não tem designer, não sabe programar e não quer pagar R$ 3 mil?
Claude Design (ferramenta da Anthropic, mesma empresa do Claude) gera 4 versões de mockup em minutos, você escolhe a melhor, refina e exporta pronta.
O que é landing page: Página focada em UMA ação, comprar, se cadastrar, baixar. Diferente de site com várias páginas, tem um objetivo só.

🤖 Como começar a usar:
Passo 1: Entre no Claude Design
→ Acesse claude.ai/design
→ Selecione opção "wireframe" (estrutura de página sem design final).
→ Clique em criar e escreva para qual página de destino você precisa e qual ação o visitante deve fazer.
Passo 2: Dê Referência
→ Ache print de landing page que você gosta.
→ Sites como Amazon, eBay, PayPal fazem milhões de vendas, use como referência.
→ Ou busque "melhores landing pages em [seu nicho]" no Google Imagens.
Passo 3: Gere as Variações
→ Adicione prints ao prompt e peça: "cria 4 variações do mockup".
→ Responda perguntas que Claude fizer.
→ Aguarde 2 a 5 minutos.
Passo 4: Refine e Use
→ Clique em qualquer elemento e deixe nota: "reescreva esta chamada para ser mais específica" ou "adicione um depoimento".
→ Claude aplica alterações para refinar resultados.
→ Clique em Compartilhar > Transferir para Claude Code > Enviar para Claude Code Web.
→ Equipe do Claude Code cria e implementa site final para você.
DICA DE OURO: Para transformar em página visual completa, você pode pedir no mesmo Claude Design para aplicar cores, tipografia e identidade da sua marca.
O Claude Design não substitui agências ouu designers para projetos estratégicos complexos, mas para criar páginas de vendas rápido e testar oferta no mercado resolve muito bem.
E você valida sua ideia em dias, não em meses.
Essa semana, no Manual de Donos, ensinamos a criar o primeiro agente e contratar gente boa. Com aula escrita e em vídeo.
No Manual de Donos (toda quinta-feira no seu email) a gente destrincha ferramentas e estratégias assim: práticas, aplicáveis, direto ao ponto. Na terça-feira, falamos sobre negócios.
Quer os próximos manuais? Clique aqui
Fui!

A Anthropic, dona do Claude, o meu, o seu, o nosso Claudinho, lançou essa semana uma parada feita sob medida pra quem toca um negócio pequeno. E se você é dono, presta atenção porque isso aqui muda o jogo.
Eles criaram 15 assistentes de inteligência artificial que se conectam direto nas ferramentas que você já usa no dia a dia, seu sistema financeiro, seu e-mail, sua ferramenta de design, sua planilha. E o melhor: custa menos de 150 reais por mês. Não precisa instalar nada novo. É só ligar um botão e pronto.
Funciona assim: tem cliente te devendo? O assistente identifica quem tá atrasado, escreve a mensagem de cobrança no seu tom de voz e te entrega pronta. Você só aprova e ele manda. Precisa fechar o mês? Outro assistente puxa os números, cruza receita com despesa e te entrega o resumo com plano de ação.
Pensa comigo: pra ter um cobrador, um contador, um RH, um advogado e uma agência de marketing, você gastaria fácil 50 mil reais por mês em folha ou serviço. Esses 15 assistentes fazem o trabalho operacional dos cinco por menos de 150 reais.
Quando eu li sobre esse lançamento, lembrei que quando comecei a empreender eu passava o dia inteiro fazendo projeção em planilha dentro de casa. Um dia meu pai me viu e mandou eu enfiar a planilha num lugar que eu não posso repetir aqui e ir pra rua vender. E quando eu não soubesse mais de onde tava vindo o pedido, aí sim contratasse alguém pra cuidar da planilha. Ele tava coberto de razão. Se esses assistentes já existissem naquela época, eu estaria na rua vendendo enquanto a IA administrava todo o resto pra mim.
E é exatamente por isso que toda semana eu mando pros alunos do Manual de Donos um problema de negócio resolvido com inteligência artificial. São 52 soluções de IA por ano direto na sua caixa de entrada, mastigadas, testadas e prontas pra aplicar no seu negócio na segunda-feira.
Na próxima semana, vou pedir para a turma fazer uma aula sobre isso no Manual de Donos.
Fui!

O Bernardinho, maior treinador esportivo do Brasil, sentou ao vivo com a minha comunidade essa semana e cravou uma coisa que ficou na sala inteira: cultura não é o que está na parede, é aquilo que você tolera. Quem é do Manual de Donos estava lá ouvindo. Você, que recebe só esse e-mail, não estava. E essa foi só uma das três coisas que rolaram lá dentro nessa semana.

Na terça, no Manual de Negócios, a gente destrinchou o funil ACP: audiência, comunidade e produto, exatamente nessa ordem. Eu passei anos escrevendo newsletter de graça e postando no Instagram, e isso foi só pra criar audiência, gente que me lê e me acompanha. Depois transformei essa audiência em comunidade, no lançamento com o movimento do Manual de Donos, onde a galera conversa entre si e me conta as dores reais do negócio.
Na quinta, no Manual de IA, ensinamos a montar um headhunter dentro da inteligência artificial. Headhunter é aquele caçador de talentos que empresa grande paga caro pra achar gente boa. É um agente que entra no seu LinkedIn, garimpa candidato e te devolve uma lista com os dez melhores em mais ou menos 30 minutos. O mesmo trabalho que um headhunter de carne e osso cobra de R$ 8 mil a R$ 25 mil e leva semanas pra entregar. Passo a passo, escrito e em vídeo, pronto pra rodar hoje.
Isso tudo foi uma semana. Uma só.
E semana que vem o MBA continua, ao vivo, com Guilherme Benchimol e Diego Ribas sentando com a comunidade.
O Manual de Donos é a minha escola de negócios e ela funciona por e-mail, porque é assim que eu consigo te entregar conteúdo denso, mastigado e aplicável sem você precisar assistir quatro horas de aula gravada juntando poeira na aba do navegador.
Você leu a beirada. Lá dentro tem o resto.
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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.
Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.
Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobreviver? Pensa nisso.
Um abraço,
Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!


SUA VEZ

