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Minha lista de livros lidos em 2025!


#1 Um negócio sem alma é apenas uma planilha de Excel.
#2 Propósito é uma palavra bonita, mas poucos entendem como colocar isso em prática
#3 O que você anda carregando que não lhe pertence, mas está sobrecarregando mentalmente e fisicamente?

📘 Tudo o que eu li 2025: Nem todos mudaram minha vida. Mas todos deixaram alguma coisa.
🏛️ Airbnb: o alerta silencioso de que crescer sem controle não escala valor, escala complexidade.
🏓 Tesla no esporte: quando até uma raquete vira peça estratégica de lifestyle, marca e cultura.
🎙️ The Startup Ideas Podcast + Claude: como sair do prompt genérico e usar IA como parceira real de trabalho, não como brinquedo.
E mais algumas coisinhas…

Minha lista de livros lidos no ano (2025).

Em vez de meta de quantidade, eu escolhi um hábito simples: 20 páginas por dia.
20 páginas por dia viram 600 páginas por mês. 600 páginas por mês dão, em média, 2 livros. No ritmo do ano, isso fecha 22 livros em 2025.
Parece pouco no dia. Mas é exatamente esse “pouco” que não falha.
E o efeito real não está na estante. Está nas decisões.
Ensinamentos que os livros que li esse ano me deram:
Building a StoryBrand me ajudou a organizar comunicação. Não é sobre contar a história da marca, é sobre colocar o cliente no centro e parar de falar de si mesmo.
Ramping Your Brand é aquele livro que nenhuma faculdade entrega. Ele mostra, sem dó, por que tanta marca boa morre na gôndola mesmo com produto decente.
A Estratégia do Oceano Azul, relido quase dez anos depois, foi outro livro. O contexto muda tudo. Muitas ideias que eu não via antes hoje estão diretamente conectadas ao que estamos construindo na Rebels Ventures.
DotCom Secrets continua sendo a base de qualquer negócio que vende. Funil, oferta e copy seguem sendo fundamentos, independente da moda da vez.
No Bullshit Guide to Successful Marketing Automation foi leitura de aplicação imediata. Ferramenta, processo e atalho real, sem papo de guru.
Never Enough me apresentou Andrew Wilkinson e uma lógica de construir negócios com calma, eficiência e obsessão por caixa, não por palco.
The Main Street Millionaire reforça algo que pouca gente quer ouvir: dá pra enriquecer sem startup, sem pitch deck e sem venture capital.
Sabedoria de Charlie Munger não é sobre dinheiro. É sobre caráter, paciência e evitar decisões burras que o ego adora.
O Mesmo de Sempre, do Morgan Housel, me lembrou que tecnologia muda, mas comportamento humano não. Quem entende isso sai na frente.
The Outsiders virou playbook de liderança. Decisão simples, foco em retorno e aversão total à complexidade desnecessária.
Call Me Ted é uma aula sobre atenção como ativo. Ted Turner entendeu isso décadas antes de Instagram, TikTok e creators.
Hospitalidade Irracional reforçou algo que eu já acreditava: experiência bem feita não escala por acaso, ela exige obsessão diária.
Engenheiros do Caos foi o único livro do ano que terminei com medo real. Entender como a opinião pública é manipulada muda sua relação com política, mídia e internet.
Slow Productivity não muda sua vida, mas pode mudar sua semana. Fazer menos e melhor ainda é subestimado.
Am I Being Too Subtle?, do Sam Zell, é aula de clareza brutal. Saí mais inteligente do que entrei, o que não acontece sempre.
Não Temos Estoque e Vendemos Muito eu li em um dia. Direto, prático, sem firula. Ótimo ponto de partida pra varejo.
Obviously Awesome é o livro mais claro que existe sobre posicionamento. Se você já ouviu “é difícil explicar o que a gente faz”, comece aqui.
The Minimalist Entrepreneur me conquistou fácil. Fazer muito com pouco, andar devagar e não quebrar nada no caminho.
The Launch Pad explica como a Y Combinator pensa. Muito do que é a Rebels Ventures veio dessas páginas.
Pensamento Eficaz não é sobre produtividade, é sobre pensar melhor. Parece simples, mas quase ninguém faz.
The 1-Page Marketing Plan prova que marketing não precisa ser complicado pra funcionar.
Irreplaceable é uma aula sobre experiência do consumidor. Se você trabalha com vendas ou varejo, esse livro deveria ser obrigatório.
Nem todos mudaram minha vida. Mas todos deixaram alguma coisa.
Ler não é sobre acumular conhecimento. É sobre refinar critério.
Se quiser seguir esse ritmo, montei uma lojinha na Amazon com os livros que eu leio. Tá tudo lá!

Por que alguns prosperam criando e outros liderando?

Existe um padrão invisível que separa quem escala de quem trava.
E não tem a ver com QI, disciplina ou trabalhar mais.
Tem a ver com onde você coloca sua atenção.
Bill Gates, founder da Microsoft e programador obcecado, prosperava trancado, horas seguidas, resolvendo problemas impossíveis.
Steve Ballmer, assumiu como CEO da marca depois e era o oposto, prosperava conversando o dia inteiro, conectando pessoas e decisões.
Mesma empresa. Mesma ambição. Naturezas opostas.
Gates vivia de foco profundo.
Ballmer de atenção distribuída.
E o ponto-chave: nenhum tentou ser o outro.
Porque tentar ser ambos é receita certa pra exaustão.
Um teste simples (e revelador)
Você tem 8 horas livres amanhã.
Cenário A: sozinho, sem interrupções, criando ou resolvendo algo complexo.
Cenário B: 8 conversas estratégicas com pessoas diferentes.
Pergunta honesta:
qual deles te deixaria energizado no fim do dia?
Se você é A vivendo como B — ou B vivendo como A — isso explica por que você está cansado mesmo “fazendo tudo certo”.
O que muda quando você entende isso
Quando você aceita sua natureza real:
Para de copiar rotinas que não são pra você
Entende por que alguns dias drenam e outros energizam
Sabe onde investir (e cortar) tempo e atenção
Constrói sistemas que jogam a seu favor
O verdadeiro segredo não é acordar às 5h.
É parar de lutar contra quem você é.
Descubra a sua em 10 minutos
Criamos um teste direto pra mostrar:
De onde sua energia realmente vem
Se você deveria criar ou coordenar
Por que alguns projetos te realizam e outros te sufocam
Faltam 8 dias para 2026.
Você pode começar o ano repetindo padrões.
Ou sabendo exatamente quem você é — e construindo a partir disso.
P.S.: Nada dói mais do que perceber tarde demais que você passou anos tentando ser outra pessoa.

O erro que quase destruiu o Airbnb: como crescer demais pode matar um negócio por dentro.

Se liga nessa: o Brian Chesky entendeu, quase tarde demais, que crescimento sem controle é uma armadilha silenciosa.
Enquanto muita gente ainda acha que escalar é só contratar mais gente e lançar mais projetos, o Airbnb descobriu do jeito mais duro que empresa grande demais perde aquilo que a fez vencer.
Antes da pandemia, o Airbnb tinha virado uma máquina pesada.
Camadas de gestão, departamentos que não conversavam, projetos paralelos sem dono e processos onde três pessoas precisavam aprovar uma decisão simples.
Não era falta de dinheiro. Não era falta de mercado. Era excesso de complexidade.
E o pior detalhe é que isso não aparece no faturamento.
Esse tipo de erro corrói a empresa por dentro, decisão por decisão, até a velocidade desaparecer completamente.
Brian Chesky depois confessou algo brutal: ele tinha parado de agir como fundador.
Estava longe da operação, longe do cliente e preso em planilhas e reuniões.
Quando a pandemia chegou, ela não criou o problema. Ela só escancarou tudo o que já estava quebrado.
Com as reservas despencando 80% em poucas semanas, Brian fez o movimento que quase nenhum CEO tem coragem de fazer: voltou para o centro do negócio.
Cortou camadas inteiras de gestão, matou projetos que pareciam ótimos no papel e trouxe foco de volta ao essencial.
O Airbnb não voltou a crescer porque ficou menor.
Voltou a crescer porque voltou a pensar como uma empresa pequena, rápida, enxuta e obcecada pelo usuário.
O aprendizado é direto: empresa boa não é a que tem mais gente.
É a que entrega mais valor com menos complexidade.
Crescer não é só aumentar.
É saber o que manter, o que cortar e o que proteger a qualquer custo.
Porque no fim das contas, o verdadeiro luxo dos negócios não é tamanho.
É clareza.

1. Crescer não é acumular, é escolher
O Airbnb quase se perdeu quando tentou fazer tudo ao mesmo tempo. O problema não era crescer, era acumular complexidade. Escalar exige decidir o que fica e, principalmente, o que sai.
2. Estrutura mata velocidade
Camadas demais, aprovações demais e projetos paralelos tiram o que uma empresa tem de mais valioso: velocidade. O Airbnb só voltou a performar quando simplificou e devolveu autonomia às decisões.
3. Fundador não pode se afastar do essencial
Quando Brian Chesky voltou pra operação, voltou também a clareza. Produto, cliente e decisão rápida. Empresa saudável mantém o fundador perto do que realmente gera valor.

TikTok assina acordos para criar joint venture nos EUA.
Rappi leva serviço Turbo para app do PicPay.
Tesla lança raquete de pickeball e amplia portfólio para o mercado esportivo.
iFood reforçará a categoria delivery no BBB26.
Toyota usa carro da Ford para expor o terror da violência doméstica.
Disney e Amazon Ads fazem acordo de programática no Brasil.


Irreplaceable
Estou lendo o livro Irreplaceable sobre CX e hoje li um capítulo sobre como experiências verdadeiramente valiosas nascem quando a marca faz escolhas claras, e não quando tenta agradar todo mundo.
Redução de Comparação = criando valor ao assumir um ponto de vista
O capítulo mostra que, quanto mais uma experiência é desenhada para ser completa, neutra e “para todos”, mais ela se torna comparável e, portanto, substituível.
A metodologia proposta inverte essa lógica. Em vez de competir em tabelas de atributos, o livro sugere:
Identificar onde o excesso de opções gera indecisão e cansaço
Definir escolhas explícitas sobre para quem a experiência é (e para quem não é)
Projetar a jornada para reforçar identidade, não eficiência máxima
O resultado não é um produto com mais features, mas uma experiência com mais significado.

Anthropic releases method to 10× Claude Code / Opus 4.5
Fala, galera! A indicação de hoje é um episódio solo pra quem quer tirar mais do Claude. O host apresenta 10 regras práticas pra sair de prompt genérico e começar a trabalhar com briefings bem estruturados, usando a IA como parceira de trabalho de verdade. É conteúdo prático, aplicável e que muda a forma de usar inteligência artificial no dia a dia.

Drive to Survive não salvou a F1, ela reinventou a publicidade.

Durante anos, a Fórmula 1 foi vista como um esporte técnico demais, distante demais e elitista demais. Audiência caindo, público envelhecendo e marcas começando a questionar se ainda valia a pena investir.
A virada não veio com um carro mais rápido nem com uma regra nova. Veio com Drive to Survive.
A série não explicou o esporte. Ela explicou as pessoas.
De repente, o público não precisava entender aerodinâmica pra se importar. Bastava entender ego, pressão, medo, rivalidade e ambição. A F1 deixou de ser uma competição de motores e virou uma coleção de histórias humanas.
E é aí que mora a reinvenção da publicidade. As marcas não passaram a anunciar mais.
Elas passaram a existir dentro da narrativa.
Você não vê um comercial da Fórmula 1.
Você vê bastidores, conflitos, decisões erradas, vitórias improváveis. E, no meio disso tudo, as marcas aparecem como parte do ecossistema, não como interrupção.
Isso mudou o jogo.
A F1 não vendeu ingressos. Ela vendeu personagens.
Não promoveu produtos. Promoveu tensão, drama e pertencimento.
E quando a atenção vem pela história, a marca não precisa gritar. Ela já está lá.
O resultado é claro. Nova geração de fãs, crescimento absurdo nos Estados Unidos, patrocinadores voltando com força e equipes se tornando marcas globais por conta própria.
Drive to Survive não foi marketing esportivo.
Foi publicidade invisível.
Mostrou que, no mundo atual, quem interrompe perde.
Quem conta boas histórias, ganha.
E a Fórmula 1 entendeu isso antes de muita empresa que ainda acha que anúncio é sobre aparecer mais.
Não é. É sobre fazer parte da conversa.



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