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COMO PLANEJO OS OBJETIVOS DO ANO (2026) !


#1 A dúvida mata mais sonhos do que o fracasso jamais matará.
#2 Risco é o que sobrará depois que você acredita ter pensado em tudo.
#3 Ninguém é bom quando começa.

🔥 Planejamento 2026: por que organizar a vida antes do trabalho muda tudo (e deixa sua agenda mais vazia).
🏛️ O Clube do CR7: como Cristiano Ronaldo transformou status em pertencimento e criou um negócio fechado, exclusivo e recorrente.
🐭 Disney + OpenAI: o investimento de US$ 1 bilhão que coloca mais de 200 personagens icônicos dentro da Sora e redefine o futuro do entretenimento.
📘 Irreplaceable: o livro que mostra por que colidir formatos de mercados diferentes é o atalho mais inteligente para criar experiências memoráveis.
🎁 Presentinho do Rony for you.
E mais algumas coisinhas…

COMO PLANEJO OS OBJETIVOS DO ANO (2026) !

Esse é, provavelmente, o texto mais importante que escrevi este ano.
Acabei de fechar meu planejamento de 2026. Faço isso todos os anos e o impacto é real. Vou te mostrar, de forma direta, como organizo minha vida, metas e rotina.
Depois de anos testando métodos, cheguei a um sistema que mudou minha relação com trabalho, liberdade e tempo. Pela primeira vez, compartilho o passo a passo.
Vida primeiro
A maioria planeja a vida em torno do trabalho. Eu faço o oposto.
Antes de qualquer meta profissional, abro o calendário e marco feriados, férias, aniversários, viagens e eventos com família e amigos. Planejar antes garante mais presença, menos custo e decisões melhores.
Se você não agenda sua vida, alguém vai agendar por você.
Cinco pilares, três metas
Organizo o ano em cinco pilares:
Saúde • Família • Finanças • Educação • Trabalho
Para cada um, defino no máximo três metas, usando o método MARTE:
Mensurável, Alcançável, Relevante, Temporal e Específico.
Sem clareza de ação, prazo e métrica, não existe objetivo.
Exemplos reais:
Saúde: reduzir gordura de 20% para 15% até 31/12.
Finanças: alcançar 15% de rentabilidade em 12 meses.
Quatro ciclos de 12 semanas
Não planejo o ano inteiro de uma vez. Planejo por trimestre.
Prefiro quatro ciclos de 12 semanas a um tiro único de 52. Errou um trimestre? Ajusta no próximo. A cada ciclo, reviso, corrijo ou elimino o que não faz mais sentido.
Meta é consequência de hábito
Objetivo é destino. Hábito é o caminho.
Para cada meta, defino micro-hábitos semanais que tornam o resultado inevitável. Esses hábitos entram na agenda, com horário bloqueado.
Repetição cria automatismo. Rotina bate motivação.
O sistema, em resumo
Vida vem antes do trabalho.
5 pilares, até 3 metas MARTE por pilar.
Planejamento trimestral.
Metas quebradas em micro-hábitos.
Não é coincidência que, com o tempo, minha agenda fique mais vazia.
Como diz Warren Buffett: “Quem tem agenda cheia não tem tempo de ganhar dinheiro.”
Agenda vazia não é preguiça. É estratégia.
Espero que isso te ajude em 2026,
Rony.

O Novo Clube de CR7: como Cristiano Ronaldo construiu um negócio baseado em pertencimento e exclusividade.

Se liga nessa: o Cristiano Ronaldo entendeu o jogo muito além do futebol.
Enquanto muitos atletas ainda vivem de contrato e patrocínio, o CR7 constrói um império de lifestyle. A nova jogada é o Vega, um clube privado ultrasseleto em Madrid, criado com Íñigo Onieva e a Mabel Hospitality.
Não é academia, restaurante nem hotel.
É um ecossistema fechado de networking, lazer e bem-estar, com adesão que pode chegar a 15 mil euros vitalícios.
Localizado na Milha de Ouro de Madrid, o Vega se inspira nos clubes privados de Londres e se apoia em quatro pilares: networking de alto nível, experiências culturais, gastronomia premium e projetos sociais — tudo com curadoria e design impecáveis.
O acesso é só por convite. Anuidade ou vaga vitalícia de fundador. Escassez, receita previsível e, principalmente, pertencimento.
Cristiano não vende acesso a um espaço.
Ele vende pertencer a um círculo.
O Vega fecha o ecossistema que ele já construiu em moda, hotéis, fitness e wellness e aponta uma tendência clara: o luxo do futuro não é produto, é experiência compartilhada.
Muito maneiro, né, galera?

Construa marca antes de vender acesso
Cristiano construiu autoridade e desejo antes de lançar o Vega. Primeiro, cria-se a marca, depois o acesso.Exclusividade é clareza, não complexidade
O Vega foca em networking, gastronomia, cultura e comunidade, com execução impecável. Luxo vem de foco, não de ideias complicadas.Parcerias certas escalam o posicionamento
Cristiano se associou a especialistas em hospitalidade e operação. Parceria bem feita multiplica, protege o core e amplia a visão.

Disney licencia mais de 200 personagens para a Sora.
JCDecaux testa robô interativo no ponto de venda.
Insider + The Simple Gym: a parceria que quer ser seu novo lifestyle.
Kibon retoma promoção do Palito Premiado em 16 estados.
Entenda como e funciona o Passaporte Digital da Apple.
Spaten cria coleção de roupas inspiradas no boxe.
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Irreplaceable
Estou lendo o livro Irreplaceable sobre CX e hoje li um capítulo sobre a oportunidade de criação de novos experiências em varejo quando colidimos experiências de mundos e mercados diferentes.
Sobre o Capítulo:
Colisão de Mundos = criando valor ao hibridizar formas, formatos e comportamentos entre indústrias
O capítulo apresenta uma metodologia de inovação baseada na colisão deliberada de indústrias. Em vez de aceitar as regras de um setor como verdades absolutas, o método propõe:
Identificar onde o formato atual frustra pessoas
Observar outros contextos onde comportamentos desejáveis já acontecem
Importar esses comportamentos para criar algo totalmente novo
O resultado não é um “melhor do mesmo”, mas uma nova categoria de experiência.

Riverside
O Riverside não é só uma plataforma de gravação, é praticamente um estúdio remoto inteligente. Ele grava áudio de qualidade de estúdio e vídeo em até 4K, tudo localmente no dispositivo de cada participante, enquanto os arquivos sobem em segundo plano.
Na prática, isso elimina travamento, corte de fala e aquele som comprimido típico de call. Essa é a diferença entre gravar uma reunião e gravar um conteúdo que parece feito em estúdio.

The Greatest Entrepreneur You’ve Never Heard Of
Fala, galera! A indicação de hoje é um episódio do My First Million com Jesse Cole, criador do Savannah Bananas. Se você quer aprender a transformar atenção em marca e criar experiências fora da curva, esse papo é ouro. É o tipo de conteúdo que muda sua visão sobre crescimento e criatividade.

O dia em que a Heineken cansou dos áudios longos e levou todo mundo pro bar.

Segura essa: a Heineken acertou em cheio com uma das campanhas mais inteligentes dos últimos tempos.
Enquanto muitas marcas forçam anúncios esquecíveis, a Heineken fez o oposto: leu um hábito real. O famoso áudio longo do WhatsApp, algo muito brasileiro, virou insight cultural.
Nasceu a campanha “Podia Ser Uma Heineken”.
A ideia é simples: você envia um áudio longo para o WhatsApp da marca e recebe um voucher de long neck, válido em bares parceiros ou como crédito no iFood. Sem cadastro, sem app novo, sem fricção.
A marca não tentou mudar comportamento. Entrou exatamente onde ele já existia.
Mais do que trocar áudio por cerveja, a campanha incentiva sair da tela, encontrar pessoas, conversar de verdade e criar memória, tudo alinhado com o posicionamento histórico da Heineken, baseado em encontros e momentos compartilhados.
Sem gimmick, sem exagero. Só marca, cultura e timing.
No fim, a lição é clara: as melhores ideias não criam novos hábitos, transformam os que já existem em experiências melhores.
E é exatamente por isso que essa campanha funciona.
Porque no final, a gente não se conecta com marcas, a gente se conecta com momentos.

Fala galera, organizei um playbook prático, sem teoria inútil para vocês!
Antes de liberar o material, quero entender melhor quem está do outro lado da newsletter, porque isso vai definir não só esse playbook, mas tudo que vem depois.

Se liga! Tá querendo trabalhar com a gente?
Se você é jornalista ou publicitário e tem o fogo nos olhos, é sua chance de entrar pro meu time! Não tem essa de “ah, mas eu não sei se rola”… Aqui a parada é fazer acontecer.
A gente quer alguém que não tenha medo de colocar a mão na massa e arrebentar nas pautas. Não é só sobre escrever, é sobre impactar, transformar e inovar.
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