- Business Of Brands
- Posts
- 4 regras do MIT pra você usar IA sem virar um robô.
4 regras do MIT pra você usar IA sem virar um robô.
QUOTE DA SEMANA
![]() | ❝ "Se você tem medo de errar, não vai fazer nada. Eu erro muito. Mas erro rápido e conserto rápido." Essa frase da Luiza Trajano deveria estar pendurada na parede de todo escritório do Brasil. Porque o empresário brasileiro tem uma relação doentia com o erro. Ele prefere NÃO fazer do que fazer e errar. Quando você tem medo de errar, você para de testar. Para de inovar. Para de crescer. Vira refém do "sempre fizemos assim". Esse é o jogo, meus amigos. |


Hoje em 10 minutos:
🤖 A inteligência artificial pode te transformar em um robô
🏈 O maluco que dominou o mercado esportivo americano (um império de US$ 31 bi)
🎨 Os irmãos que ficaram bilionários copiando os outros
📰 5 movimentos de mercado que você não pode ignorar essa semana
🧰 Ferramentas de donos: conhecimento prático pra você usar no seu negócio essa semana.

4 regras do MIT pra você usar IA sem virar um robô.

Todo mundo está falando que a IA vai roubar o seu emprego, mas o MIT provou que essa não é a maior das ameaças. A ameaça real é a IA te fazer esquecer de quem você é.
Essa semana eu assisti a um vídeo do Sahil Bloom, um pensador americano do qual sou fã. O conteúdo é, em minha humilde opinião, utilidade pública e por isso resolvi compartilhar na newsletter da semana a urgentíssima mensagem que carrega.
Em junho de 2025, o Media Lab do MIT publicou um estudo chamado “Your Brain on ChatGPT”. O título já é uma provocação, mas o conteúdo é mais perturbador ainda.
Os pesquisadores queriam responder uma pergunta simples: o que acontece com o seu cérebro quando você usa inteligência artificial pra pensar por você?
Pegaram 54 pessoas. Dividiram em três grupos. Um usava ChatGPT. Outro usava Google. O terceiro escrevia sozinho, sem ferramenta nenhuma.
Colocaram eletrodos na cabeça de todo mundo e mediram a atividade cerebral ao longo de 4 meses. No começo, o grupo do ChatGPT se deu bem. Redações mais polidas. Gramática perfeita. Estrutura impecável.
Depois de 4 meses usando IA, os cientistas pediram para eles escreverem sem ajuda. E aí perceberam que os cérebros daquelas pessoas tinham mudado completamente.
A conectividade neural — a comunicação entre diferentes regiões do cérebro — era a mais fraca de todos os grupos. Os cérebros deles literalmente desligaram.
Quando pediram pra citarem trechos das próprias redações, escritas minutos antes, eles não conseguiam lembrar do que haviam escrito. E quando perguntaram “essa redação é sua?”, a maioria disse que não sentia que era.
Eles escreveram. Mas não sentiam que era deles. Os pesquisadores chamam isso de “dívida cognitiva”. Eu chamo de outra coisa: o preço invisível da conveniência.
Toda vez que você terceiriza um esforço mental, seu cérebro entende que não precisa mais fazer aquele trabalho. E o que não é usado, atrofia. É igual músculo. Parou de treinar, enfraquece. Só que aqui não é bíceps. É a sua capacidade de pensar, lembrar e criar.
Pensa comigo: quando você contrata um chef pessoal, você provavelmente vai perder algumas habilidades na cozinha. Quando você contrata um gestor de investimentos, você provavelmente vai ficar menos conectado tecnicamente com suas finanças.
Isso é aceitável quando você está terceirizando tarefas específicas de menor importância. Mas vira um problema seríssimo quando a terceirização se espalha para as funções mais profundas da sua mente: pensar, decidir, interpretar, criar.
Olha, não tô dizendo pra você jogar o ChatGPT fora. Eu uso. Meu time usa. É uma ferramenta extraordinária. Usada bem, ela expande o que é possível, remove atrito desnecessário e cria alavancagem real.
O problema surge quando você terceiriza todo o atrito e toda a luta cognitiva em favor de eficiência e velocidade. Não é sobre ficar mais burro. Os pesquisadores do MIT fizeram questão de pedir pra imprensa não usar palavras como “dano cerebral” ou “apodrecimento mental”. É sobre ficar sem afiação. Uma perda do tecido conectivo sutil que molda quem você é e como você vê o mundo.
Em resumo: você vira um robô, assim como aquele para quem você terceiriza o seu pensamento. Então como você prospera como ser humano num mundo de IA? Não é rejeitando a tecnologia. Seria impraticável e burro. É traçando limites claros sobre o que você se recusa a terceirizar.
Depois que li o estudo do MIT e ouvi o Sahil, criei algumas regras que compartilho aqui com vocês:
Primeiro: pensar antes de promptar.
Antes de jogar qualquer coisa pro ChatGPT, eu clarifico o problema primeiro. Escrevo o que eu acho. Formo uma opinião inicial. Só depois uso a ferramenta pra testar ou melhorar.
O primeiro rascunho é sempre meu. Feio, incompleto, cheio de erro. Não importa.
O objetivo não é o resultado. É manter o cérebro no jogo.
Segundo: preservar o desconforto.
Parece contraintuitivo, mas eu faço questão de não eliminar todo momento de dificuldade.
Permito que o tédio exista. Sento com problemas por mais tempo do que parece eficiente. Deixo ideias não resolvidas na minha cabeça antes de buscar ferramentas pra fechar o ciclo.
O desconforto cognitivo é precursor do crescimento cognitivo. Não tem atalho.
Terceiro: fazer menos, mas mais fundo.
A IA reduz dramaticamente o custo de começar. Novas ideias. Novos apps. Novos projetos. Tudo de repente barato, rápido e sem atrito.
Num mundo onde você pode fazer qualquer coisa, a maioria das pessoas vai tentar fazer tudo.
O problema é que você não é pago por fazer centenas de coisas mal. É pago por fazer uma coisa extraordinariamente bem.
Num mundo onde amplitude está disponível pra todo mundo, profundidade é a única coisa que ainda é conquistada.
Quarto: fazer mais coisas humanas.
Conforme mais da nossa vida é dominada por interações com tecnologia, o pêndulo vai balançar em direção ao que é unicamente humano.
Conversas presenciais. Viagens desconectadas da tecnologia e conectadas com a natureza. Esforço físico. Vulnerabilidade. Tempo com quem importa.
Essas coisas não escalam. Esse é o ponto.
O estudo do MIT ainda não passou por revisão por pares. Os próprios pesquisadores pedem cautela com as conclusões.
Mas o sinal está claro. A pergunta que vai definir a próxima década não é “como usar IA pra fazer mais?”. É “o que eu me recuso a deixar a IA fazer por mim?”.
Seu futuro não vai ser definido pelo que você consegue terceirizar. Vai ser definido pelo que você insiste em manter como seu.
Vocês têm a semana toda para pensar nisso e me responder contando o que acharam. Eu leio tudo, tá?
Amo vocês.
Fui!

Esses 3 irmãos ficaram bilionários copiando os negócios dos outros.

Deixa eu te contar como começou essa loucura:
Os irmãos Samwer estavam nos Estados Unidos em 1999 quando ouviram falar do eBay, aquela plataforma de vendas que tava explodindo. E olha, o eBay na época era uma revolução, meu caro.
Imagine que pela primeira vez na história você conseguia vender suas tranqueiras velhas pra qualquer pessoa do país sem sair de casa. Ou comprar aquele disco raro que você procurava há anos direto de alguém do outro lado do país. Milhares de pessoas comprando e vendendo coisas usadas pela internet. Isso não existia antes.
Voltaram pra Alemanha e em cem dias, isso mesmo, cem dias, criaram o Alando. Um clone descarado do eBay, mas feito pro mercado alemão. Mesma funcionalidade. Mesma proposta. Só que em alemão e adaptado pro comportamento do consumidor alemão.
E adivinhe? Explodiu. Porque apesar de ser cópia, era a PRIMEIRA plataforma desse tipo na Alemanha. Eles não inventaram nada. E justamente por isso conseguiram chegar primeiro no mercado alemão.
Três meses depois do lançamento, o eBay percebeu o tamanho da ameaça. A Alemanha era o maior mercado europeu e os Samwer estavam dominando. Ao invés de fazer tudo do zero pra competir, o eBay preferiu comprar o Alando por quarenta e três milhões de dólares.
Resumindo a ópera: em apenas cem dias de trabalho, os irmãos copiaram o eBay, lançaram na Alemanha e ficaram milionários.
Mas aqui é onde a história fica sinistra.
Porque depois de vender o Alando, os irmãos Samwer perceberam que tinham descoberto uma fórmula. Por que se matar pensando em ideias revolucionárias quando já existem vários modelos de empresas funcionando e fazendo sucesso nos EUA? E aí fundaram a Rocket Internet, uma empresa feita para copiar outros negócios americanos e lançar em outros países.
O modelo é tão simples e óbvio que dá raiva: a Rocket descobre negócios digitais que estão bombando nos Estados Unidos e investem pra copiar o negócio criando um clone para fazer a mesma coisa em outro país. Quase sempre começando pela Alemanha.
Fizeram isso com dezenas de empresas. Centenas de milhões de dólares em venda de negócios para empresas concorrentes.
Todo mundo quer ter a ideia genial. Inovar. Revolucionar. Criar algo que nunca existiu. Mas os irmãos Samwer foram humildes pra entender que o talento deles não era ter ideias originais. O talento deles era agir rápido e bem.
Eles são a Zara do mundo tech, meu amigo. A Zara não inventa moda. Ela copia o desfile de Paris e coloca na loja antes de outras marcas conseguirem produzir.
Os Samwer fazem a mesma coisa: copiam empresas americanas e lançam na Alemanha antes do negócio conseguir furar a bolha.
E olha que curioso: aqui na América Latina a gente tem um exemplo ainda maior e mais bem-sucedido dessa estratégia.
O Mercado Livre. Nasceu como clone do eBay pra América Latina. Hoje o Mercado Livre vale mais de cem bilhões de dólares. Mais que o eBay. Muito mais.
Deixa isso entrar na tua cabeça: o cara copiou um modelo que já existia, adaptou pro contexto local, e construiu um negócio maior que o original.

Você não precisa inventar a roda. Você precisa rodar ela melhor que todo mundo no seu quintal.
Quantas vezes você já deixou de começar um negócio porque "alguém já faz isso"?
Quantas ideias você engavetou porque "já existe no mercado"?
Enquanto você tá esperando a inspiração divina cair do céu, tem gente copiando o que já funciona e faturando bilhões.
Olha só o que eu aprendi com essa história dos Samwer:
Botar a mão na massa vale mais que originalidade. Muito mais. Os caras não inventaram p@rr# nenhuma e ficaram bilionários. Sabe por quê?
Porque eles entenderam uma verdade brutal que a maioria dos empreendedores ignora: o mundo não tá precisando de mais ideias. O mundo tá precisando de mais gente que faz acontecer.
Todo mundo quer ter a ideia genial. Inovar. Revolucionar. Criar algo que nunca existiu. Enquanto isso, os Samwer pegaram uma ideia que JÁ EXISTIA, copiaram, agiram rápido, e venderam por quarenta e três milhões em cem dias.
A Apple copiou a Xerox. O Facebook copiou o MySpace. O Instagram copiou o Snapchat. A diferença é que eles copiaram MELHOR.
E aí, qual modelo que tá funcionando lá fora você poderia trazer pro Brasil ou aplicar no seu negócio nos próximos cem dias?

OpenAI quer colocar anúncios no ChatGPT.
Ultrafarma fecha farmácias para apostar em um novo modelo de consumo.
A Adidas lançou um tênis feito para treinos híbridos.
Cacau Show lançou uma bebida de chocolate com collab.
Paleta do Pinterest revela as cores de 2026.
TRUQUES DE IA
📸 Como criar um site profissional copiando qualquer design que você viu na internet usando o Gemini 3 Pro do Google
Olha só, meu caro. Você viu um site bonito na internet e pensou "caramba, queria um site assim para o meu negócio", mas não sabe programar e não tem grana para contratar?
Agora você consegue fazer isso em 10 minutos no celular, tablet ou computador usando o Gemini 3 Pro. Uma ferramenta do Google que estuda qualquer site e te entrega o código completo para você criar o seu.

🤖COMO FUNCIONA (PASSO A PASSO SIMPLES):
Passo 1: Abra um site que você acha bonito através do Dribbble, Behance ou qualquer empresa que você admira.
→ Grave um vídeo da tela descendo a página com o mouse
(não tire foto, precisa ser vídeo mostrando a página inteira).
Passo 2: Entre no Gemini 3 Pro;
→ Faça o upload do vídeo.
→ Escreva o Prompt: "Estude este vídeo e escreva um texto descrevendo como é o site, descreva as cores, onde ficam os botões, como está organizado. Depois transforme isso em instruções para criar um site igual".
Passo 3: Ainda no Gemini;
→ Solicite: “Organize essa análise em um documento MD”.
→ Após ele te trazer uma devolutiva, copie tudo e cole em uma conversa nova do Gemini (isso evita que a ferramenta fique confusa com a conversa anterior).
Passo 4: Falta Pouco;
→ Escreva o prompt: "Crie um site interativo de alta qualidade baseado nesta descrição, mas ao invés de falar sobre [nome da empresa do vídeo], quero que fale sobre [coloque sobre seu produto]. Me mostre como vai ficar”.
DICA DE OURO:
Quanto mais específico você for no prompt pra IA, melhor o resultado.
❌ Pedido ruim: "crie um site "
✅ Pedido bom: "crie o site sobre roupas esportivas para corredores iniciantes, com seção de depoimentos, galeria de produtos e formulário de contato"
Se quiser melhorar seu resultado, pega essa:
Antes de pegar o código final, peça para o Gemini mudar as cores, reorganizar seções ou adicionar animações.
Passo 5: Para Finalizar;
→ Pegue o código e mande para o Lovable.
→ Cadastre-se no Lovable, após isso envie seu código copiado do Gemini e pronto!→ Gerado seu site, clique em publicar e você já tem seu primeiro site.
A IA não substitui um web designer profissional de alta qualidade, mas para muitos casos, especialmente para quem está começando um negócio e precisa de um site bonito rápido, ela resolve muito bem.
Depois me conte se funcionou!
Fui!

Sabe aquela sensação de que você já viu esse filme antes?
Uma empresa nova explode no mercado. Todo mundo corre pra copiar. Os analistas criam mil teorias sobre "uma nova economia". Aí a bolha estoura e todo mundo perde dinheiro. Adivinhe? Daqui uns anos acontece de novo.
Morgan Housel prova com dezenas de exemplos históricos, uma tese simples:
os eventos mudam, mas as reações das pessoas são sempre as mesmas.
Aqui tá a sacada genial do livro: se você entende os padrões que SEMPRE se repetem, você para de cair nas mesmas armadilhas que todo mundo cai.
Morgan mostra que os melhores investidores do mundo não são os que tentam prever o futuro. São os que entendem que certas coisas SEMPRE acontecem e se preparam pra quando elas acontecerem de novo.
Mais um da minha lista dos melhores livros que li em 2025. Clique aqui para comprar.
Pra essa semana, minha indicação é uma conversa poderosa do Tony Robbins com o Steven Bartlett no Diary Of A CEO.
Um papo direto, humano e honesto sobre mudanças, responsabilidade pessoal e o que de fato move quem decide mudar a própria vida para melhor.
PODE PERGUNTAR!
💬 O que você faria, Rony?

Olha só, você tá começando agora e é isso mesmo: você vai ter que jogar em todas as posições. Atacante, zagueiro, goleiro, gandula, tudo. Faz parte.
E sabe o que é o mais foda disso? Quando você bota a mão em tudo no começo, você constrói a alma do negócio. Você não delega a identidade da marca pra terceiro. Você SABE o que funciona e o que não funciona porque você mesmo testou.
Esquece "marca de roupa" por um segundo. Pensa assim: você tá juntando uma tribo. Esse pessoal de calistenia e luta não compra camiseta. Eles compram a sensação de fazer parte de algo maior. Eles querem dizer "eu uso essa marca porque EU SOU assim".
Mostre o processo, o corre, os bastidores.
Ouça muito. Ajuste rápido.
Por quê? Porque quando você tem 50 clientes que se sentem PARTE da construção da marca, eles viram vendedores. Eles vão postar, marcar os amigos, recomendar. Boca a boca em comunidade vale 100 vezes mais que anúncio pago.
2. Produto honesto, não produto bonito
Você não precisa de 30 peças. Você precisa de 3 peças que tenham RAZÃO de existir. Aqui tá a pergunta que você faz pra cada peça: "Essa peça SERVE a vida de quem treina calistenia e luta, ou ela só é bonita?"
De novo, use a comunidade para ajudar no produto. Se aproveite das ferramentas digitais e mídias pra poder divulgar o produto e testá-lo antes de produzir.
3. Marketing raíz, não marketing de agência
Conteúdo simples, treino, luta, rotina, erros, aprendizados.
Se a marca é “modo guerra”, o marketing tem que ser também.
E faz uma planilha no Excel mesmo nome, Instagram, o que comprou, quando comprou. Parece bobeira, mas quando você for lançar a próxima coleção, você manda DM pra essa galera avisando ANTES. Eles se sentem especiais. E são.
4. IA pra ganhar tempo, não pra ganhar alma
Olha, IA hoje em dia faz MUITA coisa que antes tomava horas.
MAS e isso é importante pra caralho: IA não cria a identidade. Você cria.
IA é ferramenta. Ela te dá a estrutura, você bota a alma. Ela te economiza tempo nas coisas chatas (planilha, organização, rascunho), você usa esse tempo nas coisas que importam (conversar com cliente, fazer produto foda, criar conteúdo real).
Marca pequena não ganha no produto mais bonito. Ganha no relacionamento mais verdadeiro e na consistência.
Você tem vantagem sobre marca grande: você pode conversar com cada cliente. Você pode errar e consertar rápido.
Vai com tudo. Depois me conta como foi.
PRA FECHAR
🎟️ Mais de 1,2 milhões de pessoas assinam e leem essa newsletter todas as semanas. Se você tem um negócio e deseja comunicar sua marca para nossos leitores é só falar com o nosso time clicando aqui.
💪 Eu durmo, treino e me alimento muito bem. Aprendi quase tudo o que sei, lendo a FitFeed, a melhor newsletter de saúde e bem estar do Brasil. Gostei tanto que investi neles! Vale muito assinar, é de grátis ;) ! Só clicar aqui.
📱Se você ainda não me segue no Instagram, clica aqui e vem comigo.
SOBRE MIM
![]() | Eu e meus sócios fundamos algumas das marcas mais relevantes do país com R$0 no bolso e as levamos a R$2 bilhões de faturamento anual. Vendemos o negócio por mais de R$1 bilhão e hoje vivemos para mentorar e investir em fantásticos empreendedores que compreendem o valor de uma marca forte. A Business of Brands é a plataforma de conteúdo e educação que desenvolvemos para te ajudar a construir uma vida e um negócio prósperos; Fazemos isso através de insights, estudos de caso e frameworks práticos pra você aplicar imediatamente. |
SUA VEZ
O que achou da edição de hoje?Escolhe uma das opções abaixo e, se quiser contar o motivo, melhor ainda: |
Faça Login ou Inscrever-se para participar de pesquisas. |



