Toda segunda, às 18:18

QUOTE DA SEMANA

Seu avô ficava entediado e tinha uma ideia. Você fica entediado e abre o Instagram. O tédio era o berço da criatividade e a gente o trocou por uma tela que nunca acaba.

Anna Lembke
EDIÇÃO DO DIA

Hoje em 10 minutos:

⏱️ O tempo é a maior riqueza que um ser humano pode ter

🍫 Qual tipo de chocolate o mundo precisa?

🤖 Como organizar seu dia com inteligência artificial

🧰 Ferramentas de donos: conhecimento prático para você usar no seu negócio.

FALA RONY

Leia e fique rico!

Na semana passada eu descobri que o governo americano mede, há mais de vinte anos, como a sua população “gasta” ou “ganha” cada minuto do dia.

A pesquisa se chama “Pesquisa Americana de Uso do Tempo” e todo ano, dezenas de milhares de pessoas prestam conta, minuto a minuto, do que fazem e com quem passam seus dias. No trabalho, com a família, filhos, amigos, parceiros e até o tempo que gastam sozinhos.

Penso que em termos de comportamento não deve ser muito diferente de como nós brasileiros usamos o nosso tempo então, prepare o ansiolítico, porque os dados agregados das últimas décadas por faixa etária vão mudar completamente a sua percepção sobre a vida.

Uma vez que o tempo é a maior riqueza que um ser humano pode ter, a pesquisa tem insights “milionários” fantásticos.

Organizei o artigo de maneira a explicar como “gastamos” ou “investimos” tempo com os principais personagens das nossas vidas:

Com nossos filhos:

Quando nossos filhos saírem de casa, em média aos 18 anos, eles terão vivido 93% de todo o tempo presencial que terão conosco na vida. Isso mesmo, se saírem aos 18 anos de casa, nos restará apenas 7% do tempo que teremos com eles. Ou seja, existe uma janela curtíssima de tempo que nós somos o mundo inteiro de nossas crianças.

Com nossos pais:

Em média vemos nossos pais uma vez por mês. 12 dias por ano. Se eles viverem, digamos, mais trinta anos, sobrarão apenas 360 dias. Um ano. Um único ano espalhado em três décadas. Toda a convivência que nos resta com as pessoas nos deram a vida cabe em 12 meses.

Com nossos amigos:

O tempo que gastamos com amigos atinge o ápice aos 18 anos de idade, em média 2 horas por dia, e cai abruptamente para nunca mais subir depois disso. Aos 30, já caiu pela metade. Aos 40, é quase zero.

Vou traduzir o que isso significa na prática: Se encontramos com os nossos melhores amigos, digamos, 3 vezes por ano pelos próximos 30 anos, isso significa que teremos apenas 90 encontros pela frente.

Apenas 90 encontros no bar, almoço ou viagens juntos. E acabou.

Parece muito? Pense que na época da escola nós os víamos quase todo dia. Eram mais de 200 encontros por ano. O que sobrou é menos da metade de um único ano escolar espalhado pelo resto da vida inteira.

Com nossos colegas de trabalho:

Durante décadas da vida adulta, passamos mais horas acordados com colegas de trabalho do que com nossas famílias e com nossos amigos.

Os dados mostram que dos 20 aos 60 anos, idade “comercial” de um ser humano, o tempo com colegas fica estável ao redor de 4 horas por dia. São mais de 1.500 dias úteis por década dedicados a essas pessoas. Ao mesmo tempo em que o tempo com nossas famílias despenca e o tempo com os nossos amigos vira pó.

Às vezes ignoramos o impacto emocional da convivência com pessoas tóxicas ou que não gostamos. Se essas pessoas estão no nosso trabalho é importante lembrarmos que teremos pela frente mais tempo com colegas de trabalho do que com nossos filhos.

Nós conosco mesmo:

O tempo que passamos sozinhos só aumenta ao longo da vida. Aos 20 anos, são cerca de 3 horas por dia. Aos 80, são quase 8h. O número quase triplica. Passaremos nossa velhice sem ninguém ao nosso lado por um terço do tempo que estaremos acordados.

A conclusão parece óbvia: é fundamental que ao longo da vida aprendamos a gostar da nossa própria companhia. Fazer terapia, meditação, e descobrir o que nos faz bem quando não tem ninguém por perto é crucial durante a nossa vida adulta porque somos a pessoa com quem passaremos mais tempo na vida. Ponto.

Com nossos parceiros (a única exceção):

De todas as relações da vida, só existe uma em que o tempo junto aumenta com os anos: com nossos parceiros.

E quando entendemos os números, o peso dessa escolha fica claro: aos 35 anos passamos cerca de 3 horas por dia com nossos parceiros.

Aos 55, quando os filhos começam a sair de casa e o tempo com eles despenca, o tempo com nossos parceiros sobe para mais de 4 horas. Aos 65, com a aposentadoria, os colegas desaparecem, e os parceiros viram as pessoas com quem mais convivemos. Aos 70, são mais do que 5 horas por dia e depois só cresce.

É uma conta de subtração: nossos filhos crescem e saem de casa, nossos amigos já rarearam lá atrás, nossos colegas de trabalho desaparecem quando nos aposentamos e o tempo sozinho só cresce.

Quem permanecerá ao nosso lado dividindo a vida, a cama, as refeições, os dias, o silêncio, os domingos e as viagens? Uma só pessoa. A pessoa que escolhemos para passar a vida.

Com ela, ao longo da vida, vamos passar mais horas acordados do que com qualquer outra pessoa.

Portanto, a escolha dos nossos parceiros não é apenas uma decisão romântica, é a maior e melhor decisão estratégica das nossas vidas porque é a única em que o tempo sempre jogará a nosso favor ao invés de contra.

Se tempo é riqueza, a escolha dos nossos parceiros é aquela com a qual receberemos, DE LONGE, a maior quantidade de juros compostos na forma de amor, cuidado, presença, companhia, beijos e amassos.

Diga-se de passagem, eu sou um privilegiado. Encontrei a minha alma gêmea aos 15 anos de idade, e nada do que eu fiz na vida teria acontecido sem a minha Anny do meu lado. Quando eu olho para trás, para o que juntos construímos, não vejo coisas, vejo família, amor, lealdade e verdade. E juntos traçamos a nossa estratégia de vida: para a nossa família o SER será sempre muito maior e mais importante do que o ter.

O extrato da vida:

Não importa quantas vezes façamos alguma coisa, vai chegar um dia em que vamos fazer pela última vez. A última vez que nossos filhos vão pedir colo, a última vez que vamos abraçar nossos pais, o último almoço de domingo com a família inteira — e tantos outros momentos que não vamos saber que eram os últimos.

Tempo não é dinheiro, porque se por um lado o dinheiro se ganha ou se perde, por outro, o tempo só anda em uma direção.

Todas as decisões que tomamos na vida, desde onde morar, que emprego aceitar, até com quem casar, são decisões de alocação de tempo. E, ao contrário do que fazemos com os extratos bancários, a maioria de nós passa a vida inteira sem nunca olhar para o extrato de alocação de tempo e, quando percebemos, acabou.

Eu passei a olhar para o meu extrato de tempo quando entendi que construir um negócio e construir uma vida são a mesma coisa. Essa clareza é o que eu mais quero te passar no Manual de Donos, a minha comunidade de empreendedores e líderes.

Fui!

RAIO-X DE NEGÓCIO

🍫 O chocolate que nasceu de uma pergunta, não de uma receita.

Imagina o seguinte: o cara tinha um dos cargos mais cobiçados do mercado brasileiro, trabalhava do lado do Guilherme Leal, cofundador da Natura, uma empresa que faturava bilhões. Podia ter ficado ali a vida inteira, salário gordo, estabilidade, prestígio, MAS, largou tudo para fazer chocolate.

Esse cara é o Estevan Sartoreli, e, antes que você ache que isso é história de executivo que cansou do corporativo e foi "seguir seu propósito", calma, porque a jogada aqui é outra. O Estevan e o Guilherme não começaram pela receita do chocolate, nem pela embalagem, nem pela loja, começaram por uma pergunta: o que tá quebrado nesse mercado que ninguém tá consertando?

A resposta deles foi muito concreta, e começa no sul da Bahia.

Aquela região, perto de Ilhéus, já foi a capital do cacau no Brasil, mas, nos anos 80 e 90, uma praga chamada vassoura-de-bruxa destruiu mais de 80% das plantações e deixou milhares de famílias sem renda. Os produtores que sobreviveram continuaram plantando, mas ganhando quase nada. O cacaueiro trabalhava 6 meses, ficava com 4% a 5% do valor final do chocolate, e o resto ia pro atravessador, pro exportador, para indústria.

E do outro lado, o consumidor brasileiro comia chocolate cheio de açúcar, gordura hidrogenada e aromatizante com gosto de infância fake. Chocolate que tem mais química do que cacau.

Foi ali, no meio dessa distorção, que nasceu a tese da Dengo. A missão não era fazer chocolate, era corrigir uma cadeia inteira. Pagar melhor ao pequeno produtor, oferecer um chocolate de verdade pro consumidor e reposicionar o Brasil no jogo global do cacau, e, no meio disso tudo, criar uma marca que fizesse as pessoas sentirem de novo.

Mas o Guilherme Leal não chegou nessa história por acaso. Ele já atuava na região há mais de 10 anos através do Instituto Arapyaú, uma organização que ele fundou para promover desenvolvimento no sul da Bahia. O cara comprou um terreno ali para fazer uma casa de veraneio, viu a pobreza ao redor, a Mata Atlântica destruída, os produtores abandonados, e não conseguiu simplesmente curtir a praia.

Criou o instituto, investiu em educação, empreendedorismo e sustentabilidade. E quando foi estudar as cadeias produtivas da região, percebeu que o cacau era a maior oportunidade de transformação. O chocolate foi só a forma, o propósito veio antes.

Em 2017, Guilherme e Estevan fundaram a Dengo, uma marca que carrega no nome o que ela entrega: afeto, cuidado, brasilidade.

Mas não se engane, por trás da estética doce, tem um modelo de negócio afiado. A Dengo compra cacau direto do produtor, sem atravessador, pagando um prêmio de 70% a 160% acima do preço do mercado internacional. Em troca, treina o agricultor em técnicas de manejo e fermentação que aumentam a qualidade do grão.

Hoje são mais de 300 famílias produtoras fornecendo cacau de alta qualidade, rastreável, e a meta é chegar a 3 mil até 2030. Nenhum dos chocolates da Dengo leva gordura hidrogenada ou aromatizante artificial, é o que o mercado chama de "bean to bar", que traduzindo pro nosso papo significa: do grão à barra, tudo feito por eles, sem atalho.

E aqui tem uma sacada que eu acho genial, porque mostra como cada decisão da marca é coerente com o que ela acredita. Quando o mundo inteiro pirou no chocolate com pistache, a Dengo recusou lançar um, por um motivo simples: o Brasil não produz pistache, e importar ia contra tudo que eles defendem.

No lugar, criaram um chocolate com puxuri, uma semente amazônica com notas de noz-moscada e canela que quase ninguém conhecia. Todo mundo corria atrás da moda, eles inventaram uma moda brasileira.

A fazenda, o produtor, o grão, a fábrica, a loja, o cliente, tudo faz parte da mesma história. A Dengo construiu uma cadeia, meus caros. Cada vendedor, depois de um ano de casa, viaja pro sul da Bahia para conhecer os agricultores e ver de perto de onde vem o cacau que ele vende todo dia. Eles não terceirizam propósito, não terceirizam cultura e não terceirizam afeto.

Hoje a Dengo tem mais de 50 lojas no Brasil espalhadas por sete estados, duas em Paris e acabou de investir 100 milhões de reais numa fábrica nova que vai multiplicar a produção por 5x. A meta é chegar a 240 lojas até 2030. Bancos de investimento já bateram na porta do Guilherme querendo levar a empresa para bolsa.

E o Estevan, o fundador que saiu da Natura para construir tudo isso? Depois de 7 anos intensos, saiu da operação e virou conselheiro. Porque entende que até liderança tem ciclo, e legado não se prende a cargo.

O que essa turma criou vai além de chocolate. É um lembrete de que ainda dá para fazer diferente, de que ainda dá para construir marca com causa, sem ser oportunista, e negócio com alma, sem ser ingênuo.

A grande lição da Dengo para qualquer dono é essa: nem toda marca precisa gritar. Algumas constroem presença no detalhe, no cuidado, na cadeia. O futuro dos negócios é menos sobre escalar rápido e mais sobre ter coragem de começar certo, e se manter no que acreditam, com autenticidade (de verdade).

TRUQUES DE IA

📋 Como ter uma secretária de inteligência artificial que organiza seu dia automaticamente (Gmail + Slack + Agenda)

Você acorda, abre o email, o Slack, a agenda e fica 40 minutos só tentando entender o que é urgente, o que pode esperar e o que nem deveria estar na sua lista?

Existe uma forma de criar uma secretária de IA usando Codex ou Claude Code que todo dia de manhã (automaticamente) lê seus emails, mensagens do Slack e compromissos da agenda, separa o que é importante e monta uma lista organizada de tarefas, por ordem de prioridade.

O que é Codex/Claude Code: São ferramentas de programação assistidas por IA. Você pede em português normal "cria isso para mim" e a IA escreve o código (não precisa saber programar).

🤖 Como começar a usar:

Passo 1: Peça para a IA Criar o Sistema

→ Crie uma pasta no seu computador para este projeto.

→ Abra Codex ou Claude Code dentro dessa pasta.

→ Cole este prompt: "Cria uma skill (habilidade) que olha meu Slack, Gmail e agenda toda manhã, prioriza tarefas de alta para baixa e coloca no topo do arquivo MonoNote.md abaixo da data de hoje. Cada tarefa deve ter checkboxes de status (feito, adiar, cancelar) e checkboxes de feedback (prioridade alta/média/baixa, não relevante)."

Passo 2: Crie os Arquivos de Regras

→ Peça para a IA criar dois arquivos:

  • MonoNote.md = arquivo onde fica sua lista de tarefas

  • task-rules.md = arquivo com regras de o que é prioritário

→ Dite suas regras em português normal: "Alta prioridade = pedidos diretos, prazos para hoje, reuniões que precisam preparação, time bloqueado esperando resposta. Média prioridade = follow-ups úteis, trabalho de projeto ativo. Baixa prioridade = admin opcional, pesquisa solta. Ignora newsletters, recibos, notificações automáticas."

Passo 3: Rode Uma Vez Manualmente

→ Rode a skill pela primeira vez para testar.

→ A IA deve criar a lista do dia com:

  • A tarefa em si

  • De onde veio (Gmail, Slack ou Agenda) com link clicável

  • Checkboxes de status: [ ] feito, [ ] adiar, [ ] cancelar

  • Checkboxes de feedback: [ ] prioridade alta, [ ] média, [ ] baixa, [ ] não relevante

→ Marque algumas tarefas para ensinar a IA: se algo foi classificado errado, marque o checkbox correto.

Passo 4: Automatize Para Todo Dia de Manhã

→ Peça: "Cria automação que roda isso toda manhã de segunda a sexta. Antes de gerar a lista de hoje, a IA deve ler as tarefas de ontem, ver meus feedbacks (o que marquei como não relevante, o que cancelei), atualizar o arquivo task-rules.md com esse aprendizado, mover tarefas marcadas 'adiar' para hoje, e então gerar a nova lista."

IMPORTANTE: Peça para a IA NÃO enviar emails, NÃO criar eventos na agenda, NÃO deletar nada. Só ler e organizar.

Passo 5: Use o Sistema de Feedback

→ Todo fim de dia, marque suas tarefas:

  • Feito = concluída

  • Adiar = vai para amanhã

  • Cancelar = não volta mais

→ Use os checkboxes de treinamento quando a IA errar:

  • Se uma tarefa era barulho inútil: marque "não relevante"

  • Se algo foi classificado com prioridade errada: marque a certa

→ A cada dia a IA aprende e a lista fica melhor.

DICA DE OURO: Seja mais restritivo do que você imagina nas regras iniciais. Lista curta, que você confia, é melhor que lista gigante de IA que você precisa limpar toda manhã.

Essa secretária de IA não substitui assistente executivo humano para operações complexas, mas para organizar emails, mensagens e agenda em ordem de prioridade todo dia resolve muito bem.

E você para de perder 40 minutos toda manhã só para saber por onde começar.

Ah, e um negócio que eu acho muito, muito foda: na minha comunidade de Donos a gente criou 3 assistentes de inteligência artificial = 3 diretores treinados com décadas de aprendizado para resolver problema real do seu negócio, disponíveis 24 horas por dia, sem férias, sem hora extra, sem drama:

  • O Diretor Financeiro, teu braço direito para DRE, fluxo de caixa, margem, capital de giro, projeção.

  • O Diretor Comercial, expert em funil, time de vendas, conversão, marketing. Aquele cara que você queria ter contratado há 2 anos.

  • A Diretora de Gente, contratação, performance, cultura, feedback. A pessoa que todo dono de negócio precisa e quase nenhum tem.

E lá dentro a gente destrincha tudo assim: prático, aplicável, direto ao ponto. Com vídeo tutorial e por escrito. Sem teoria bonita que não serve para nada. Porque saber que a IA existe é fácil, saber usar no seu negócio é outra história.

Fui!

FERRAMENTAS DE DONO

O Claude, a inteligência artificial que eu mais uso, acaba de lançar 10 assistentes financeiros. E aqui vai o detalhe que me deixou de queixo caído: os primeiros clientes são os maiores bancos e seguradoras do planeta.

O que esses assistentes fazem? O trabalho braçal que um analista júnior levava 3 dias para fazer agora sai em 3 horas. Montar apresentação de investimento com dados atualizados? O assistente faz. Verificar se um cliente novo tem ficha limpa antes de abrir conta? O assistente faz. Fechar o mês contábil cruzando tudo que entrou e saiu? O assistente faz. Revisar relatório de resultados de empresa listada na bolsa? O assistente faz.

E agora pensa comigo, porque essa é a grande lição: se o Goldman Sachs, um banco que fatura 50 bilhões de dólares por ano e tem os melhores profissionais de finanças do mundo, decidiu que precisa de inteligência artificial para cuidar do financeiro, o que te faz pensar que você, dono de um negócio com equipe enxuta, pode se dar ao luxo de não usar?

Fui!

POR DENTRO DA MINHA COMUNIDADE

Essa semana eu trouxe a minha comunidade para conhecer o Guilherme Benchimol.

Pra quem não sabe, o Guilherme é fundador da XP. Não a XP corretora pequenininha que ele começou em 2001 com cara de menino, do jeito que eu conheci ele em 2017. A XP de 2025 fechou o ano com 2 trilhões de reais em ativos sob custódia, 19 bilhões e meio de receita, 5,2 bilhões de lucro líquido ajustado, 4,7 milhões de clientes, 7.500 funcionários e 18 mil assessores espalhados pelo Brasil.

Em 2010 a empresa faturava 200 milhões por ano. Hoje fatura 20 bilhões. 100 vezes maior em 15 anos.

A gente ficou olho no olho, ao vivo, na 4ª aula ao vivo do Manual de Donos, com mais de 500 empreendedores, e o Benchimol largou 3 frases que ficaram comigo a semana inteira. A principal foi essa:

"Eu me considero muito mais um copiador do que um inventor."

Pensa comigo. O cara que construiu uma das empresas mais valiosas do país cravou que o segredo dele nunca foi inventar nada do zero. Foi achar empresa boa de outros setores, abrir o balanço dela, entender como ela ganha dinheiro, onde ela investiu e onde ela cortou, e copiar o que faz sentido para realidade dele.

E olha que coincidência bonita. 2 dias depois, na quinta, escrevemos e mandamos um manual entregando exatamente isso na mão do dono comum. Pegamos esse vício de ler balanço que o Benchimol carrega a vida inteira e transformamos num passo a passo de 10 minutos. Você baixa o resultado de uma empresa aberta de algum setor, joga em uma inteligência artificial construída pela gente, com um prompt pronto, e sai uma análise traduzida para sua realidade, com decisões que dá para tomar na segunda de manhã.

Toda semana são 2 e-mails exclusivos, um de negócios e um de inteligência artificial, cada um com case destrinchado, método e planilha para aplicar amanhã. Além disso, aulas ao vivo todo mês comigo, meus sócios e gente que construiu de verdade, como o Guilherme Benchimol.

E pra facilitar, não vou te mandar o link do site aqui, mas sim, do WhatsApp do meu time pra tirar suas dúvidas sobre a comunidade do Manual de Donos.

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SOBRE MIM

Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores.

Toda segunda-feira, às 18:18, eu envio o Email do Rony. É a minha forma de te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos.

Trabalho pela minha família e carrego ela comigo em tudo que faço. Por isso eu te pergunto: você tá construindo algo que te permite viver de verdade, ou só sobreviver? Pensa nisso.

Um abraço,

Até a próxima segunda-feira, às 18:18h. VQVVVVVVVVV!

SUA VEZ

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